O que você procura?

PÉSSIMO.

Essa era a palavra que melhor definia meu amigo Bernardo naquele momento.

Sei que levar um fora da menina que se é apaixonado desde sempre deveria ser horrível, mas passar os últimos três dias praticamente trancado no quarto já era demais. E aquela tal de Cristina nem parecia tão bonita e legal assim. Sinceramente, para mim não passava de mais uma que tentava desesperadamente ser sexy e “fofa” ao mesmo tempo e desse jeito conquistar corações alheios, e para a minha tristeza, meu amigo foi um dos idiotas que se rendeu aos encantos baratos dela.

Aaaahhh… Por que eu andava com aquele imbecil mesmo?

– Então… – suspirei, olhando para o relógio em meu pulso – Que horas vai acabar seu papel de trouxa mesmo? É só pra eu saber.

– Cala a boca, Ana! – afundou o rosto no travesseiro e voltou a ignorar minha presença ali. Revirei os olhos.

– Você pelo menos trepou com ela? – perguntei, me jogando entre as almofadas no chão e liguei a TV.

– Hein?

Ergueu a cabeça e pelo canto dos olhos, percebi que me encarava. Podíamos ser do tipo de amigos que ignoravam gêneros, mas ele, por alguma razão, ficava constrangido quando eu entrava nesses assuntos.

– O que disse?

– Levou a tal Cristina para cama ou não?

– Te interessa?

– Claro que interessa. – olhei para ele – Fui obrigada a ouvir suas histórias desde que começou a “sair” com essa garota e agora não é diferente.

Meu amigo ficou calado por um instante, pensando se deveria dizer ou não, mas o constrangimento lhe entregava.

– Desembucha!

– Ok, ok… – bufou, sentando no colchão – Sim, eu transei com ela.

– Por isso está nessa depressão? – não respondeu – Ela deve ser realmente boa de foda…

– Você é mesmo uma sem-vergonha, não é, Ana?! – indagou com um sorriso contrariado nos lábios.

– Nos conhecemos a quanto tempo? Sete ou oito anos? Por qual motivo vou fingir ser o que não sou pra você? – ele riu, concordando e segui seu gesto – Finalmente uma risada!

Nos encaramos por uns segundos e levantando num pulo, se aproximou de onde eu estava e sentou ao meu lado. Estranhamente, sua mão afagou meus os cabelos.

Novamente quietos, a expressão triste voltou ao rosto dele, e eu, de saco cheio, disse:

– Porra Bernardo, aquela mulher era tão especial assim? – ele assentiu e respirei fundo – Estou à três dias tentando tirá-lo dessa fossa e parece que a cada minuto você afunda mais. – dei um tapa na cabeça dele – O que eu faço pra ter meu amigo alegre de volta?

– Faria qualquer coisa?

– Claro que faria.

O semblante do meu amigo transformou-se de triste para sério em um segundo e seus olhos penetraram nos meus de uma forma que nunca aconteceu antes. Mantivemos o contato visual por alguns minutos e quando percebi seus lábios se abrindo, um arrepio correu pela espinha.

– Me deixe foder você… – sua voz soou tão sensual, que um suspirou meu escapou.

– Be… – arregalei os olhos e petrifiquei.

Que história era essa de “me deixe foder você”?

– Você está de brincadeira, não é?! – gaguejei.

– Não. – disse firme e presenciei seu corpo inclinar-se para frente – Diga, acha que estou brincando?

Ok, eu sabia que ele não estava. O problema de conhecê-lo desde que éramos pequenos sempre foi esse, não havia nada que não pudéssemos entender um do outro.

Ainda perplexa, continuei observando-o diante de mim e tive o prazer de vê-lo umedecer o lábio. Nunca admitiria à ele, mas essa sua mania sempre foi muito excitante.

Respirei fundo uma e outra vez, sem tirar os olhos dele. No fundo sempre tive vontade de saber como seria transar com o meu amigo, acredito que ele também tivesse essa mesma curiosidade, caso contrário, não iria propor sexo tão descaradamente.

