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[+18] EM CHAMAS

Bella Prudencio

Colunista Superela

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“Dani, onde você está?”
“Estou quase em casa, por quê?”

Eu não sabia o quanto mandar mensagens era útil até eu começar a namorar com Hugh. Estávamos juntos há seis meses; eu havia até comprado um pacote com internet ilimitada, porque a gente conversava demais e, naquele dia, não estava sendo diferente.

“Quer vir para cá?”

Foi um convite um tanto quanto instigante, acelerei o passo, aumentei a música no meu fone, que naquele momento tocava Heart In A Cage do The Strokes, de forma que ele acompanhasse minhas passadas aceleradas. O fato era que eu realmente estava quase perto do prédio onde morávamos, ele era meu vizinho de frente, a pontada de adrenalina causada pela ansiedade e pela música durou alguns segundos.

Ao passar pelo corredor o porteiro me cumprimentou, como era o costume dele. Tudo parecia muito normal, mas dentro de mim eu sabia que aquilo ia ser diferente, pelo menos naquela noite.

Apertei o botão do elevador, mas ele já se encontrava no térreo. Assim que pus o pé no mesmo, recebi duas novas mensagens, naquele momento percebi que havia faltado sinal em algum canto do breve caminho e as mensagens haviam chegado acumuladas.

“Preciso de ajuda na cozinha, sabe aquela “farofa” que você fez esses dias? Então, acho que eu queimei.”

Dei uma risada aguda, eu era brasileira e Hugh americano, ele ficava encantado e tentava imitar tudo o que eu fazia na cozinha.

“E além disso… estamos com umas coisas pendentes”

Eu, pessoalmente, não me lembrava de nada que eu tivesse “pendente” com ele, olhei em dúvida para o celular e ouvi a porta do elevador se abrir. Naquele momento achei que fosse melhor ir ao apartamento dele ajudar com a farofa, e descobrir o que eu tinha com ele.

Eu era do Brasil, mas morava em Nova York desde os 2 anos, minha mãe era brasileira e meu pai americano. Isso explica o fato do meu nome ser em português, Daniela, e meu sobrenome ser em inglês, Jones. E isso explicava meu amor por comidas tipicamente brasileiras, como a farofa, que eu ensinei, ou tentei ensinar, para o Hugh, e a clássica combinação de arroz e feijão.

Eu já tinha as chaves do apartamento 41 B, puxei do meu bolso e abri a porta, percebendo que sim, ele incrivelmente havia realmente queimado a farofa. Fui em direção à cozinha, tirando minha bolsa do ombro no caminho. Ao chegar na lá, Hugh estava perdido olhando para o fogão com cara de idiota. Na verdade, eu não sabia se ele estava com cara de idiota ou não, supus, afinal, ele estava de costas e, além disso, sem camisa. O jeans que ele vestia estava sem cinto e por isso estava caindo de uma forma incrivelmente sexy, mostrando a barra da cueca vermelha que ele usava. Mordi meu lábio inferior e, antes de dizer alguma coisa, contemplei a visão de suas costas desnudadas, eram bem brancas, assim como o resto do seu corpo, eram lindas, comecei a ter certo pensamento pervertido de me imaginar arranhando aquilo. Mexi minha cabeça com força apagando aquilo da mente.

– Hugh? – Ele se virou, a visão da frente era ainda melhor. Eu não sei por que, mas eu adorava caras magros e ele fazia bem meu tipo. A barriga era bem lisa, mas com alguns sinais de músculos que queriam crescer, assim como seus braços. Senti meus olhos encararem o abdome dele com cuidado, meu olhar subiu parando no peitoral, Parecia incrivelmente confortável e é claro que ele percebeu, mas se fez de bobo.

– Você… É… Me ajuda? – Sorri boba, fui até ele, dei um selinho e desliguei o fogão.
– Primeira coisa, fogo baixo, isso aqui parece uma fogueira, não uma boca de fogão. – Ele ficou sem graça, eu apenas revirei os olhos indo até a lixeira e jogando fora a farinha queimada.

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Fui até a pia e limpei a frigideira deixando ela completamente limpa para que eu começasse a fazer tudo de novo. Depois de limpar, sequei e fui até o fogão de novo colocando a manteiga na frigideira. Apontei para a boca do fogão.

– Tá vendo, Hugh? É assim! – Quando eu me virei ele me olhou com um certo olhar de malícia, a forma na qual seus olhos castanhos estavam semicerrados e como sua boca estava arqueada fazendo um biquinho completamente lindo. Como se ele estivesse estudando o que pudesse fazer comigo. Era um olhar um tanto quanto parecido com o que eu estava dando para ele há alguns minutos atrás, só que mais indiscreto.

