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[+18] MIRELLA: A MULHER QUE SORRI COMO O DIABO

Alan Souza

Colunista Superela

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O costumeiro, mestre?

– Por favor… On the rocks.

E, pela terceira vez naquela semana – repetindo um ritual praticado havia alguns meses – Saulo chegava ao seu lugar cativo no bar. Boa aparência, aparentando um pouco mais de 25 anos, garoto do interior sendo envolvido pelas tramas da grande metrópole, aquele local se tornara seu pequeno refúgio dos aborrecimentos diários. O ambiente era intimista e acolhedor, mesmo se tratando de um lugar de ode ao etilismo e aos corações partidos: Ao longo do salão, mesas à meia luz. Na entrada do bar, um grande balcão em L, de bancada larga e adornado por luminárias. Confortáveis assentos em couro. Em um destes, se sentava reforçando sua já peculiar amizade com o bartender. O cheiro forte dos cigarros em contraste com o perfume vindo dos mais diversos teores alcoólicos era característico. Música em volume baixo, pois lugares assim merecem a devida atenção a uma boa conversa. Essas paredes escreveriam grandes histórias se pudessem. Um cenário de filme noir.

Saulo sorve com paciência o uísque servido em goles longos. Como se aquilo fosse um rito de purificação leva o copo à boca, deixa o liquido descer pela garganta e fecha os olhos profundamente, como se evocasse alguma entidade superior. Olha vazio enquanto assiste seu camarada de ar simpático e avental imaculadamente branco tratar cada copo do bar como um troféu. Fita a televisão no canto superior que passa mais um dos jogos horríveis desse campeonato que a um bom tempo perdeu o encanto. Cogita puxar algum assunto banal do cotidiano, mas não ousa intervir. Ele é um homem atarefado e não seria uma hora oportuna para esse tipo de papo.

– Hoje eu não tô no clima -, pensa consigo.

E de fato aquela noite não parecia muito convidativa. O lugar era um antro de marmanjos dando importância à TV e algumas mulheres que julgava interessantes, mas visualmente comprometidas com algum dos demais caras não hipnotizados por 22 jogadores correndo atrás de uma bola. Quando já se julgava levemente inebriado e a caminho de uma pesada mas reconfortante noite de sono, o amigo do balcão lhe entrega um pequeno pedaço de papel, entregue pelo seu funcionário que passa junto às mesas recolhendo copos e bitucas de cigarro.

– Parece que é pra ti, mestre -, fala em tom sereno, mas ao mesmo tempo curioso.

Ele abre o papel, de pouco mais de dois dedos de comprimento. Nele, uma letra delicada e intrigante passa a mensagem em 3 curtas, claras e diretas sentenças:

Escadas à direita. Quarto 03. Em 5 minutos.

Saulo mostra aquele pequeno enigma para o cara do bar. Ele, um homem de meia idade, precisa pegar os óculos para leitura. Corre o olho rapidamente na mensagem e ao terminar de ler, lhe larga um sorriso de canto de boca, o olha por cima das lentes e diz:

– Seu filho da puta sortudo…

Entende no ato o que significa, e lhe pergunta o nome dela. Era Mirella. A sensação era de ouvir aquele nome com gosto de mel na boca. Mi – re – lla.

PARTICIPE: Tenho uma confissão a fazer…
PARTICIPE: O que fazem pra se sentirem arrasadoras?

Ele vai em direção às escadas indicadas. Engraçado que só agora se deu conta de que o recinto fora um antigo pensionato e contava com pouco mais de 10 quartos, hoje em dia mais usado pelos próprios funcionários e por um ou outro embriagado que fica por ali pra curar a ressaca. O corredor é escuro e soturno. Ao chegar à frente do quarto 03, a porta está estrategicamente entreaberta. Entra sorrateiro e encosta levemente a porta, engolindo seco ao se deparar com o que paira sob os seus olhos: Era ruiva, cabelos com altura um pouco abaixo dos ombros. Uma pinta deliciosamente posicionada entre o centro da maçã do rosto e o cantinho da boca pintada de vermelho sangue. A lingerie de renda preta enfatiza toda a volúpia de coxas e peitos. Olhos verdes demarcados com uma maquiagem sóbria e convidativa. Pés de bailarina russa. Era uma mulher absurdamente sensual, e sabia muito bem disso. Olha diretamente nos olhos de Saulo, o que praticamente lhe rouba a alma, pois ele se mantém imóvel, sem qualquer reação. Apenas sua frio. Até para um homem alcoolizado a visão daquela mulher poderosa era intimidadora. A gravata lhe enforca, então afrouxa o nó até o meio do peito, ao que Mirella a passos lentos caminha sem lhe desviar o olhar e, de supetão lhe pega pelo colarinho.