– Ana?! – reparei que minha quietude começou a inquietá-lo.

Ótimo, passar segurança jamais fora o forte de Bernardo. Então, tomando a iniciativa, levantei e a passos rápidos fui em direção à porta. Virei para trás e vi que meu amigo faria menção de protestar, mas ao invés de sair como ele presumiu, eu tranquei a fechadura.

– Sua mãe está lá embaixo. – ainda parada próximo a entrada, tirei a regata preta e larguei no piso – Estaríamos muito encrencados se fossemos flagrados, não é?!

– Ana…

– O que? – caminhei até ele e parei – Você não perguntou se eu faria qualquer coisa? – ele moveu a cabeça como um bonequinho e eu sorri, abaixando as alças do sutiã – Pois então…

– Tem certeza?

– Admita, Be, você tem tanta curiosidade quanto eu. – soltei o fecho e meus seios ficaram expostos.

– Tenho que dizer… – ajoelhou-se e senti suas mãos tocarem minha pele – Realmente não consigo esconder nada de você, Ana.

Os dedos de Bernardo acariciaram meus mamilos enquanto sua boca tratava de chupar minha barriga. Agarrei as madeixas castanhas dele e soltei um gemido com a pressão que suas mãos faziam ao apertar rudemente minha carne, a língua quente que deslizava e que logo uniu-se ao meu colo.

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PARTICIPE: Dor na hora do sexo, o que fazer?

– Você tem um gosto muito bom. – suas mãos chegaram a curva da minha coluna e me forçaram para baixo – Bem melhor do que imaginei…

– Nos imaginou transando?

– Já perdi as contas de quantas vezes bati uma pensando em você.

Saber disso me deixou contente e ao mesmo tempo aliviada, afinal, eu não era a única a me masturbar fantasiando isso.

Com um puxão, sentei em seu colo e apoiada em seus ombros, novamente meus mamilos foram tomados por sua boca, ora lambendo, ora sugando, me obrigando a morder o lábio para conter todas as sensações que ele proporcionava. Senti sua ereção pulsar sob a minha vagina molhada e graças ao fato de eu estar de saia, a fricção entre nós era ainda maior e ambos suspirávamos com os movimentos dos nossos corpos.

Livrei Bernardo da camiseta e toquei seus músculos firmes, aproveitando cada pedaço, e não demorei até fincar minhas unhas ali. Meu amigo arfou alto.

– Sua mãe está na sala. – sussurrei – Quer que ela ouça?

– Quero você gemendo pra mim! – apertou minhas coxas com firmeza e previ que as marcas de seus dedos logo apareceriam – Levanta.

A entonação profunda e a respiração ofegante me deixavam muito excitada, mais do que qualquer outro conseguiu. De pé a sua frente, ele abriu o botão da minha saia e a peça caiu, a calcinha foi a próxima e com sua ajuda, perderam-se num canto qualquer. Fiquei completamente nua diante do meu amigo.

– Ana, Ana… – mordeu o lábio e um de seus polegares acariciou meu púbis – Acho que vou acabar gozando só por vê-la desse jeito.

– Exagerado…! – ri soprado e súbito fui guiada para o seu rosto.

– Passe as pernas por detrás dos meus ombros.

Sem entender, levei uma e depois a outra. E Bernardo estava, literalmente, entre as minhas pernas.

– O que vai fazer?

– Isso…

Meus joelhos fraquejaram no momento em que sua língua escorregou na minha entrada, inteiramente encharcada.

Procurei alguma sustentação e segurei com força a beirada da cômoda, lutando para não gritar de prazer. Bernardo sabia muito bem o que fazia, de cima a baixo, sua boca esbanjou-se do meu sexo e roubou para si toda a minha excitação; murmurei seu nome com a voz cheia de tesão, demonstrando o quão deliciosamente sua língua me estimulava, e suas mãos apertaram minha bunda, levando-me para mais perto da sua boca.