– Estou… – ele disse bem baixinho com aquela voz grossa rouca, senti meu corpo estremecer, virei para o fogão para disfarçar minha vergonha, peguei o resto da cebola e do alho que ele tinha deixado sobre a mesa e joguei por cima da manteiga. Mexi um pouco, esperando ficar dourado, quando ficou, simplesmente, joguei a farinha em cima e comecei a mexer com a  colher. Não era algo que eu precisasse, mas eu estava fazendo porque não queria encarar Hugh. Eu simplesmente achava que aquilo seria uma boa forma de ignorá-lo. Até que ele chegou por trás. Ele era alto o suficiente para envolver meu corpo com o dele com facilidade.

– Vai demorar muito para ficar pronto, Dani? – Sua voz tocou meu ouvido me fazendo ficar toda trêmula de novo. Mesmo depois de certo tempo os efeitos de Hugh não passavam.

– N-não… – Respondi gaguejando, ele riu, suas mãos apertaram minha cintura. É, ele queria algo que eu ainda não havia dado a ele. Seus lábios morderam o lóbulo da minha orelha e roçaram por ela até chegar a meu pescoço, desliguei o fogo de forma intuitiva. Sua mão subiu chegando até o primeiro botão da minha camisa xadrez desabotoando sem me perguntar. Seus lábios subiram, se encontrando com minha orelha novamente. Ele suspirava de uma forma completamente ardente e sexy. Gemi com aquilo. Eu suspirava forte a cada botão que ele desabotoava. Até que ele chegou ao último. Suas mãos subiram até a gola e, com ajuda dela, passou as duas mangas da camiseta pelo meu ombro, retirando. Senti o choque do seu corpo contra o meu e gemi um pouco mais forte, Hugh riu e passou a mão sobre o fecho do sutiã retirando o mesmo com uma facilidade anormal.

– Está bom assim? – Não, não estava, meu corpo queria mais, bem mais do que aquilo. Hugh saiu do campo do meu pescoço e começou a descer pelas minhas costas começou a me dar beijinhos no ombro e descer seus lábios na direção da minha coluna, meu corpo tremia e se arrepiava e ele parecia satisfeito com aquela reação. Sua mão estava na minha cintura e acompanhava seus movimentos pela lateral do corpo. Quando Hugh chegou ao meu short e segurou no botão.

– É isso mesmo que você quer? – Me virei com força e senti nossos peitos se tocarem, estremeci e beijei seus lábios, Hugh me fazendo decidir coisas em horas que eu não conseguia nem sequer pensar, em horas que eu sentia metade do meu corpo sendo tocada por ele. Senti sua respiração e pensei no que eu queria. Eu queria uma cama.

– Me leva pro quarto, agora. – Hugh sorriu de lado e aproximou os lábios da minha orelha, correndo até o lóbulo e mordendo, me deixando arrepiada, agarrei com força em sua cintura, nossos corpos se prenderam com mais força. Ambos estavam quentes, e era assim que eu me sentia, pegando fogo.

– Mandona, é? Adoro mulheres mandonas. – Ele disse bem baixinho no meu ouvido. Suas mãos me apertaram com mais força me levantando. Apoiei minhas pernas entre a cintura dele e fui levada até o quarto. A cama dele era de casal também e tinha o dobro de tamanho da minha. Ele me deitou sobre o colchão macio segurando meus punhos paralelos ao corpo para que eu não me mexesse, como se eu quisesse isso.

– Mas hoje sou eu que mando aqui, Daniela.

Dito isso, ele sentou de joelhos e colocou sua mão na calça tirando o cinto com força. Mordi meu lábio e comecei a me afastar indo em direção à borda da cama. Vi sua calça sendo puxada junto com a cueca e pude ver seu membro ereto saindo da mesma, a vontade de ir lá e beijá-lo era enorme. Hugh me olhou de baixo para cima, com sua sobrancelha levantada como se eu fosse uma presa e ele fosse o caçador. Ele terminou de passar a calça pelas pernas e veio até mim engatinhando, como se ele tivesse lido meus pensamentos. Mordi o lábio inferior, agora eu não tinha para onde correr, ele me puxou pela barra do shorts, meu corpo escorregou ficando mais próximo. Hugh me olhou nos olhos e desabotoou o jeans, abaixando o zíper até o final. Ele parecia completamente extasiado com a situação. Fechei os olhos e senti meus shorts sendo abaixados juntos com a minha calcinha. Ele se aproximou e me beijou, não resisti e o puxei com mais força aprofundando o beijo, sentindo nossos corpos completamente despidos se tocando e aproveitando o momento.

