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[+18] A NOITE QUE FUI… PELAS MÃOS DE RODOLFO

Hugo Ruffo

Colunista Superela

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Já fazia tempo desde a última vez… Estar em casa, sozinho, só fazia lembrar sua voz… seu cheiro… E o jeito com que sua dominância se perdia com o meu olhar.

Sua visita nunca foi tão desejada. Mas hoje há algo diferente. Ou melhor, havia algo diferente com aquela mulher. “Tempo de mais”. Hora de agir.

“Mensagem enviada” dizia o celular. “Agora é só esperar”

Bem sucedida e com uma autoconfiança nítida, passando a mensagem clara de que não era uma mulher para qualquer um. – “Ela é minha”. Por trás daquele porte de mulher havia toda uma fragilidade e desejo por alguém que a torna-se submissa, nem que por apenas um instante. Não, ela não negaria mais um convite para beber e conversar. E algo mais como sempre.

Isso ficou bem claro na primeira noite que passamos juntos. A surpresa em seus olhos quando a coloquei contra a parede, puxando seus cabelos e mordendo seu pescoço. Suas unhas arranhando minhas costas enquanto nos beijávamos e meu corpo envolvia o dela.

“Estou a caminho”

Era só questão de tempo até seu cheiro invadir minha sala novamente. Da varanda , enquanto tomava a primeira cerveja da noite, relembrava a última vez. No início ela tentou resistir, num esforço que, como sempre, seria inútil; eu já a conhecia, foi fácil desarmá-la. Bastou beijá-la do jeito certo e tocá-la nos lugares certos.

Ela se esforçava em não se render, enquanto isso minhas mãos subiam por suas pernas fazendo sua respiração ficar cada vez mais ofegante e cheia de desejo. Ela já mordia os lábios quando fiz sua saia voar para o outro lado da sala. Pelos dois braços a levantei, forçando com que sentasse em meu colo. Neste mesmo momento, ela tirou sua blusa e logo depois minha camisa. Seu corpo e o meu, já suados, se entrelaçaram. Minha barba a deixava vermelha enquanto beijava cada parte de seu corpo. Foi o começo de algo que acabou em suor, gemidos e prazer. Muito prazer.

“Lá está ela”

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Seu carro estacionou em frente ao prédio e o porteiro anunciou sua chegada. Hora de mais uma cerveja. Apenas para descontrair. Não havia tensão no ar. Eu já sabia exatamente como seria aquela noite. A surpresa seria toda dela; já sabia todo o poder que tinha frente a ela e hoje ela saberia exatamente quanto. Abro a porta. Seu dedo já alcança a campainha e foi clara a sua surpresa.

“Apenas a primeira da noite.”

Um sorriso, braços abertos e, claro, uma cerveja para que ela entrasse no clima. Não há formalidades entre nós e até meu apartamento deixa isso claro. Um beijo, no rosto, apenas para ver a reação da sua pele. Seu corpo gelou e arrepiou.

“Não tão rápido.”

Ela não veio totalmente despreparada. Seu batom vermelho não passava um sinal tão claro quanto sua saia, que com ela sentada ao chão me mostrava exatamente o caminho a seguir. Era fácil imaginar meus beijos subindo por entre suas coxas enquanto suas mãos puxavam meu cabelo, tentando se decidir se diziam para parar ou seguir em frente. Sabe o efeito que seus peitos têm aos meus olhos. Era quase impossível resistir à visão daquele decote e a como sua blusa deixavam marcados todos os detalhes que me faziam desejar deslizar as alças por seus ombros e beijar cada pedaço de seu corpo.

“Um pouco de conversa antes. A surpresa pode esperar.”

Pouco me importava sobre o que falávamos. Apenas aguardava o momento certo, enquanto em minha imaginação já podia vê-la completamente nua e submissa. Ela olhava fixamente para minha boca, revelando que seu desejo era o mesmo, mas ainda mantinha sua postura de mulher dominante. Era isso que me enlouquecia.

“Hora de fazê-la entender”

Ela não teve como reagir. Mal pode se mexer quando a fiz deitar tirando sua blusa. Seu corpo se arrepiou com os primeiros beijos que subiam de seu umbigo ao pescoço. Fiz questão de arranhá-la com minha barba. O que sempre foi meu marco e hoje não vai ser diferente. Seus cabelos já estavam amarrados à minha mão antes mesmo que ela pudesse reagir ao beijo. Estava desarmada agora, pega pela surpresa.

