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[+18] NO ESCURO

Flavia Oliveira

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S. chegou cansada do trabalho, tomou banho e ligou o computador, queria ter algo gostoso pra fazer, relaxar, conversar com alguém informalmente. Já eram mais de 19 horas quando ela pensou em navegar em uma dessas salas de bate-papo da internet em que só rola conversas calientes.

Ela colocou um nick: sozinha. Ao entrar na sala várias pessoas puxaram conversa com um oi, mas um nick chamou-lhe a atenção dizia: H Sexo Escuro.

Ela mandou mensagem e perguntou o que seria sexo escuro, e ele a respondeu dizendo que se ela quisesse descobrir poderiam se encontrar em um quarto de hotel no escuro e transar sem precisar saber nem do nome um do outro e nem da face. Ele passou um endereço e um número de quarto em um hotel na parte nobre da cidade. S. ficou curiosa e pensou em como seria a sensação de transar com alguém sem saber o nome e nem o rosto.

O rapaz com nick estranho continuou digitando dizendo que ela iria adorar, que seria uma experiência maravilhosa, que ele tinha um corpo legal e que era uma experiência que ele gostaria de ter.

S. não pensou muito e aceitou, anotou o endereço em um papel, trocou de roupa, pegou a chave do carro e seguiu rumo ao endereço, parando o carro na frente de um hotel que jamais tinha visto naquela parte da cidade. Entrou no hotel e conversou com o recepcionista dizendo que iria para o apartamento 401; o mesmo simplesmente mostrou o elevador.

S. entrou no elevador refletindo no que estava fazendo, e o quanto poderia ser arriscado, mas ela estava curiosa, queria viver isso, era mais forte que a racionalidade dela, algo diferente e novo naquele momento.

Chegou no andar, procurou o apartamento e quando viu a porta do quarto descrito pelo rapaz da internet estava entreaberta. Ela bateu na porta e escutou uma voz imperativa e máscula vindo de dentro do quarto: “Entra e fecha a porta”. O quarto estava muito escuro, ela não conseguia enxergar praticamente nada mesmo com a porta entreaberta, quando a porta fechou, escuridão total. A voz falou de novo, dessa vez mais próximo a ela: “Boa noite, deixa eu te ver com as mãos, e passou a apalpar seus braços, ombros, barriga e cabelo. S. respondeu: “Não consigo ver nada”, e o rapaz desconhecido disse: “Eu também não, mas não preciso de olhos pra saber o quanto você é gostosa, só em te apalpar de forma rápida estou excitado. Sente”.

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Ele pegou a mão dela e a fez tocar o seu pau, com algum tecido, S. não sabia distinguir se era uma calça de moletom ou uma cueca. Ele a puxou mais pra perto e a beijou. Se beijaram com devassidão e luxúria. Ela tocou o peito sem camisa e sentiu o quanto era forte e sarado. S. estava mais que molhada, estava com as pernas bambas de tesão, desejosa por sexo. Ela não sabia se perguntava como o chamava ou se continuava a dança do acasalamento no escuro. Quando ela deu por si ele estava tirando sua camisa e seu sutiã, tocou o seu seio direito, apertou o mamilo, acariciou, chupou e cheirou. Partiu para o o outro seio e fez a mesma coisa, saiu beijando sua barriga até o umbigo, se ajoelhou, puxou com rapidez e de uma única vez a saia e a calcinha que ela estava usando e as deixou nos seus pés. Tirou os sapatos dela e retirou do caminho dos seus pés a saia e a calcinha encharcada. Separou as pernas dela, soprou na sua virilha, sentiu o cheiro e começou a passar o dedo lentamente sobre o clitóris de S., ela gemeu, e ele enfiou sem força um dedo dentro dela. Depois tirou o dedo e começou a chupá-la, atravessando a língua pelos contornos do seu sexo, sugando. S. gemia e achava estar sonhando, ele soprava a sua virilha e contornava seu clitóris com a língua devagar e de forma extremamente doce, S. estava a ponto de gozar.

Ele a puxou pelo braço dizendo: “Vem que eu quero te foder”, e ela o seguiu no meio da escuridão, ela sentou em uma cama e sentiu ele em pé na sua frente, procurou o sexo dele e começou a toca-lo de baixo pra cima, apertando. Em seguida colocou a língua nessa fricção. Ele gemia enquanto ela lambia e sentia o gosto de cada centímetro do pau dele. Passava a língua na extremidade e o engolia de uma única vez. Ela acariciava a barriga dele, que informava que ele malhava, e o chupava da forma mais safada que podia. De forma ríspida ele falou: “Para se não eu vou gozar e eu quero foder a porra dessa buceta gostosa que você tem!”.

Ele a puxou e a colocou de quatro na cama. S.escutou um barulho de um plástico se rasgando, o preservativo, e sentiu a mão forte dele na sua bunda, em seguida nas costas e depois nos cabelos. Ele a agarrou pelos cabelos, mordeu sua orelha e disse: “Eu vou te foder inteira, é isso que você quer? É isso que você tava procurando naquela sala não era?” e S. simplesmente disse: “Só me come e cala a boca”.

E ele a penetrou devagar, e a fez sentir cada pedacinho do seu membro dentro dela. Só existiam gemidos nesse momento. A dança começou de forma frenética entre os dois. Ele a penetrava com maestria e rapidez e a fazia dizer : “Mais forte, me come, me fode”, e ele dizia: “Isso, pede pau, pede”. Estocava cada vez mais forte dentro dela, segurava seus cabelos com uma mão e com a outra mão acariciava e apertava sua bunda. Nessa brincadeira safada brincava com o dedo na entrada do cu de S., ele gemia e falava: “Você é maravilhosa, gostosa, eu vou explodir se eu não gozar agora”, S. gemia. Ele soltou os cabelos dela e continuou socando forte e devagar, forte e devagar. Ele respirava forte e ela entrava em um transe de prazer. Em um momento único entre os dois chegaram ao clímax, suados, exauridos e realizados.

Depois da transa S. tentou procurar suas roupas no meio do escuro. O jovem rapaz, o qual ela jamais saberia o nome, a ajudou. Ela se vestiu, sem ter ideia se tinha vestido suas roupas de forma correta, disse adeus ao rapaz, fechou a porta do quarto e foi embora. Chegou em casa, caiu na cama e acordou no dia seguinte pensando que tudo tinha sido somente um sonho.

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