– P… por… Porque eu? – Balbucia quase juvenil.

– Porque eu quis – responde enigmaticamente. E quem há de discordar? Ela sorri como o diabo.

Saulo está ofegante. Mirella sabe o que faz, e não hesita. Ela se aproxima de seu rosto e sente: Ele está tenso, mas ao mesmo tempo saliva pelo que está por vir. Era tudo o que precisava saber. Enquanto brinca no pescoço de Saulo, ela enche a mão e agarra o seu membro sob a calça, como que dizendo: Eu quero MUITO isso. Hipnotizado ele tira a gravata e camisa, as jogando sob o piso do quarto. Quando lá se vão às calças e a certa tensão que havia em si, Mirella se agacha, deixa exposta a ereção vigorosa dele e o provoca. Primeiro com leves beijos. Massageia e o provoca, fazendo mil caras por uns bons 2 minutos. Eternos 2 minutos. Até que o leva a boca e engole com vontade, fechando os olhos e gemendo baixinho, quase um miado. Ela sabe como ninguém usar a língua. Língua, mãos e muita saliva. Chupava, e com muito gosto, sem nenhum pudor. Saulo não sabia se assistia a aquele espetáculo ou se mantinha a concentração. Fechava os olhos, travava os dentes e prendia o grito. Às vezes o impulso levava suas mãos aos cabelos de Mirella, que ameaçava parar tudo ali. Saulo era apenas um agente do prazer de uma mulher obstinada e que gosta de sexo. Quando sentiu que o gozo viria, a interviu. A pegou pelos braços e, com certa fúria a jogou na cama. Escancarou-lhe as pernas. Poderia arrancar sua calcinha no dente mesmo, mas não o fez. A puxou para o lado, revelando uma depilação estratégica. Cuspiu sem cerimônia e com dois dedos a massageou. Não desviou daqueles olhos verdes um segundo sequer. Percebia certos risos maliciosos, algumas mordidas de lábio e a respiração dela pesando. A surpreendeu com um quase orgasmo para em seguida literalmente cair de boca. A língua circundava toda a extensão dos lábios e brincava propositalmente com o clitóris. Era um legionário no deserto, tomando o último copo d´água, tamanho o gosto com que a chupava. Sentia as pernas dela lhe amordaçando e da mesma forma lhe convidando. Exigindo-lhe aquilo. Mirella gozou 3 vezes, como há tempos não fazia. Jazia um tanto exausta, quando Saulo num só golpe lhe jogou de quatro sob a cama. Desceu-lhe a calcinha um pouco abaixo dos joelhos. Contou dois palmos a partir da nuca dela, e com os cabelos no centro da mão faz uma trança. Joga o peso de seu corpo sobre ela para o outro braço que está livre passar por sua cintura e segurar seus braços. Lhe invade vigorosamente, ao que Mirella solta um grito longo e um tanto dramático. As brincadeiras haviam terminado, era hora da ação propriamente dita.

Eram dois animais. Nada havia de gestos delicados a partir dali. Tampouco falas. Somente um homem e uma mulher, entregues de corpo e alma ao seu mundo. E naquele momento, seu mundo era aquele quarto. Gemidos e arfados primitivos, a respiração compassada, o som dos corpos em um contato intenso, uniforme e brutal. O desejo saltando aos poros. O cheiro forte do sexo. O caos. Saulo agora estava por baixo. Mirella entende no ato e majestosa como só o acompanha por cima. Uma cavalgada de respeito. Ela joga os braços pra trás num ato libertário. Ele a agarra pela cintura imaginando alguma posse. As estocadas saem desesperadas, tamanha era a fome de ambos. Num lapso de sanidade ele leva sua mão e a masturba de forma frenética. Ela lhe tutoria naquele turbilhão de sentidos. Os dois aceleram os movimentos pressentindo que o melhor estava por vir. E semelhante a um Nirvana erótico o gozo vem para ambos, em espasmos pesados e inexplicáveis. Urrando de puro prazer, os dois caem extasiados sob a cama, palco daquela dança carnal.

Um outro dia. O mesmo cenário, o mesmo bar. Mas Saulo aprendeu que não pode subestimar um dia comum, pois até os dias comuns podem reservar surpresas.

– O costumeiro, mestre?

– Com certeza… On the rocks.

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Imagem: pinterest.com/superelaoficial


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