Quais desses temas você mais curte? Vamos fazer uma seleção especial pra você!










O que você procura?

A gente exerce vários papéis na nossa vida. Além de ser colunista de moda e estilo, eu sou tia, amiga, namorada, vizinha, filha, funcionária… Tudo ao mesmo tempo, assim como você, que também exerce vários papeis. Eu tento sempre ser coerente, sem que o comportamento que eu tenho ao encorporar uma personagem se choque com o comportamento que eu teria se estivesse exercendo outro papel.

Então, sabendo como funciona a psicologia do consumo e o que está por trás da “necessidade” de comprar coisas que a gente definitivamente não precisa, eu evito incentivar que você ou as minhas clientes da consultoria, comprem algum item só por comprar, e tento dar sugestões para substituir o consumo, como no texto falando sobre a Roupateca e o aluguel de roupas aqui, além de explicar como você pode multiplicar as suas possibilidades de looks com as roupas que já tem, nesse texto aqui.

Esse vídeo abaixo não é novidade pra quem acompanha o Superela. Já postamos na página do Facebook e a Naila Broisler usou aqui no texto dela sobre decoração. Mas se você ainda não viu, vale a pena o clique antes de continuar o texto:

Mais do que uma reflexão sobre o consumo desde a Revolução Industrial até o Lowsumerism, termo que junta as palavras “low” (baixo) e “consumerism” (consumismo) e significa a redução drástica do consumo cada vez mais exagerado e desnecessário, o vídeo pretende te fazer refletir sobre o ato de comprar. A moda agora é ser mais consciente e consumir menos. Ao invés de pensar “eu PRECISO dessa blusa”, “não tenho roupa pra sair”, “PRECISO trocar meu iPhone 5 pelo 6″, a Box 1824 (empresa de pesquisa especializada em tendências de comportamento e consumo) propõe outra lista de questões, que você deve se fazer a cada compra:

1. eu preciso disso?

Precisar é BEM diferente de querer. Você só precisa de um sapato para estar calçada para o trabalho e pode usá-lo todos os dias. Mas você quer usar um sapato diferente por dia.

2. posso pagar por isso?

Você vai conseguir pagar pela sua compra sem comprometer o seu orçamento mensal, ou vai se sacrificar por isso? Vai deixar de pagar alguma conta mais importante? Pode comprar algo parecido por um preço menor? Se a resposta for sim, repense.

3. estou comprando para afirmar minha personalidade?

Você está querendo se afirmar através desse objeto? Está querendo se sentir parte de um grupo ao mostrar que possui também esse objeto?

PARTICIPE: Tenho peitos pequenos, como posso valorizar eles com as roupas??
PARTICIPE: Blusa cropped, como posso usar?

4. sei de onde veio isso e para onde vai?

Outra crítica que o vídeo faz é sobre itens que têm um “selo verde” (orgânicos, biodegradáveis, recicláveis, eco-friendly, etc.). O impacto ambiental é menor, mas saber SÓ isso não basta. Um caso recente mostrou que a Zara vendia blusas feitas com algodão orgânico, mas produzidas em Bangladesh, onde é comum encontrar trabalhadores em condições de trabalho semelhantes à escravidão.

5. estou sendo iludida pela propaganda?

Vai comprar esse vestido pra ver se fica linda e feliz como a modelo parece ser no comercial, ou porque ele é a sua cara?

6. esta compra prejudica o planeta?

Hoje em dia, a gente tem mais opções de produtos que tem um “selo verde” e podemos optar por consumir itens que impactam menos ao ambiente.

7. quantas compras como essa o planeta suporta?

Um estudo mostrou que se todos consumissem como um estadunidense médio, seriam necessários cinco planetas Terra para satisfazer a nossa voracidade. Mas, a gente só tem um planeta Terra…

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Claro que consumir é necessário. Precisamos gerar a economia, e a gente realmente precisa comprar várias coisas. Não estou dizendo que ninguém pode comprar mais nada daqui pra frente. Na prática, o movimento exige três atitudes de alto impacto: pensar antes de comprar, buscar alternativas de menor prejuízo para os recursos naturais – como trocar, consertar, e fazer – e viver só com o que é realmente necessário, e isso é possível.

Eu precisei morar um período na casa do meu pai no ano passado, até conseguir voltar a morar sozinha de novo. Enquanto estava lá, eu só tinha uma mala, uma gaveta de roupas e poucos pares de sapato (uma sandália alta, uma sapatilha, um scarpin, uma rasteirinha e um tênis). Era um pequeno armário-cápsula que eu montei para usar no período que não teria acesso à todas as minhas roupas. Quando aluguei o meu cantinho, percebi que não precisava MESMO de tudo o que eu tinha, e doei tudo que eu não tinha sentido falta durante aquele período.

Não é difícil e faz uma grande diferença para nós e para as gerações que estão por vir! Vamos tentar?

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Imagem: pinterest.com/superelaoficial


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