O que você procura?

Chegou notificação no meu celular. Ele vibrou e acendeu intensamente. Estava em reunião mas não resisti a olhar a mensagem. Era ele novamente. Com o mesmo discurso de que nós precisaríamos nos ver de novo, beber e conversar.

Ele mexe comigo sem nem precisar fazer esforço. Alto, bonito, moreno e experiente… é isso que mexe comigo. Ele sabe conduzir toda a conversa e, mesmo quando não há assunto, ele consegue me envolver, fazendo com que meus olhos não saiam da boca dele, que está sempre molhada. Sai do trabalho correndo e fui direto pra casa dele. Só deu tempo de passar o batom vermelho e o perfume envolvente.

Chegando lá subi os 11 andares com os olhos fixos na tela do elevador. O pescoço já estava quente e as pernas trêmulas. Sai do elevador e fui em direção ao apartamento, aquela porta de madeira, rústica, era a primeira impressão de que a noite seria daquele jeito.

Eu me aproximei e, antes que eu tocasse a campainha, ele abriu a porta. Com aquele sorriso largo, os braços abertos e uma cerveja na mão, me deu um beijo molhado na bochecha que me refrescou até o pé. Mal entrei e ele já me deu a cerveja que estava bebendo, pra entrar naquela vibe louca. A casa não tinha sofá, nem mesa, nem geladeira. Mas tinha tudo que a gente precisava.

Sentamos no chão e quando fui ver já tinham 15 latinhas em volta da gente. O papo é bom, mas sei que ele pode ser melhor. Me distraí e, de repente, voou latas de cerveja e aquele homem todo em cima de mim. Tomei um susto, mas não tive tempo de ter reação, porque ele sabe dominar tudo. Veio pra cima de mim, me fez deitar e quando me dei conta já estava sem blusa. Aquela barba bruta arranhava meu pescoço e ia descendo… o beijo era intenso, bruto, minha boca já estava latejando, mas eu não queria parar. Meu único objetivo ali era continuar, não podia cogitar a hipótese de parar com aquilo.

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Aquele homem me dominando de um jeito que nunca ninguém fez. O ar fresco se tornou um calor insuportável, mas não devido ao tempo e sim ao fogo que nos consumia. Foi ali que tudo aconteceu. Naquele chão frio, que ficou tomado pelo nosso suor. Era beijo, mordida, puxão de cabelo, até que saiu da minha boca o pedido que ele me batesse. Ele me olhou fuzilando, sério, suado e cheiroso ao mesmo tempo. Pegou com força meu cabelo e pediu pra eu repetir. Não consegui, aquele olhar estava me hipnotizando.

Ele me deu um tapa e, ao mesmo tempo, entrou em mim com toda força possível. Prendeu as pernas no meu quadril e de lá não podia mais sair até que ele quisesse me tirar. Estava toda arrepiada e molhada. Eu, que sempre fui tão dominadora, estava ali, dominada por ele. Não queria que ele saísse de mim, só pedia pra ele continuar. Ele, em um simples movimento, me virou de bruços e, sem que nada saísse do lugar, ele só pediu pra eu empinar minha bunda. Eu disse que não. Minha autoridade é mais forte do que eu, como eu poderia ser dominada assim? Mas dessa vez ele não pediu, simplesmente me fez empinar. Puxou forte meu cabelo, tão forte que minha cabeça quase saiu do lugar.

Chegou perto do meu ouvido e com aquela voz grossa disse: “Faz o que eu tô mandando”. Eu fiquei calada por um segundo e depois não aguentei mais. Tive que soltar todo aquele gemido que tinha dentro de mim. E daí que ele estava me dominando?

Não existia nada melhor do que ele me dominar naquele momento. Eu não sabia o que estava acontecendo, mas ele parecia ter umas cinco mãos. Ele tocou no lugar certo. Da forma certa. Na intensidade certa. E quando eu já estava trêmula e com o corpo todo dormente ele parou e disse: Não! Você não vai gozar agora! Eu pedi pra ficar por cima e ele sequer respondeu. Apenas segurou nos meus braços e me levantou. Ficamos em pé e ele me pressionou contra parede. Levantou meu braços. Lambeu minha boca. Lambeu meus peitos e encaixou de forma exemplar. Segurou forte no meu pescoço com as duas mãos e fechou os olhos.

Naquele momento eu tive a permissão dele pra soltar aquilo tudo que estava dentro de mim. Zero frescura. Zero pudor. Zero vaidade. Depois de um ápice, dois gritos e uma conclusão: aquele homem era o Rodolfo. E isso tudo não passou de uma imaginação alheia.

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