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[+18] A MÁGICA E O PRAZER DAQUELES PÉS Nº 35

Raquel Lopes

Colunista Superela

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Estava em Porto Alegre a trabalho, cheguei na quinta-feira e iria ficar até a semana seguinte. Na sexta-feira à noite, decidi que não iria ficar trancado no hotel. Tomei um banho, coloquei um perfume, camisa e calça jeans, ajeitei o cabelo e a barba e desci, completamente sem roteiro naquela noite gelada. Aliás, colegas me avisaram que o Sul era frio e eu, mesmo assim, não havia levado um agasalho.

Me dirigi ao bar do hotel e pedi uma cerveja. Aproveitei que o garçom aparentava a minha idade, e perguntei se ele tinha alguma indicação de balada ou bar da vida noturna da cidade. Ele me falou de uma casa de shows sertanejo, que era um local bem badalado e não ficava longe dali. “Não gosto muito de música sertaneja, mas de qualquer forma, vou beber por lá e se estiver ruim eu volto”, pensei. Peguei um táxi em frente ao hotel e fui curtir a noite porto-alegrense sozinho.

O local era grande, já havia um pouco de fila. Quando cheguei fiquei sabendo que haveria um show Nacional, a dupla Fernando e Sorocaba. Ok, vamos entrar e ver no que dá. Entrei e me dirigi direto ao bar. Foi quando a vi de costas escorada no balcão. Cabelos longos, negros, vestido não muito curto, um salto fino e alto. Parei e fiquei por alguns segundos hipnotizado somente pelo cabelo dela, liso, extremamente bem cuidado. Me aproximei do bar e pedi uma dose de vodca e um energético. Ela notou minha presença e percebi que estava me olhando. De frente a mulher era ainda mais bela, no vestido não havia decote, nem nada ousado, fui devagarinho descendo meu olhar e encontrei os pés dela.

Meu coração acelerou imediatamente, fiquei desconcertado. Ela estava com uma sandália alta, havia uma fita que subia pelos tornozelos e amarrava logo em seguida. A pele dela era tão branquinha que contrastava com o esmalte vermelho, minha cor preferida. Sempre tive atração por pés femininos, uma espécie de fetiche, mas nunca havia visto pés tão lindos. Os dedos eram proporcionais, iam diminuindo até o último, delicados e sexy ao mesmo tempo.

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Acho que fiquei alguns minutos olhando para baixo que ela percebeu. “Você está procurando alguma coisa?”, me perguntou. “Ah..não, não…Desculpe!”, respondi olhando pra ela, com um ar sem graça.

“Tudo bem?”

“Sim, tudo! Qual o seu nome?”

“Melissa, mas pode me chamar de Mel. E o seu?”

“O meu é Daniel”.

“Prazer, Daniel”, e me cumprimentou com três beijos no rosto.

Ficamos conversando por algum tempo, não sei dizer quanto, pois sentimos uma afinidade grande um com o outro, que logo acabamos nos beijando. Aquela mulher, além de linda, com os pés mais sexy que eu já tinha visto, tinha um beijo incrível. Nossos amassos escorados no bar foram aumentando (a essas horas o show já havia começado), então disse no ouvido dela: “Você tem os pés mais sensuais que eu já vi”. Ela me olhou com um olhar fuzilante, um sorriso excitante no canto da boca, foi aí que eu percebi que havia algum mistério por trás dela e dos seus pés e fiquei mais excitado ainda.

“Quer sair daqui e ver os meus pés mais de perto?”, ela me perguntou.

“Claro, vamos!”, respondi na mesma hora.

Saímos e pegamos um táxi em direção à casa dela. No banco de trás do carro já quase que não suportávamos o tesão um pelo outro, ansiosos pelo que viria a seguir.

Ela abriu a porta da casa já desabotoando minha camisa e me puxando para o quarto. “Quer beber algo?”, perguntou. “Eu quero é você!”, respondi. Foi tirando o vestido comportado e por debaixo dele havia uma lingerie preta, com renda, alguma estampa que não lembro, e a calcinha era bem pequena, fio dental. “Não tira sua sandália, você fica sexy demais de lingerie e salto”, pedi. “Eu não ia tirar, e fica quietinho, que aqui quem manda sou eu”. Estremeci. Aquela mulher era alguma espécie de dominadora? Não sei, mas eu estava louco para descobrir.

