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[+18] INVEJA FELINA

Jocê Rodrigues

Colunista Superela

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“Eu quero que você me foda no tapete”, disse em tom malicioso dentro de seu vestido preto decotado. Gosto disso, de gente que sabe o que quer e como quer. Os movimentos dela sempre foram charmosos demais, sensuais demais. Movimentos felinos. Tudo calculado, cheio de graça e de elegância. A pele dela era firme feito a vontade que eu sentia pelo seu corpo.

Sempre pensava em como seria comê-la de salto alto preto. Não era só o salto, havia toda uma composição que incluía vestido e gargantilha. Sim, uma gargantilha onde eu poderia agarrar e puxar enquanto ela estivesse rebolando furiosamente em cima de mim. Fetiche pode definir, mas seria uma maneira simplista de expressar aquilo que só o atrito entre dois corpos pode dizer. Pensava em como seria bom colocar a calcinha dela de lado, segurando com tanta força pra mantê-la empinada pra mim que provavelmente rasgaria a peça em quatro ou cinco firmes estocadas.

Não levou muito tempo até descobrir que transar com ela era algo bem maior do que tudo aquilo que eu havia imaginado em meus momentos de voo imaginário pelo céu situado entre as suas pernas. Era incandescente. Seu desejo não tinha pressa. Um passo por vez, mas com a intensidade de quem caminha rumo ao objetivo logo em frente, inabalável.

Foram alguns meses cobiçando aquela boca, aquelas coxas e olhos. Gosto de transar olho no olho, sentir o prazer faiscando no fundo da íris. Prova que estamos vivos, que mesmo que a morte nos espreite durante toda relação sexual e que sempre nos beije a espinha no momento do gozo, estamos vivos.

Finalmente havia chegado o dia. Depois de algumas taças de vinho e pouca conversa, estávamos finalmente a sós. Digo que foi pouca conversa no sentido de que não precisamos fingir muito, não precisamos fazer o rodeio que todo mundo faz quando quer transar com alguém. Se não me engano, nossa primeira conversa foi sobre gatos. Seu gosto por gatos me chamou a atenção desde o início porque os gatos de cor preta eram os seus preferidos. Não sei explicar bem o motivo, mas achei sensual. Quando falamos sobre amigos de pelo, não falamos sobre como são fofos ou isso e aquilo, falamos sobre a inveja que instintivamente sentimos quando os bichanos estão a farrear nos telhados alheios.

– No fundo, atiramos pedras e sapatos nos coitados porque não temos a liberdade de fazer o que fazem – arrisquei dizer.

– Os gatos são os verdadeiros mafiosos da noite – me relatou, como se fosse a minha informante no meio da gangue felina. Seguiu me dizendo que quando a fêmea está no cio, vários pretendentes se reúnem e travam uma briga pra ver quem vai ter o direito de trepar com ela. – É viril, é como a nossa sociedade, com esse joguinho entre homens e mulheres que disputam quem vai comer quem. A diferença é que os gatos não precisam fazer isso por baixo dos panos – concluiu.

Acho que foi exatamente aí, nesse momento, que eu tive certeza de que a queria na minha cama (ou, na falta de um telhado, no chão do apartamento dela).

– Preciso mostrar os dentes para alguém se quiser dormir com você? – perguntei em uma das noites que passamos acordados trocando mensagens sobre sexo, gatos e rock.

– Se tem que mostrar algo para alguém, é para mim e não estou falando dos dentes – foi a resposta.

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É sério, não me deixe ficar à vontade com você. Não terei paciência de ficar de léro se o que eu quiser for cair de boca entre as suas pernas. Não, não me leve a mal também. Não sou um tarado ou ninfomaníaco sem noção e inconveniente. Não é isso. Tenho amizades do sexo feminino como qualquer pessoa, a diferença é que eu acho que a vida é muito curta pra perder tempo fingindo que não tenho tesão por algumas delas. O lance é que não gosto de me fazer de amiguinho assexuado quando o que quero é descobrir o que você está usando por baixo do vestido. Se me sinto bem com isso? Sim, pra caralho. Se esse modo de encarar o mundo facilita as coisas? Não, nem sempre. Mas paciência.

Mostrei pra ela o meu tesão, agarrando-a pelos cabelos e beijando a sua boca, esgrimando minha língua na dela. Em troca, ela me mostrou aquilo que eu mais queria ver. E era linda. Pelos negros muito bem aparados margeando a virilha depilada sob os recortes da calcinha de renda preta que antes estava escondida sob o impecável vestido – imagem que me levou a ter sede, como se tivesse ficado uma semana no deserto sem saber o que é água. Não pensei duas vezes antes de mergulhar a minha boca sedenta naquele oásis.

– Fica de quatro – falei.

Minha sede não podia ser saciada de qualquer jeito. Precisava beber até a última gota dela e só quando ela estivesse de quatro eu iria conseguir. Me olha com cara de entendida e levanta do vestido, primeiro virando de costas pra me deixar ver a imagem da sua bunda enfeitada pelos arabescos da renda, agachando-se lentamente em um movimento felino até ficar sobre os joelhos e cotovelos, completamente empinada.

Fico pasmo. A ousadia dela quase me faz gozar. Ainda atordoado, a vejo lentamente levar a mão direita à parte de baixo da calcinha e a colocar de lado enquanto me olha fundo nos olhos. De sede eu não morro, constato.

Minha língua saboreia cada centímetro da sua buceta. Escrita assim mesmo, com “u”, uma letra visualmente aberta e gostosa. Aperto a bunda dela com as duas mãos enquanto enfio a boca o mais fundo que posso. Ouço um gemido crescente, entrecortado por palavras de ordem do tipo “me chupa” e “não para”. Em questões de instantes é ela quem me domina, se ajoelhando e abocanhando o meu pau. Gulosa, não hesita em continuar a me chupar mesmo quando engasga, deixando escorrer pelas bolas um caldo grosso de saliva e desejo.

Novamente de quatro, não há nenhuma resistência quando o membro entumecido roça os lábios da sua buceta molhada. Ela geme alto, pressente o que está por vir. Arranha o tapete, empina a bunda o máximo que consegue e me engole. Sinto-me pulsar dentro dela. Ela também sente e responde, rebolando com jeito, encaixando perfeitamente o seu sexo no meu, me lambuzando da cabeça até a base. Agarro a bunda dela com força, pra poder enfiar mais rápido e fundo. O gemido constante se transforma em urro. Dois animais libertos, felinos e no cio. Aumento a velocidade e a força. Furioso, o gozo dela explode.

Ela sabe. Sente. Depois de gozar, rapidamente se coloca de quatro, engole as minhas bolas enquanto bate uma punheta rápida e ágil. Me olha nos olhos, suplica a minha porra. Não resisto, gozo abundantemente. A cara dela se enche de satisfação quase maligna. Deixa o meu gozo escorregar dos olhos para a boca, procura-o com a língua, ainda agarrada no meu pau.

Quando nos deitamos exaustos no chão, ouço o rebuliço dos gatos começando uma orgia no beco ao lado do prédio e sorrio. Inveja é foda.

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