O que você procura?

“Ave Maria, cheia de graça…”, e fiz o sinal da cruz. Era praxe antes de qualquer programa. Olhei-a pelo espelho enquanto se desnudava: um tipo atraente, mas que fazia com que me perguntasse a razão dela estar ali. Você sabe o que são trezentos reais para foder com uma mulher ainda no auge de sua sexualidade? Não, aposto que não.

Despiu-se sem qualquer carinho, envolvimento, mas sentia dali o tesão em que se imergia com a ponta dos dedos. Mordiscadas no lábio e leves gemidos fazem parte do pacote de autossuficiência da maioria das mulheres que entravam ali; confesso, inclusive, que é um deleite ver uma mulher se masturbando, leva-me a imaginar a maestria que possui ao manejar um pau e a vontade com que faz isso. Fiquei um tempo parado sem que ela me percebesse. Pelas caras, bocas e quase que a totalidade da mão entrando buceta adentro, pensei em lhe dar um desconto, contudo, não fazia parte do serviço compadecer do prazer alheio.

“Ei”, chamei-a, sem fazer menção ao nome. Parou de se tocar e voltou a atenção para mim. De quatro, veio até a beirada da cama, sentou-se e fez sinal para que eu me aproximasse; fui como um vassalo. Deslizou as mãos pelo meu corpo: do tórax ao pau, das coxas ao pau, de minha bunda ao pau e, por fim, meu pau em si. Reclinou-se abaixando minha cueca na altura dos tornozelos e voltou lambendo-me a parte interna da coxa direita até que encontrasse meu saco, permanecendo ali alguns segundos alternando entre sugação e beijos leves. Desceu da cama e se ajoelhou. Os olhos repousavam onde o desejo se fazia mais real: segurou firmemente meu pau com a mão direita e iniciou uma punheta vigorosa – o ritmo do tesão era dela, lembrem-se: para baixo, para cima, para baixo, para cima… Com a mesma vontade que estava momentos antes de eu entrar. Sem qualquer cerimônia, abocanhou-me. Aliás, gosto dessa palavra abocanhar, dá o sentido perfeito para o tamanho da gula.

Um boquete molhado, salivado na medida certa para se sentir um banquete. Fazia uma sincronia perfeita entre a punheta batida e a chupada, o que me levou a pensar que sempre fora uma eximia chupadora de rolas, provavelmente, desde os tempos de colégio. A sucção que fazia na cabeça levava-me à loucura; não tardou para que eu a segurasse pelos cabelos forçando ainda mais o movimento, que não era negado. Em certo instante, o deep throat foi perfeito, e sem qualquer tipo de ânsia: cinco maravilhosos segundos com a rola inteira dentro da boca de uma mulher…  Se isso não era talento, eu não sei mais o que seria. Puxei-a para trás a fim de que retomasse um pouco do fôlego e abrisse os olhos, os quais se revelaram marejados, e foi instantâneo lembrar que essa era a mesma expressão que fazemos ao tirar a saburra lingual pela manhã. Puta puto de sorte eu era. Puta puto.

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Porém, tempo é dinheiro; dinheiro é prazer. Mal havia respirado e ela retornou ao seu objetivo de me afinar o pau até que virasse um dedo mindinho. Pela gula com que subia e descia a cabeça, eu temi por um instante, contudo, foi uma ideia que se dissipou rapidamente ao sentir suas mãos na parte posterior de minhas coxas e, mais uma vez, a garganta profunda. Um… Dois… Três… Quatro… Cinco… Seis… Sete… Oito… Nove… Dez…  E ela retorna de seu prazer apneico. “Ei, temos um recorde”, falei enquanto acariciava seus cabelos; meu comentário engraçadinho foi ignorado. As mãos continuavam postadas no mesmíssimo lugar, embora as unhas fossem direcionadas à minha pele, creio que na intenção de mostrar o que se passava naquele corpo. Rola era pouco, o que ela queria não tinha nome.

Entre a saída da segunda garganta profunda e a terceira transcorreram, no máximo, vinte segundos acho, com margem de erro de três segundos para mais ou para menos. Logo, voltou a me chupar com a mesma dedicação que vinha mostrando. Cantei mentalmente “acho que ela viajou que era um picolé” e pensei alto: “Me lambe”. Missão dada foi missão cumprida. Lambeu-me saco e cabeça quatro contadas vezes, o que gerou arrepios perceptíveis, indicando que eu estava a andar sobre a tênue linha do prazer: iria gozar a qualquer momento. Avisar ou não avisar? Eis a questão… Tenho minha reflexão interpelada pelo início da terceira rodada daquela profundus fellatio – em meu latim de tradutor online. Dessa vez, diferentemente das outras, ela não tentava acertar a úvula com meu pau, suportava menos tempo, mas voltava me chupar com a mesma dedicação.