Num baque seus lábios se desvencilharam dos meus correndo pelo meu pescoço e chegando ao meio de meus seios. Seus lábios envolveram meu seio esquerdo, gemi de excitação, Hugh olhou para cima e sorriu, ainda com meu seio na boca. Ele desceu e passou pela minha barriga, senti meu corpo arquear. Hugh riu e desceu até minha intimidade. Senti sua língua passar pela minha entrada, aquilo me enlouqueceu, gemi como resposta e ele apertou minha bunda me trazendo mais para perto. A mistura dos atos me deixou louca, eu estava querendo implorar por mais. Senti seus lábios correrem até o meu clitóris e senti dois dedos me penetrando, percebi que suas mãos poderiam fazer coisas mais prazerosas para mim do que apenas tocar minhas músicas favoritas.

PARTICIPE: Ele pede pra eu dançar mas a coragem não vem, o que faço?
PARTICIPE: Como conseguir gozar???

O vai e vem de seus movimentos era algo que chegava a ser hipnótico, eu já havia me masturbado várias vezes, mas ele fazia isso muito melhor. Ele poderia conseguir um orgasmo meu só com aquilo, mas dentro de mim eu implorava por mais. Me fastei de uma forma brusca e subi em cima dele, ficando de quatro em cima do corpo dele.

– Agora é minha vez, me deixa fazer o mesmo? – Pedi implorando, fazendo aquele olhar que eu havia aprendido com o Gato de Botas do Shrek, mas aquilo não havia adiantado muito. Hugh me olhou com aquele olhar cínico que eu aprendi a amar, e disse:
– Não. – Ele me puxou pela cintura com toda força e senti seu membro me penetrar com força, gemi alto com o ato inesperado e ele começou a movimentar a cintura com força.
– Quer me dar prazer também? Então rebola. – Comecei a me movimentar, cheguei a sentar sobre seu colo para facilitar a situação e ele sentou também. Senti seu peito se chocar contra o meu novamente, ele me olhava nos olhos, com a boca entreaberta ofegando com força. Agarrei suas costas e comecei a arranhar a mesma como forma de aguentar todo o prazer que eu sentia. Eu devia estar muito molhada, pois ele entrava e saia com facilidade.

Em algum momento, resolvi olhar para o lado e percebi que havia um espelho, e o que estava refletido nele era completamente inacreditável, devo ter ficado muito impressionada com o que vi, pois comecei a diminuir o ritmo, o que não pareceu agradar Hugh.

– Eu disse rebola. – Olhei para ele confusa, ele riu e me deitou na cama, pareceu ter desistido de me deixar no comando. Ele se pôs sobre mim e começou a meter com força. Apertei o lençol, apertei ele, apertei tudo.

Ele tentou beijar meu pescoço enquanto me penetrava, mas estava quase impossível, já que ele não parava de ofegar e dizer coisas. Não consegui entender muito bem, mas podia jurar que ele tinha me chamado de gostosa. O que me deixou excitada por mais. Acho que ele percebeu que eu havia escutado um pouco, seus lábios correram até meu ouvido novamente.

– Achei que você não queria isso, Dani… Estava enganado. – Eu queria realmente responder alguma coisa naquela hora, mas só conseguia gemer, sentir seu corpo me penetrar, entrar e sair me dando muito, muito prazer. Era bom tê-lo dentro de mim.

Resolvo olhar para ele, mas dessa vez seus olhos estavam fechados, ele parecia aproveitar aquilo tanto quanto eu. Seus lábios continuavam abertos, puxei seu cabelo com força. Eu estava em chamas. Aquela sensação era maior do que a que qualquer outro homem tinha me proporcionado antes.

– Hugh, eu… – Gemi, senti que algo estava vindo, eu simplesmente sentia que ia chegar ao meu ápice, que aquilo era muito para mim. – Hugh… Por favor… n-não… Para… – Senti um arrepio cobrir meu corpo inteiro e um prazer tomar conta de mim por completo. Eu gritei, eu simplesmente soltei um berro de prazer. Hugh abriu os olhos e pareceu deliciado enquanto eu me sentia vulnerável, eu me sentia completamente dele. Ele sorriu, e então senti que aquilo havia motivado ele. Seus olhos castanhos estavam presos em mim, como se eu fosse a última mulher do mundo. Ele agarrou minha cintura com força, mordeu o lábio inferior e virou a cabeça para trás fazendo uma cara de prazer que simplesmente não se podia negar. Ele sentia o mesmo que eu. Ele caiu na cama ao meu lado e eu sentei, ainda sentindo os espasmos do orgasmo recente. Meus olhos se fecharam enquanto eu sentia meu corpo relaxar aos poucos.

– Ah, Dani… – Ouvi atrás de mim, mas não me virei. Seus lábios tocaram meu ombro e seguiram caminho pelas minhas costas nuas, uma carícia que me fez me sentir muito bem e confortável. A única coisa que eu queria naquele momento era ficar naquela cama o dia inteiro.

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