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Quem nunca sentiu ciúmes, brigou por ciúmes, terminou relacionamentos por ciúmes? Esse sentimento muito comum está presente na maior parte dos relacionamentos. Mas, no final das contas, é bom ter ciúmes?

Na minha opinião não existe ciúmes bom. Tem gente que fala que é legal para apimentar a relação, mostrar que se importa, mas existem outras maneiras de apimentar relação e mostrar que se importa. Maneiras bem menos desgastantes, diga-se de passagem.

O ciúme vem da insegurança. Pessoas inseguras não sabem o valor que tem, não se amam, não se aceitam, estão sempre em busca de aprovação. Pessoas inseguras tem vergonha do corpo e precisam ouvir o tempo todo que a pessoa amada se importa com ela, a aceita, e precisa dela.

Se você se relaciona com alguém assim, deve ajudá-lo a desenvolver autoconfiança e amor próprio. É impossível ser feliz sem saber o seu valor na relação.

Uma pessoa segura é consciente do seu papel, da sua importância. Sabe que não adianta querer estar no controle de tudo, porque cada um é livre para fazer o que quer, para seguir o caminho que escolher.

Uma pessoa segura não precisa controlar cada passo do outro, sondar todas as pessoas com as quais o outro conversa, porque ela sabe que a fidelidade é algo que vem de dentro de cada um.

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Fidelidade não pode ser imposta a outro ser humano, é uma qualidade inerente, um valor que faz parte da construção do caráter. Não se pode obrigar alguém a ser fiel. Uma pessoa segura aceita essa realidade e respeita a escolha do parceiro por mais duro que seja. Mas atenção, não estou dizendo que a pessoa segura aceita ser traída. Ela sabe o seu valor e quando identifica que o cara não a valoriza do jeito que merece, não pensa duas vezes para dispensá-lo.

Só que é muito difícil ter este autocontrole, porque, quando estamos apaixonados, queremos aquela pessoa só para nós, inclusive nos sentimos donos daquela pessoa a ponto de impor regras no relacionamento. Só de imaginar que a pessoa que amamos está conversando com outra, ou que tem outra pessoa interessada nela, nós já perdemos o rumo e somos invadidos por várias suposições e desconfianças.

Agora pensa comigo, desde quando para amar alguém devem existir regras? Se o amor é um sentimento incondicional, porque vamos querer cerca-lo e oprimi-lo dentro daquilo que consideramos certo?

A resposta para estas perguntas é porque temos medo. Medo de abandono, medo da traição, medo de sair ferido e machucado. Existe uma frase universal que foi dita de maneira muito sábia por Paulo de Tarso: “no verdadeiro amor não há temor”.

Se apegue a isso e entenda que o amor é uma aventura. Nunca teremos certezas e garantias. A vida é um misto constante de decepções e alegrias. Permita-se viver e amar. Arrisque-se! Que sentido teria a vida se tudo sempre fosse como a gente deseja? Seria muito sem graça ganhar sempre. Os altos e baixos é que nos ensinam a ser cada dia melhor. Então, deixe de lado a desconfiança e permita-se ser feliz.

Não sufoque o amor! Não controle o amor! Por que a beleza do amor é essa: ele está sempre dentro de nós, mas, ainda assim, sempre fora do nosso alcance.

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Imagem: pinterest.com/superelaoficial

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