Ninguém é de ferro, claro, e o tesão explode em mim de vez. O que antes era eu recebendo um boquete extremamente técnico, digno de manual, passa a ser uma boca sendo fodida. Seguro-a pela cabeça com as duas mãos e me esqueço do meu papel de objeto, passando a lhe estocar como se a comesse pela buceta. Igual a outra vez que havia feito isso, ela não reclama ou gesticula mostrando incômodo, pelo contrário, posicionou os lábios para que me protegesse dos dentes e o pau deslizasse. Agora, o ritmo era meu. Valho-me de um in- out à la Alex Delarge, mais que isso: deixo-a ser invadida pela minha genética pura e por filhos que nunca terei – é, eu não avisei. Retirei imediatamente minhas mãos de sua cabeça e o pau de sua boca, agora um pouco mais melado do que quando entrara, todavia, ainda babado.

Não era algo que me orgulhasse gozar na boca de minhas clientes sem prévio aviso, imagina se uma tem alergia a porra, fecha a garganta e morre ali no meu local? Não sei, não sei… Com essa onda de intolerância a lactose, sabe-se lá a merda que pode dar. Todavia, para a minha surpresa, ela não se abalou. Agarrou-me o pau meia-bomba com a mão esquerda e o beijou deixando babar um pouco da porra ainda fresca em sua boca, a qual, misturada com a saliva, menos viscosa, descia-lhe o lábio inferior e contornava o queixo indo em direção ao pescoço. Achou exagero? Era porra para caralho acumulada, tudo por conta de um curso de “massagem tântrica Yoni” que fiz com duração de dois dias, logo, os mesmos passaram sem atendimento.

Boqueteou-me mais um pouco tentando sorver o máximo de gozo que pudesse sair de mim. Parecia ser a minha pica a última do deserto, tamanha sede que possuía. Notei que a mão direita limpou um pouco do que escorrera e estava agora a lambuzar colo e peitos, os quais pareciam lustrados dependendo do ângulo em que se olhava – eu, na verdade, achei pouco o que era espalhado, e isso me levou a deduzir que parte dos meus genes jazia num suco estomacal.

Eu foquei tanto naquela boca e no seu conhecimento milenar que quase me esqueci dos demais atributos, uma coisa imperdoável. Como havia dito, era atraente: os peitos eram médios e tinham um caimento natural, nada de silicone ou intervenções cirúrgicas, e isso indicava que seria um prazer ainda maior endurecer aqueles bicos com movimentos linguais e delicados beijos; a barriga, quando de pé, nem se fazia notar, apenas aparecia uma dobrinha quando se sentava, e isso não era problema algum; coxas sem músculos aparentes, bem desenhadas; a cintura fina evidenciava ainda mais a bunda, a qual era grande, de se fazer sobrar uma mão, e firme, indicando que gastava um bom tempo fazendo agachamentos na academia; a buceta havia visto quando se masturbava, e daquela distância parecia apetitosa, ansiava, então, para colocar meu rosto inteiro por entre as pernas o quanto antes e aproveitar ao máximo todo aquele sabor íntimo. Penso ser esse o tipo de coisa que o faz levantar feliz numa segunda-feira e agradecer pelo dia que se inicia.

Pedi a ela dois minutos de descanso, tempo que seria usado para que eu pegasse a camisinha e tomasse um pouco de água; deitada, disse friamente um “ok”. Brinquei que ela não falava muito, e ganhei um corte como resposta: “Estou aqui para foder, se quisesse conversar, ligava para o meu filho”. Ah, delícia de mulher! Você pode achar estranho, só que essa personalidade forte aliada à convicção do que queria era instigante demais. É um fetiche natural ser mandando a cumprir com uma obrigação sexual quando no auge da excitação: Foda-me! Coma-me! Chupe-me! E demais ordens. O que ela me pedisse, desde que não fosse o meu rabo, eu cumpriria, afinal, eu me especializei em atendimento exclusivo para mulheres que não fizessem uso das cintaralhas.

“Pronto”, ela me perguntou, ao que balancei a cabeça de cima de forma assertiva, enquanto eu estimulava a de baixo voltando ao perfeito estado. Imediatamente ela se vira de bruços, vem até a beirada da cama e se posiciona num doggy style que valeria um oscar por melhor fotografia no AVN Awards. “Eu quero só de quatro, vai”, disse, olhando-me por cima de seus estreitos ombros. Nada de chupar peitinhos, infelizmente.