Ela tentou se afastar, recuperar o fôlego e resistir. Em vão. Meu corpo já pesava sobre o dela. Suas pernas já envolviam minha cintura. Seus olhos não conseguiam focar em nada e sua boca aberta esboçava um gemido ainda sem som. Suas mãos já tiravam minha camisa, fazendo com que nos separássemos por um instante.

“Ela é minha.”

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O chão frio já estava molhado de suor. Nada como o tesão para mudar as coisas. Agora com ela sentada em meu colo, podia morder seu pescoço enquanto puxava seu cabelo com força. Sua cabeça caída para trás era um convite para descer minha boca de seu pescoço para seus peitos. Ela já estava vermelha. Eu já não podia dizer se por minha barba ou pelo calor do momento. Não havia mais roupa nos separando. Calor. Seu corpo estava quente e molhado, por fora e por dentro. Como e onde eu queria. Toda minha e submissa.

“Surpresa.”

Ela tinha se entregue. Não conseguiria resistir àquele prazer, que agora escorria por suas pernas, nem que de fato quisesse. Sentada em meu colo, totalmente encaixada. Tudo que seu corpo trêmulo conseguiu soltar foi um pedido: “Me bate”. O doce sabor da vitória.

Agora podemos continuar. Seu rosto se virou com meu tapa, ao mesmo tempo em que nele o prazer se tornou nítido quando meu pau deslizou de uma vez para dentro dela. A força foi tanta que ela deslizou pelo chão enquanto soltava um gemido tão alto que ecoava pela sala. Não podia se mexer. Seu corpo estava tremulo. “Mete” era tudo o que ouvia em meio aos gemidos enquanto metia com toda força. Sua buceta, cada vez mais molhada, agora esboçava os primeiros espasmos. Gemidos viraram gritos. Calor. Suor. Já havia destruído sua autoridade. Agora queria mais.

“Agora de quatro.”

Sem aviso algum me afastei e a virei de bruços. Molhada. Como estava molhada. Sua buceta agora encharcada fazia movimentos completamente involuntários. Não havia poder dela sequer sobre ela mesma. Mas num lampejo de consciência ela se negou. Insolente. Não, você é minha e isso não vai ter volta. Afastei suas pernas e a puxei pelo quadril empinando sua bunda. Ela podia sentir meu pau prestes a invadi-la novamente. Mas não sem um aviso.

“Faz o que eu to mandando, porra.”

Quase arranquei seus cabelos ao dizer isso em seu ouvido. Com ela, agora de quatro, podia tocar seu clitóris, enquanto fazia sua bunda bater contra o meu corpo. Seus gritos mal podiam sair por sua boca, agora que a apertava pelo pescoço e forçava seu corpo contra o meu. Cada vez mais forte. Cada vez mais fundo.

“Ainda não.”

Pude sentir seu corpo trêmulo. Seus olhos sem foco. Sua boca aberta e muda. Sua respiração completamente sem ordem. Vê-la de quatro e sentir meu pau prestes a fazê-la gozar era ótimo. Mas ainda não era hora. Ainda havia muito o que fazer aquela noite. A puxei pelo cabelo mais uma vez. “ Não! Você não vai gozar agora”. Não foi um pedido e isto estava claro. Era uma ordem. Ela se largou ao chão e se virou para mim. “Eu por cima… Por favor?”. Não.

“Você faz o que eu quero”

A peguei pelos braços e a levantei. Agora contra a parede levantei seus braços e me deliciei com o seu corpo suado. Beijos. Mordidas. Lambidas. A girei colocando-a de frente para a parede. Suas mãos deslizaram, fracas, até a altura de seus ombros enquanto meu pau deslizava mais uma vez para dentro dela. Não havia mais resistência. Apenas um gemido curto e seco. Ela agora mal podia ficar em pé.

Então a virei novamente. Suas pernas tremulas e molhadas não aguentavam mais e pediam pelo prazer final. A levantei contra a parede. Segurava por baixo de seus joelhos e ela pela minha nuca. Seu prazer escorria de sua buceta para meu pau. Ambos molhados. Apoiada contra a parede agora podia segurá-la pelo pescoço com as duas mãos.

Ela me olhou nos olhos como quem pedia permissão. Respondi fazendo com que meu pau se encaixasse por inteiro. Seus olhos se arregalaram e ela entendeu que tinha a permissão para soltar tudo o que estava dentro dela. Eu mesmo já não aguentava mais me prender. Zero frescura. Zero pudor. Zero vaidade. Gozamos em um único ápice. Houve dois gritos e uma certeza: aquela mulher era Ane. E em sua imaginação eu era mais vivo do que qualquer homem em sua realidade.

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