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Sky Ferreira rebate matéria machista que credita seu sucesso ao seus peitos

Marcela De Mingo

Colunista Superela

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Não é novidade nenhuma que algumas famosas preferem usar as próprias mãos para responder comentários e matérias sexistas ou machistas. Maisie Williams, de Game of Thrones, já mostrou que não tem medo de responder àqueles que pensam só no seu corpo.

Sky Ferreira foi quem levantou a conversa esta vez. Na última semana, ela foi o alvo de uma matéria da revista LA Weekly que dizia que o que o mundo da música precisava agora era do seu sex appeal. A ideia de que a imagem da cantora era mais importante do que qualquer coisa era tão forte que o tema aparecia até mesmo no título: “O sex appeal da Sky Ferreira é o que a música pop precisa agora”.

sky-2SKy Ferreira rebate matéria machista que credita seu sucesso ao ‘sex appeal’

O texto, curiosamente, até mesmo levanta o ponto de que a cantora e Madonna têm o mesmo tamanho de seios e que, por conta disso, o seu primeiro álbum fez tanto sucesso – ela aparece com os seios à mostra na capa e lembra o estilo da cantora veterana nos anos 1980.

Por conta do artigo, a publicação liberou um pedido de desculpas oficial em seu site, dizendo que cruzou uma linha, entre ser provocativo e ofensivo, e que todas as outras publicações que criticaram o artigo estavam certas. Afinal, a cantora tem muitos talentos e escrever sobre seus seios e sex appeal não tem absolutamente nada a ver com a sua capacidade de fazer boa música.

SKy Ferreira rebate matéria machista que credita seu sucesso ao ‘sex appeal’

No Twitter, Sky também decidiu falar sobre o assunto. Você pode ver a tradução do seu discurso abaixo:

95% de artigos e entrevistas comigo tiveram alguma coisa ofensiva, falsa ou (às vezes extremamente) sexista.  Algumas foram mais passiva-agressivas ou sutis e socialmente aceitas. Eu sou, obviamente muito mais do que o meu ‘sex appeal’ ou os meus ‘peitos’. Eu não tenho vergonha de nenhuma dessas coisas também.

Não é algo calculado também. Eu faço o que eu quero quando eu sinto que é verdadeiro para mim. Se existisse algum, tipo de fórmula tudo isso seria muito mais fácil e rápido e, provavelmente, mais bem-sucedido. Eu passei/passo muito tempo me sentindo frustrada por esse tipo de besteira, que chegou a me afetar de verdade em um nível pessoal. Eu não sou uma matéria reflexiva. Eu não sou um maldito exemplo. Eu fico contente que isso tem feito as pessoas pensarem e que a conversa esteja acontecendo. E eu aprecio as pessoas falando contra isso e sendo vocais nesse assunto.

Sky continuou explicando tudo o que ela faz e quem ela é tem apenas um motivo: as suas próprias decisões e que ninguém tem nada a ver com isso. Aliás, ela aproveitou para citar um ponto importante do texto da matéria, em que o autor diz que ela defendeu o fotógrafo Terry Richardson, acusado de abusar sexualmente de algumas mulheres que fotografou, e que isso, assim como a sua aparência, é um dos motivos pelos quais ela faz tanto sucesso.

Eu estou cansada dessa história de ‘o sucesso tem 1000 pais, o fracasso não tem nenhum’. O motivo pelo qual alguma coisa é boa ou ruim e quem eu sou ou o que eu faço é apenas EU. Eu não respondi a matéria no calor do momento porque o que eu tenho a dizer é muito mais do que um discurso ou uma resposta para um artigo.

Uma parte de mim não quis ou se importou em responder porque eu não acho que isso merece esse tipo de poder ou atenção/validação. Mas eu também sei que provavelmente pareceria que eu estava ok com isso, que não me importava ou que era fraca.

As pessoas vão ver o que quiserem disso, provavelmente. Por exemplo: ‘defendi o Terry Richardson’. Eu nunca o defendi. Eu não trabalhei com ele desde então. Eu até mesmo disse que a minha própria experiência não contraria ou desvalida a das vítimas. Tudo o que eu disse é que eu não fui abusada sexualmente ou tive qualquer tipo de relação sexual com ele depois que um jornalista insistiu em dizer que eu tive.

Se você não é uma vadia, você é falsa. Se você não é louca ou difícil, então você é entediante.

Ou você é muito gorda ou muito magra ou muito feia ou muito bonita. É isso o que eu ouvi desde que era pequena. Eu sempre fui ‘demais’ ou ‘não o suficiente’. Ao ponto de eu me importar só com o trabalho que estava fazendo, porque ele realmente dura e e importa, e o meu bem-estar, para que eu possa continuar. As pessoas que me entendem como artista e o meu trabalho são aquelas com quem eu me importo. Não existe uma ‘Mulher ideal’, gente”.

Imagem: Pinterest

Marcela De Mingo

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