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[+18] A CARONA – PARTE 2 (VERSÃO DELE)

Flavia Oliveira

Colunista Superela

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Eu andava cansado e irritado dos meus banhos noturnos após deixá-la em casa de carona. E hoje no evento com esse vestido preto e justo ela estava mais que deliciosa e eu não conseguia pensar em nada, tanto nas conversas paralelas com alguns membros importantes da empresa em que me peguei imaginando levantando seu vestido e encostando na parede no corredor que dava pra os banheiros, como agora, com essa tensão presa dentro do carro, será que ela não nota que eu sou louco de desejo e tesão por ela? Eu não aguento mais, desde o primeiro dia em que a vi no escritório e desejei bom dia, eu já me peguei imaginando como seria aquele cabelo preso, solto e seus gemidos sobre os meus braços.

Inocentemente ela me provocava quando alisava a saia ao sair da minha sala e ao colocar a caneta na boca nas reuniões, e ela é linda e gostosa. E, assim como eu, sei que ela me desejava. Eu só queria a oportunidade, o momento certo, queria ter a segurança de que ela não era uma mulher com a qual eu me arrependeria após dar vazão aos meus desejos. E acho que o meu animal interior queria se libertar dessa prisão essa noite. Como um bom cavalheiro que sou, a elogiei sobre o vestido que me lembrava um dos clássicos do cinema em que Audrey Hepburn era inocente e ao mesmo tempo provocativa. Assim ela estava essa noite, e eu a queria e agora.

Eu queria uma desculpa, uma abertura, e o clima estava denso dentro do carro, eletricidade e atração, eu sentia minha mão formigar de vontade de tocá-la. Então, eu parei o carro e falei uma amenidade, ela pareceu não compreender bem e eu também não me importei, eu queria ir direto ao ponto. E foi isso que fiz.

Desatei a gravata, que já me sufocava, respirei fundo como fiz em todo o trajeto e soltei: “Cansei de tomar banhos gelados ao chegar em casa depois de deixar você, eu quero te comer, e agora, e tudo em você, suas pernas, seu olhar também. Diz que você me quer, mas eu preciso escutar de você, que você me deseja, que você quer sentir minha pele na sua e que você vestiu esse vestido apertado pra me provocar hoje, diz isso pra mim”.

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Ela não pronunciou nada, mas senti sua pele se arrepiar, sua respiração acelerar e ela apertar as pernas, mais do que apertou o caminho inteiro. Eu tirei meu cinto e acariciei seu rosto de forma lasciva, passei os dedos sobre os seus lábios com o pensamento que me suprimi há meses, o de ver e sentir sua boca em mim. Peço de forma firme e dominante que chupe meu dedo e assim ela o faz. Eu nunca imaginei na vida sentir tanto tesão em ter uma mulher chupando meu dedo assim. Eu a beijei, beijo quente, gostoso, de quem sabe que tem poder e sabe o que quer.

Ela sabia ser quente, doce e safada ao mesmo tempo. Abri seu vestido e tive a visão do paraíso, melhor do que tinha imaginado nas minhas masturbações matinais antes de sair pra o trabalho. Seus seios eram lindos e pediam para serem chupados. Abocanhei um e sem pestanejar acariciei com os dedos o outro, apertando e sentindo firmemente o quanto era gostoso, pesado e delicioso. A beijei novamente e dessa vez perdemos a razão. Ela me beijou de forma safada e gemia, tirei seu cinto, ela tirou meu paletó, e não tenho ideia de onde ela o colocou, pois no instante em que ela o fazia eu percorria minha mão sobre suas coxas, abrindo-as e, pra minha surpresa, no lugar de sentir um tecido, eu senti carne, pele e sua buceta molhada. Eu praticamente gritei de desejo e de vontade: “Meu Deus você estava sem calcinha essa noite inteira, como isso é possível?” E penetrei meus dedos nela, sentindo o quanto apertada ela era e o quanto ela me queria. Me tocou por cima da calça e sentiu que eu estava a ponto de explodir de tesão. Eu estava rígido, duro e louco pra devorá-la.

Ela me empurrou no meu assento, abriu minhas calças e colocou o meu pau pra fora, me chupando deliciosamente. Ela colocava toda a minha potência na sua boca e lambia sem nenhum pudor o que me deixava extremamente satisfeito. Ela chupava e batia uma punheta vigorosa, eu ia gozar assim, não queria que isso acontecesse. Não agora. Então eu falei: “Para”.

Abri o porta luvas do carro e achei um preservativo que eu sempre deixava lá, não por motivos de ser um cara conquistador, mas ninguém sabe quando essas coisas irão acontecer. Sempre fui prevenido e responsável, acho que isso me fez chegar onde cheguei. Revesti o meu pau com a camisinha e nossos olhares conversaram silenciosamente. Ela atravessou o painel do carro, sentou na minha perna, me beijou como uma menina doce mas que tinha uma gata presa dentro de si, doida pra ser libertada, colocou as mãos no volante do carro, e sentou sobre o meu pau, centímetro por centímetro e me torturou, ela sabia ficar no controle, sabia o que um homem queria, ela sabia ser ela. Eu à idolatrava e agora mais ainda! Ela contraia sua buceta sobre o meu pau e eu enlouquecia.

Segurei sua bunda e coxas e a fiz rebolar cada vez mais rápido, profundo e provocante. Sempre a quis assim, ela tremia e eu sentia que ela estava perto de gozar, levantei sua bunda e a fiz empinar pra mim, beijei suas nádegas várias vezes, a chamei de gostosa, safada e enfiei um dedo, dentro do seu bumbum e com a mesma mão acariciei
o seu clitóris. Ela gemia feito uma cadela e pedia mais. A senti gozar sobre mim feito uma deusa.

Sem pestanejar, não demorei e a penetrei fundo pois agora era a minha vez de mostrá-la o quanto ela me dava prazer e, pra minha surpresa, no lugar de vê-la só me sentir ela rebolou pra mim e eu não suportei mais o tesão que estava preso em mim por tantos meses, explodindo de prazer.

Nossos corpos colaram após o clímax de suor, ela encostou a cabeça sobre meu ombro e eu só sussurrei: “Não vou passar mais oito meses esperando pra te ter de novo, eu te quero agora de novo e na sua cama.” Ela me beijou e disse: “Você me deixa louca, não sabe o quanto eu te desejei e te desejo, vamos!”

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