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Combinei o início da sessão de fotos em uma área verde no centro da cidade, lugar bonito, árvores, ar livre, tudo que eu poderia desejar para me sentir mais solta para ser fotografada. Sempre detestei que tirassem fotos de mim, pois me sinto sem jeito e nada sexy, mas pelo meu noivo estava disposta a este esforço para presenteá-lo com um book meu, pois era tudo o que ele desejava.

O fotógrafo, com quem fechei a sessão de fotos, parecia ser bastante profissional por e-mail e por telefone; eu o estava aguardando sentada no banco de praça com minha bolsa com roupas, maquiagem e alguns acessórios que levei, mesmo com ele dizendo que não teria necessidade. Ele chegou, se apresentou, bonito, elegante e com rosto aristocrático, do tipo de homem que as mulheres se entregam fácil e que, com certeza, já machucou muitos corações.

Começamos as fotos e ele sempre repetia: “Se solta mais, não está natural, mostra essa mulher maravilhosa que têm aí dentro de você”. Eu tentei inúmeras vezes ficar mais natural, menos robótica a cada foto, mas ele não estava nada feliz. De repente, ele grunhiu e falou: “Olha, sinceramente, quer tentar fazer essas fotos no meu estúdio? Garanto que elas ficarão menos artificiais e muito mais leve, elas não estão naturais, nem parece que é você nas fotos, olha aqui” e me mostrou na câmera uma foto minha com as pernas apertadas como se escondesse algo ou estivesse com medo. Por fim, eu falei: “O profissional aqui é você, vou seguir o que disser Max”.

Pegamos nossos carros e sai o seguindo até um prédio alto em uma rua deserta na Paris VII um dos bairros de Vanglória. Subimos o elevador, Max com vários equipamentos, o elevador parou no terceiro andar e saímos em um hall, que lembra as cenas do hotel do filme “Uma linda mulher”.

Ele parou na porta do apartamento, abriu a porta e me deu permissão pra entrar. Entrei em um apartamento espaçoso, com uma decoração de gosto requintado, um sofá branco, que dava ar de limpeza e pureza ao lugar, quadros grandes e uma mesa de vidro na entrada da sala. Sentei em uma das cadeiras altas do bar e joguei minha bolsa no chão, no mesmo instante Max disse: “Olha, vem cá, senta aqui no sofá, tira suas sandálias e prende o cabelo, do jeito que você achar melhor”. Sentei no sofá, prendi o cabelo e tirei as sandálias. Ele montou uma câmera na frente do sofá e disse: “Deita e finge que dorme um sono profundo e gostoso”.

Fechei os olhos e respirei fundo, só escutava os cliques da câmera junto com um eco, eu já estava desistindo da ideia dessas fotos e pensando em fazer uma viagem como presente de aniversário para o Caio. Os cliques pararam e senti um perfume bem próximo a mim, Max estava ajoelhado ao pé do sofá olhando pra mim. Contornando com os olhos a minha boca disse: “Você é linda” e me beijou. No lugar de fugir, correr, ou parar, eu o beijei na mesma intensidade ou maior do que ele me beijou. Eu o beijava, tocava seus cabelos macios e sentia seu cheiro embriagando o meu consciente que me fazia sentir a aliança na minha mão direita.

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Ele percorreu a mão pelas minhas costas e apertou minha bunda por cima das calças. Nos beijávamos como se nossas bocas se conhecessem há muito tempo, não tinham palavras ou conversa, eu sentei no sofá, ele ficou ajoelhado entre os meus joelhos e falei: “Meu Deus, eu nem sei o que eu tô fazendo” e ele disse: “Nem eu, mas não quero parar” e tirou minha blusa. Eu o beijei, dessa vez mais doce, passei meu nariz no seu pescoço, o fiz ficar de pé e fiquei em pé também, tirei sua camiseta e beijei seu peito. Ele abriu meu sutiã, meus seios saltaram com os bicos duros e empinados implorando para serem lambidos, sugados e chupados e Max entendeu o pedido silencioso deles. Me deitou no sofá e chupou meus seios como ninguém nunca os tinha chupado. Ele lambia, sugava, mordiscava, abocanhava, amaciava ambos com as mãos e beijava em seguida minha boca. Repetiu essa dança por duas vezes até tirar as minhas calças e me deixar só de calcinha no meio da sala. Ele saiu e voltou alguns segundos depois com um câmera pequena na mão e disse: “Se toca. Se masturba por você e por mim”.

E assim fiz, deitada no sofá coloquei minha mão dentro da calcinha e toquei meu sexo, sentindo o quanto eu desejava ser possuída e amada. Eu queimava de calor e luxúria. Me tocando passei meus dedos por cada dobra do meu abismo. E gemia. Ouvi cliques e mais cliques de uma câmera que meu consciente esperava que viesse de um além. Max largou a câmera se ajoelhou novamente ao pé do sofá, tirou as calças e a cueca box, que parecia ser feita sobre medida, e seu pau apareceu latejando pra mim, duro, da onde escorria um líquido viscoso, um líquido de desejo, ele me desejava. Abriu então minhas pernas, tirou minha calcinha azul cor do mar e jogou vento a fora naquela tarde ensolarada, e caiu de boca na minha virilha. Lambeu cada ponto do meu sexo, cada milímetro e me fez sentir nervos que eu sozinha jamais descobriria que existiam naquela região do meu corpo. Eu gozei com sua boca entre as minhas pernas e ele só dizia: “Quão doce você é”.

Me pediu pra ficar de quatro em cima do sofá, admirou minha bunda, passou os dedos pelo meu sexo, segurou minhas nádegas com as duas mãos e ficou atrás de mim. Esfregou várias vezes seu pau na minha buceta. Passava a cabeça do pau pela minha bunda e o escorregava até a entrada da minha buceta encharcada. Eu já não aguentava mais, e eu simplesmente pedi e ouvi a minha própria voz falar em alto e bom som: “Me fode Max, me come, eu quero você dentro de mim, agora, por favor”.

E ele me penetrou. Estocou uma, duas, três vezes e parou dentro de mim, me sentiu o apertar, senti meus músculos contraírem e relaxarem em torno do seu pau, e ele continuou estocando e me fodendo pausadamente em um frenesi absurdamente d-e-l-i-c-i-o-s-o. Eu gemia e pedia mais e ele estocava cada vez mais forte, mais másculo e eu rebolava delicadamente sentindo o seu pau fundo em mim. Suas mãos prendendo com força meu cabelo e ele falava: “Isso rebola, minha puta gostosa, me dá essa buceta”.

De repente, eu vi estrelas pelo teto da sala e um arrepio maravilhoso percorrer a minha coluna, eu gozei freneticamente com ele me fodendo de quatro.

Ele saiu me puxando pelo cabelo, ficou de pé e mandou-me ajoelhar e chupa-lo. E assim fiz. Chupei todo o seu pau, o engoli por inteiro, gemia em ver o rosto dele se contorcer de prazer, lambi suas bolas, cuspi e continue o chupando, dessa vez com a minha mão firme seguindo o caminho da minha língua. Ele tremia, eu sabia que seu clímax estava próximo, e assim aconteceu. Senti escorrer na minha boca todo o seu prazer e tomei cada gotinha mágica dele.

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