Eu fitei aquela bunda empinada imaginando uma presa. A visão que tinha por detrás dela era estupenda: apoiada nos cotovelos, com os dedos entrelaçados, a coluna se desenhava perfazendo uma curvatura perfeita que terminaria na já citada bunda arrebitada; as pernas estavam abertas na mesma largura dos ombros, ou seja, na medida exata. Era muita experiência aquilo. Pude notar, também, que a bunda era daquelas devoradoras de calcinha ao andar, fechadinha, pedindo uma voluptuosa exploração em busca dos segredos mais prazerosos. De pé, coloquei uma mão em cada nádega e a abri ainda mais. Voilà! Revelaram-se mais duas maravilhas do mundo: A buceta era realmente a beleza única que imaginara, quase uma obra de Courbet, nectárea a ponto de me encher a boca de água; impossível, também, de ficar indiferente àquele cuzinho que se contraia levemente, talvez por ansiedade, já pressentindo que algo o lhe penetraria. Os opostos complementares, o yin-yang ali na minha frente. Nessas horas que penso como seria um útil um pau no lugar de um testículo, um pau abaixo do próprio pau, porque era pecado comer aquela buceta sobrando ao cu somente o dedo e vice-versa. Contudo, querer não é poder, os minutos passavam e minha única função era comer aquela mulher de modo que ela se sentisse mais realizada possível. Haja pressão.

Acontece que a donzela, e isso era segredo dela, também tinha seus caprichos. Embora quisesse apenas um pau a lhe invadir, descobri que sucumbia quando sinceramente lambida. Como descobri isso? Oras, lambendo-a. Ela pediu que a comesse de quatro, isso era fato incontestável, no entanto, por conta da licença poética que possuo graças à profissão, o enlevo não pode vir de uma única forma. Enfiei a cara sem medo, parecendo criança curiosa. Uma generosa passada da língua e um gemido; outra, um novo som abafado. Soprei levemente, um sopro meio brisa da manhã, daqueles que refrescam, causando suaves arrepios em sua pele. Continuei empenhado: Com a delicadeza que se faz necessária, fui abrindo caminho por entre os lábios até que atingisse o clitóris; encontrei-o quando notei as mãos apertando a colcha da cama. Suguei-o carinhosamente para que os movimentos sutis da ponta de minha língua entrasse o máximo possível em contato com ele. Ela devia ser daquelas que possuem uma grande sensibilidade no local, porque começava a gemer um pouco mais forte. Isso era um recado subliminar indicando que não deveria parar. Circulava por aquele pequeno ponto do prazer ininterruptamente, e sei lá de onde saia tanta vontade de minha parte, perigava dar uma cãibra na língua. Entretanto, antes da possibilidade de vir uma contração muscular súbita, atochei-lhe a língua na buceta e senti o seu sabor mais íntimo. Uma riqueza de sensações no paladar somente podendo ser comparado ao de uma iguaria.

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O problema de uma boa foda quando se é um michê é o tempo – a minha média ainda é boa no índice PDPM (pau dentro por minuto). Ainda que estivesse entretido numa boa chupada, a mulher não me abrira o rabo inteiro à toa; consolos de trinta centímetros, por maiores que sejam, são de plásticos ou materiais equivalentes, incapazes de substituir o contato humano (mesmo que revestido por algo de látex). É suor contra suor, gemido contra gemido, é pau contra buceta… Mas tudo numa rivalidade saudável.

Semelhante ao que já havia feito ao gozar em sua boca, não avisei o que faria. Tirei o rosto daquele parque de diversões, fiquei de pé, ajeitei-a com a mão esquerda e, mirando apenas de olho, com ajuda da minha outra mão direcionando o pau, taquei-lhe o que era mais desejado. Rude, não? Mudo: Penetrei-a com o que era mais desejado. Conto-lhes que há tempos não ouvia um urro com tanta satisfação. Era uma espécie de exorcismo deveras prazeroso. O pau entrou semelhante a uma faca aquecida cortando manteiga, fácil. Deslizava num vai-e-vem monorrítmico; enfiava-lhe o que eu conseguia e voltava quase que saindo por completo, deixando parte da glande visível, tudo, claro, sucedido de generosas apertadas. Ela, por sua vez, ora se sufocava colocando o rosto contra um travesseiro, ora o virava contra a parede, permanecendo de olhos fechados e falando palavras ininteligíveis. Eu seguia na minha dança pélvica sem se importar com o futuro: Ia… Voltava… Ia… Permanecia… Voltava… Ia… Permanecia… Voltava… Ia… Voltava…