Eu não queria pensar muito, mas… Por que raios a tal de Cristina largou meu amigo? Além dele ser muito gente boa, se realmente haviam transado, e Bernardo fez com ela o que fazia comigo naquele instante, eu só podia supor que aquela garota era uma retardada.

Percebi sua movimentação e quando olhei para baixo, notei que meu amigo também estava nu e ao direcionar meu olhar para a sua pica, não pude deixar de suspirar. Que belo deleite para os olhos aquele cretino escondia de mim; os dedos ágeis trataram de abrir meus lábios e lentamente escorregaram para o interior e brincaram de entrar e sair tantas vezes, que quase desabei graças aos joelhos fracos.

– Vem aqui rebolar no meu pau, vem…!

A voz entrecortada de Bernardo ordenou e engoli seco quando vi seus dedos serem chupados com tamanha satisfação enquanto se masturbava habilmente com a outra mão.

Ajoelhei, empinando a bunda e roçando seu pênis em mim, desfrutando de toda a dureza que deslizava perto do meu ânus, lambuzando toda aquela região. E repleta de fome, me enfiei nele com pressa e Bernardo arqueou a cabeça para trás, as mãos grandes que intensificaram o toque. Por alguns segundos apenas curtimos as pulsações um do outro, mas não demorei a subir e descer no colo dele, sustentada em seu tórax e guiada por seus braços.

Cinco… Dez… Vinte vezes…

Subi e desci, rebolei sobre ele e pressionei nossos quadris com tamanho desejo, que tornou-se quase impossível reprimir os gemidos e não mostrar a mãe do meu amigo o que fazíamos em seu quarto. Sinceramente, a ideia de sermos flagrados a qualquer instante era, de longe, muito interessante.

– Ana… – apoiado pelos cotovelos, Bernardo encarou-me e súbito senti um tapa estralar na coxa, levando-me a loucura – Adoro a forma como cavalga em mim!

– Adora? – meu ego falou mais alto e querendo tomar as rédeas, perguntei: – Sou melhor que a Cristina?

– Nem se compara…

– De um modo bom… – afundei em seu membro e ele suspirou alto – Ou ruim?

– Na verdade, ela era uma chata… – fechou os olhos, aproveitando o jeito que minhas paredes o apertavam – Por isso que eu terminei.

– Hein? – olhei para ele, pasma – Você terminou? M-mas…

E antes de ter uma resposta, meu amigo tratou de roubar um beijo tão ardente, que me fez perder o rumo e depois disse:

– Concentre-se apenas em gozar bem gostoso comigo, depois falamos disso.

Bernardo segurou minhas nádegas e com rapidez moveu-me contra seu corpo, para frente e para trás, para cima e para baixo. O suor escorria em nossas peles e no minuto em que cravei as unhas em seus ombros, um orgasmo percorreu meu interior e senti todos os músculos ficarem tensos, espremendo o pau dele e levando-o a gozar também.

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Esgotados, nos abraçamos por algum tempo e descansamos, mas logo me ajudou a levantar e deitei sobre as almofadas assim como ele.

– E então… – respirei fundo – Você terminou com ela?

– Isso.

– E posso saber porquê você passou três dias dentro desse maldito quarto e depressivo?

– Foi só um pretexto para que viesse aqui em casa e também foi o tempo em que decidi se colocaria meu plano em prática ou não.

– Plano? Que plano?

– O plano onde você me consolava como fez agora.

– Bernardo, você… Você… – e quando eu estava a ponto de explodir, meu amigo cretino selou nossas bocas.

– Cristina nunca significou nada para mim, sempre fui apaixonado por você. – acariciou meu rosto – Só tinha receio de que acabássemos afastados caso eu contasse a verdade.

– Be…

– Fica comigo, Ana?!

Surpresa, encarei por uns segundos. Um silêncio estranho surgiu, mas logo foi cortado por uma risada minha.

– Acho melhor nos vestirmos, antes que minha sogra suba.

Imagem: Pinterest

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