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Durante esses dois anos e meio que trabalho como consultora de estilo e depois de mais de 7 anos escrevendo na internet sobre moda (eu tive um blog antes de me formar e resolver fazer desse hobby a minha profissão), eu percebi que existem duas formas de se relacionar com ela: seguindo tudo que ela dita sem questionamentos, apenas obedecendo – “se está na moda, eu vou usar”, ou recebendo essas informações e acrescentando personalidade à moda, trocando – ela provocando desejo em mim, e eu usando do meu jeito, criando uma forma inédita de usar o que é tendência.

Se você acompanha os meus textos aqui, já deve ter visto que eu escrevo para todo mundo, qualquer que seja a sua relação com a moda. Desde textos para ajudar na sua rotina de ter que se vestir todos os dias para trabalhar sem precisar gastar muito tempo com isso, até para te ajudar com demandas específicas, como dicas para saber o que usar numa balada, como combinar bolsas e sapatos, etc. Independentemente do tema, a minha intenção é sempre a mesma: fazer com que a moda mais te liberte que te aprisione.

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A moda está cada vez mais democrática, e o meu papel como consultora de estilo e colunista de moda é te mostrar as regras que existem, mas também te ensinar a burlar elas se necessário. Quando a gente se afasta das regras, a gente se aproxima da nossa essência, do que é importante de verdade pra gente. Ao invés de racionalizar e memorizar um monte de fórmulas e listinhas do que pode e não pode, você simplesmente sentir o que te faz feliz, o que te faz se sentir mais bonita, o que faz mais sentido na sua vida, o que é melhor pra você – independentemente das regras ou da moda.

A MODA MANDA, MAS VOCÊ NÃO PRECISA OBEDECER

“Uma mulher nunca está mais sexy do que quando ela está confortável em suas roupas.”

Essa nossa “mania” de usar apenas o que é permitido vem de muito tempo. Quando a gente é adolescente, a gente usa o que o resto do grupo usa pra gente se sentir pertencente a uma turma. É como se fosse uma regra: “Quer andar com a gente? Então use isso” e de longe as pessoas sabem que a gente faz parte daquela turma que gosta de rock, que é patricinha, dos nerds, ou qualquer outro. Essa mania continua quando a gente fica adulto. Você vem aqui, lê os meus textos e pensa “A Priscila é consultora de estilo, ela sabe o que diz. Se ela falou que eu posso usar isso, eu vou usar”.

Sim, eu sei o que eu digo porque moda é a minha profissão e eu estudo bastante antes de escrever qualquer coisa aqui, mas a minha palavra não precisa ser uma verdade absoluta pra você. Não questione a regra, mas sim o fato de ela servir pra você. Saber as regras é importante? É sim! Ainda existem regras na moda que precisam ser cumpridas? Existem sim! Mas você também precisa saber quebrar essas regras para se sentir mais “você” e não mais uma na multidão. Você precisa saber como usar uma roupa que goste e estar adequada ao ambiente de trabalho ao mesmo tempo, por exemplo, porque dress code empresarial é coisa séria e você precisa obedecer, mas você não precisa se preocupar tanto com a “roupa certa” para jantar com a família do seu namorado, por exemplo. Entende?

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Antes de usar a bainha da calça jeans dobrada só porque a Katie Holmes usa (e aí, se ela usa é porque você também pode usar), preocupe-se em descobrir o seu estilo pessoal, e que símbolos (em roupas e acessórios) vai te ajudar a transmitir a pessoa que você é. Isso é mais importante que simplesmente seguir regras!

Imagem: Pinterest

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