Entre vocalizações mais baixas e outras mais altas, sussurrara algo bem nítido, um mantra: “Fode… Fode mais forte”. Firmei as mãos no quadril e passei a puxá-la contra mim a cada metida. O ritmo, para ser um pouco exato, gerava algo onomatopeico: Plau, plau, plau – e ai, ai, ai. Ainda mais molhada, encharcava-me a base do pau, o qual recebia gotas de suor que desciam de meu tórax, culpa dividida entre o sexo mais intenso e o quarto de janelas fechadas. Segui batendo contra a bunda, hipnotizado pela ação e reação: com o meu corpo indo de encontro ao dela, o músculo e a pele se mexiam semelhante a uma marola, retornando, então, a costumeira calmaria até que a sorte de um novo impacto bagunçasse tudo (devia ser algum conceito físico essa merda toda). Ela pedia cada vez mais, ignorando por completo a discrição de quando entrara. Autodenominava-se puta, cachorra e gostosa; naquele instante, ela era tudo, quiçá uma deusa do sexo.

Contudo, era pau, era pica e um cu no caminho. Eu a fodia pensando na gula que aquele pequeno buraquinho tinha. Por que não? Enquanto entrava em um, bati na porta do vizinho. Coloquei o dedo indicador, mais ou menos até a metade, e senti uma contração. Preso, esperei que relaxasse, o que acontecera bem rápido, assim, afundei mais um pouco, agora já sem dificuldade. Sem tanta força, dei atenção à simultaneidade de estocadas. Era cu engolindo o dedo, buceta o pau e nem sinal de saciedade.

Ela sabia que o tempo estava por acabar.  Notando que havia espaço para um pedido ainda, foi direta: “Come meu cu”. Pense você numa cara de satisfação? Era a minha. Não soneguei, afinal, era pago pra isso. Um dedo é diferente de um pinto, portanto, interrompi a metelança para pegar o lubrificante. “Não, não… Cospe”. Cospe!? “Caralho”, pensei, estava diante de uma dama pornô e não sabia. Ou alguém muito em sintonia com sua devassidão, diante do fato que não a julgaria por nenhuma de suas vontades. Eu não cuspi igual ao que fazemos na rua, apenas permiti que a saliva espessa escorresse de minha boca, quantidade suficiente para uma colher, e descesse em uma linha reta. Atingi aquele orifício inundando-o. Quão grande foi a minha surpresa ao encostar a cabeça do pau para colocá-lo com cuidado e ter todo o membro tragado por aquele buraco negro anal. Ela não fez cerimônia, muito menos gritou de dor. Havia só prazer e nada mais. Obviamente o pau não tinha a mesma facilidade de outrora, a metida era mais cadenciada e quase sem agressividade. Afundava-lhe o que conseguia e reparava que a única coisa pronunciada era “não para, não para, não para”. Não parei. Mais uma vez a sequência: Ia… Voltava… Ia… Voltava… Ia… Voltava.

Ela recuava com dedicação a ponto de eu parar movimento e me permitir ser guiado. Acho que passei a ser comido ao invés de comer. Mulher boa, daquele tipo que faz com que eu evoque Reinaldo Moraes para defini-la: dadeira, divertida e doida – divago sobre o doida, enfim… Intensificou a repetição sem dó de si mesma, sem sequer pensar se existia algum limite ou se rasgaria alguma prega. Sem descanso, mantendo a velocidade, foi gemendo alto, mais alto e mais alto. Admirado, apenas a olhava me foder. Não tardou para que eu sentisse uma contração na extensão da pica que fez com que o prendesse; as pernas estavam trêmulas; a respiração extremamente ofegante devia ser uma espécie de taquicardia orgástica. Do alto da minha obviedade, eu não tive dúvidas: ela havia gozado. Restou-me continuar a meteção, tirando proveito daquele êxtase, enfiando-a sem parar de modo que eu também atingisse aquele estado próximo ao nirvana – e não foi demorado. Sai de dentro dela feliz como há muito não estive; não sei se era recíproco, no entanto.

Percebendo o término, desfez da posição com a mesma agilidade que se posicionara, indo em direção ao banheiro, com as roupas nas mãos, em busca de uma ducha recompensadora. Eu ainda estava atônito, deitado na cama em que acabara de dar uma. Ela saiu do banheiro vestida e pronta para dar sequência ao restante do dia, apagando quaisquer traços daquele passado recente. Eu fodi ou fui fodido?

Vesti apenas a cueca e a levei em direção à porta. Deu-me as seis onças e um beijo protocolar na bochecha, partindo, em seguida, pelo corredor. Chamou o elevador e, antes de entrar, após verificar que o mesmo se encontrava ali, deu outro tchau. Foi-se cortando todos os laços afetivos que havíamos criado naquela uma hora. Digo-lhes que não trabalhei mais naquele dia. O pior, contudo, é que mal me lembro do rosto, ou seja, não a reconheceria na rua. É aquela máxima, não? Quem vê bunda, não vê cara… Ou algo do tipo.

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