Quais desses temas você mais curte? Vamos fazer uma seleção especial pra você!










O que você procura?

Autossabotagem. Essa é a palavra de ordem do seu medo para te impedir de viver coisas incríveis – em diversas áreas da vida. Em relacionamentos, muitas vezes, ele age a partir de experiências passadas. Pega um acontecimento, o transforma em areia, cimento e tijolos, construindo, assim, um muro ao redor dos seus sentimentos. Fazendo você pensar que o que aconteceu no passado pode acontecer no presente e no futuro também. Este muro impede que qualquer outra pessoa consiga, verdadeiramente, chegar até você. Antes mesmo de saber o que vai acontecer, você sabota a sua chance de ser feliz com alguém que pode ser incrível para a sua vida.

No fundo, no fundo, você sabe que aquele cara que te manda mensagens carinhosas todos os dias, que se preocupa e faz questão de saber como você está, que te respeita e te admira, pode ser a pessoa que vai curar todo esse medo. Você não retorna as investidas dele da mesma maneira porque está insegura, porque está se autossabotando. Você sabe disso. Ele não. E não vai saber porque também lhe falta coragem para contar. E essa insegurança, para o outro, é falta de interesse. E é aí que você perde. As conversas vão diminuindo, o contato em geral também, até que ele deixa de existir. E, neste momento, o seu medo quase palpável está dando uma volta olímpica com um troféu na mão comemorando mais uma vitória.

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E você? Como fica nisso tudo? Primeiro vem a confusão. Você não entende porque tudo isso aconteceu. Depois percebe que, mais uma vez, o seu medo acabou com uma chance que você tinha de tentar ser feliz com alguém que, aparentemente, queria tentar a mesma coisa você. Poderia ter dado errado? Poderia, claro! Mas também poderia dar certo. É 50% de chance para cada lado. Mas você, inconscientemente, preferiu se agarrar à porcentagem negativa e praticamente esquecer que a positiva existia.

Quando a ficha cai, você sofre, e sofre muito! Se sente burra, impotente. Não sabe por onde começar a pedir desculpas à si mesma, a se explicar, a prometer que nunca mais vai deixar isso acontecer de novo. Você tenta voltar atrás, manda um oi, diz que sente saudade, tudo na esperança de ter uma chance de se explicar, de dizer que era tão fechada porque tinha medo. Às vezes dá certo, às vezes não.

Caso consiga reaver o que perdeu, aproveite, seja feliz. Chute o seu medo para longe e mostre que você pode, sim, dominá-lo. Caso a perda seja irreversível e tudo der errado, faça a mesma coisa. Você vai sofrer, é claro. Vai chorar de madrugada, pensar mil vezes em como tudo poderia ter sido diferente. Ficar naquele torturante “e se”. Mas tudo bem, vai passar. E quando passar, quando surgir outra pessoa na sua vida, você vai se lembrar de como foi ruim não se agarrar a uma oportunidade de estar junto a alguém que gosta de você. E aí vai levar as experiências passadas como aprendizado, não como barreiras, como freios. Vai ter força para mostrar ao seu medo que ele não tem todo esse poder, que o desejo de estar ao lado de alguém que gosta de você é maior que qualquer outra coisa nessa vida. E que dando certo ou errado, a sua vontade de tentar é o que deve sempre guiar os seus caminhos e te fazer feliz.

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RESPONDA: Cabeça ou coração o que ouvir?
RESPONDA: Estou confusa,com medo das minhas escolhas..

Imagem: pinterest.com/superelaoficial

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