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Veja a resposta perfeita desta mãe sobre amamentação em locais públicos

Marcela De Mingo

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Amamentação. Parece uma coisa natural, simples, uma parte do ciclo da vida, afinal, todo bebê – todos os mamíferos, na realidade – se alimentam do leite materno logo que nascem. Faz parte do processo.

Porém, para os seres humanos, a amamentação é uma benção e ao mesmo tempo uma maldição. Isso porque é comum vermos casos de mulheres que foram criticadas por amamentarem os seus bebês em público.

Lucio Amaral usou a sua página no Facebook para divulgar a história de uma mãe, não identificada, que amamentava a filha na praça de alimentação do que aprece ser um shopping. O ponto importante da história é que a mãe recebeu um bilhete com os dizeres “não pode amamentar em público”, mas ela, exasperada com a nota, respondeu:

“Meu amor… Isso aqui é uma praça de alimentação e ela está se alimentando!”.

O post, feito na última segunda-feira, dia 6, já teve mais de 27 mil compartilhamentos na rede social e levanta uma discussão importante: por que as pessoas se incomodam tanto com a amamentação?

O corpo feminino sempre foi tema de muitas polêmicas, porém, é interessante pensar em como as pessoas não veem problema com cenas de violência e estupro na televisão, até mesmo com os corpos superexpostos durante o Carnaval, mas se incomodam com uma cena de aleitamento materno ao ponto de pedirem para a mãe se cobrir ou parar de amamentar o filho.

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Em novembro do ano passado, por exemplo, um post na mesma rede social gerou furor ao mostrar a foto de uma mãe dando de mamar para a filha enquanto andava de bicicleta e uma legenda que começava com “POBRE FAZENDO POBRICE”. O post ainda falava que os leites artificiais possuem a mesma quantidade de nutrientes que o leite materno, portanto, o ideal era alimentar a criança com mamadeiras, e que em locais frequentados por pessoas ‘ricas’ jamais uma mulher colocaria o ‘peito pra fora’.

Existe muita desinformação a respeito do aleitamento materno, verdade. Um fato, que deve sempre estar claro na mente de todos, é que o leite artificial somente deve ser dado à criança sob prescrição médica. O leite materno possui inúmeros nutrientes que são essenciais para o desenvolvimento da criança logo após o nascimento e é importantíssimo que ela recebe essa carga nutricional após o parto.

Não à toa, a Organização Mundial da Saúde e o Ministério da Saúde recomendam o aleitamento materno até a criança completar dois anos, sendo que os primeiros seis meses devem ser exclusivos desse tipo de alimentação. Isso significa que nos primeiros seis meses de vida, exceto sob recomendação médica, a criança não deve ingerir nenhum outro alimento a não ser o leite materno.

Antes desse período, introduzir outros alimentos na dieta da criança está relacionado à uma série de problemas de saúde, como maior número de episódios de diarreia, de hospitalizações por doenças respiratórias e risco de desnutrição.

Além disso, o mais recomendado é que a mãe siga a amamentação por livre demanda, isto é, que ela dê o peito para o bebê quando ele sente fome e não em horários pré-determinados pela mãe. Não só isso, mas também determina que o bebê mame o quanto quiser, sem um limite.

As vantagens da livre demanda são inúmeras, mas, principalmente, a criança aprende a lidar com a ideia de saciedade, perde menos peso após nascer, tem a ansiedade controlada – tanto no geral quanto na hora de mama, evitando que ela vá com muita força ao peito – e beneficia a saúde da mãe, já que o estimulo de produção de leite é maior, mas previne a dor e o endurecimento da mama por conta do leite acumulado.

Portanto, se o bebê pede o peito quando sente fome, é normal que as mães amamentem a criança onde estiverem e quando for necessário, independente de convenções sociais. Afinal, o bebê não tem capacidade de se comunicar ou de ingerir qualquer outra coisa além do leite materno, essencial para a sua sobrevivência e desenvolvimento.

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E quanto a cobrir o bebê enquanto ele mama, é válido lembrar também que o momento da amamentação é muito importante para que mãe e filho se relacionem e se reconheçam um no outro. Como um momento de carinho, o contato visual tem tanta importância na amamentação quanto o próprio leite.

Imagem: Instagram e Pinterest

Marcela De Mingo

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