Ela terminou de tirar minha calça e cueca e abaixou-se encaixando aquela boca deliciosa no meu pau. Ele estava duro, pronto para descobrir mais e mais todo aquele mistério. Ela me chupou vigorosamente por alguns minutos, me deixando mais excitado ainda. Levantou-se e pediu que eu deitasse no chão. Fiquei olhando com um olhar de quem não havia entendido, então ela disse: “Sim, no chão, pois vou ficar de salto ainda, não conseguirei ficar de pé na cama.” Deitei, o pau latejando, o coração acelerado, ansioso para saber o que iria acontecer.

Melissa caminhou ao meu redor, ia em direção à porta, voltava, praticamente desfilando e se exibindo pra mim. Aliás, que visão eu tinha ali do chão, seios firmes e uma bunda redondinha e empinada, uma cinturinha definida e aquela sandália alta de fitas. “Gosta da sua Rainha, Daniel?”. Era perfeita a definição dela, respondi: “Gosto, Rainha, está linda”. Parou ao meu lado e repousou o salto de um dos pés sobre o meu peito, não tirava o olhar de mim. Foi então descendo até chegar ao pau, percebi que estava brincando comigo. Arranhava o salto suavemente pela minha virilha, senti um pouco de dor, gemendo alto, mas misturada ao prazer e a excitação, só aumentava o meu desejo por ela.

Ela voltou o pé para o meu peito, deixou toda a sola repousada desta vez e disse: “Desamarre as minhas sandálias”. Obedeci, um pé de cada vez, e logo ela encostou os dedos do pé na minha boca. Segurei com as duas mãos e comecei a beijá-los, lambê-los e a sugar cada dedinho. Dessa vez era ela que gemia alto, começou a se tocar na minha frente e pediu que eu não parasse. Ficamos assim alguns minutos, ela de pé, e eu deitado, ela se tocando e eu beijando e lambendo seus pezinhos. Não aguentei e sentei, esfregando um de seus pés no meu pau, comecei a sugar e lamber aquela boceta. Não demorou e ela gozou ali, de pé, na minha boca. A essas alturas meu pau latejava implorando pra gozar.

Ela pediu que eu deitasse novamente e buscou uma venda. “Agora não quero que tu veja mais nada, certo?”. Fiquei nervoso, respirei fundo. Senti um líquido quente sendo derramado em mim, primeiro no peito, depois nas coxas, na virilha também. Era quente e dava um certo frio na barriga, mas era suportável. Tinha um cheiro cítrico e inebriante, acho que era algum óleo.  Foi aí que ela começou uma massagem, e pelo que senti era com os pés! Primeiro um, depois trocava pelo outro. Tinha uma pressão perfeita, uma leveza ao mesmo tempo. Começou a passar o pé no meu pau, eu não aguentava mais.  Ela perguntou se eu queria gozar. Logicamente respondi que sim. Ela disse que eu teria que pedir, que implorar. Ela queria mesmo mandar em mim, me deixar louco. Abriu minhas pernas e pelo barulho, sentou ali. Começou a me masturbar e, de novo, não era com as mãos! O óleo cítrico ia esquentando à medida dos movimentos e eu já estava suando frio. Não aguentei e arranquei aquela venda. Meu Deus que visão era aquela! Quem diria que aqueles pés além de lindos tinham tanta habilidade?

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Alguns minutos depois eu gozei, sobre os pés dela. Abri os olhos, o suor escorrendo, o coração acelerado, o chão à minha volta todo melado. Estava em outra dimensão, o que tinha acontecido? Eu nem tinha transado de fato com ela, mas tinha adorado a experiência.

Melissa levantou, me olhou com aquele sorriso sedutor no canto da boca e disse: “Respira e descansa um pouquinho, porque a nossa brincadeira mal começou.”

“Você vai me deixar louco”, sussurrei, sem forças.

“Vou, mas antes vou buscar uma cerveja”.

E minha Rainha saiu pela porta me deixando ali no chão, não sabendo se aqueles pés eram sonho ou realidade.

Imagem: Pinterest

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