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O que sua baixa autoestima revela sobre as relações que você tem

Camila Reis

Psicóloga

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Muitas vezes, a gente ouve uma amiga falar que ela tem uma autoestima baixa, que se sente pra baixo, insegura e sem autoconfiança. Ou, talvez, seja você mesma que se sinta assim. Mas aí, ao observar as atitudes, posturas e como outras pessoas lidam com as situações, você considera que tais pessoas parecem ter uma boa autoestima. Quantas vezes você não se questionou se tem uma boa autoestima? Ou, ainda, como aquela pessoa tem uma boa autoestima e você não? Como se faz para ter autoestima? Afinal de contas, o que é a autoestima?

baixa autoestima

A autoestima é um sentimento e, como tal, é aprendido e desenvolvido na vida de cada um. Começa lá na infância, nos primeiros contatos da criança com o meio. É produzido por uma série de reconhecimentos, elogios, carinhos, cuidados ao indivíduo em si e não apenas aos seus comportamentos. O que eu quero dizer com isso? Que a autoestima vai se desenvolvendo com a exposição da criança ao meio. Ela não precisa só fazer coisas certas para ser reconhecida e amada. Mesmo errando, ela precisa saber que seus pais (ou cuidadores) não deixarão de amá-la e compreendem o erro que cometeu. Ela terá as consequências necessárias, mas, mesmo assim, é amada. Por exemplo, a criança que risca toda a parede da casa pode receber uma bronca ou ser  colocada de castigo. Os pais podem ficar bem chateados e tristes, mas, no fundo, ela deverá saber também que eles não deixarão de amá-la e dar carinho por isso.

É claro que não é uma situação apenas que forma a nossa autoestima ou todos os outros sentimentos. Pensem em milhões de ações e “erros” durante 24h por dia, durante muitos anos das nossas vidas. Algumas vezes os pais não deixam seus sentimentos tão claros ou, outras vezes, a criança não entende as demonstrações de afeto dos responsáveis. Neste cenário, os pequenos podem crescer achando que precisam ser bons, capazes, competentes ou excepcionais para serem amados. Podem tornar-se pessoas exigentes consigo mesmas, pouco tolerantes aos próprios erros e aos erros dos outros. Podem se sentir e se verem como inseguras, incapazes, não merecedoras, pouco valorizadas e que precisam estar sempre fazendo algo “certo” para serem dignas do amor.

Estas pessoas têm dificuldades em enxergar que devem ser amadas por quem são, pela forma de enxergar o mundo, pelos valores e por como se colocam nas situações. Elas, muitas vezes, acham que precisam sempre agradar o outro, fazer tudo que ele quer ou pede, porque se não fizerem, deixarão de serem amados, acolhidos ou bem quistos. Muitas pessoas com a autoestima baixa não se acham atraentes, interessantes e capazes de conquistar. Não são também autoconfiantes. Acontece com frequência uma carência de afeto e, geralmente, elas precisam estar com alguém para se sentirem minimamente bem. O relacionamento (ou a possibilidade de se relacionar) se torna um dos maiores objetivos delas e daí pode começar uma dependência por relações.

Pessoas com estes perfis comumente engatam um relacionamento no outro, visto que se sentem muito mal quando estão sozinhas (não vamos generalizar, ok? Nem todo mundo que engata relacionamento tem essas dificuldades ou tem alguma dificuldade sequer). Daí em diante, o perigo pode aparecer porque, enquanto elas são “dependentes” de relações saudáveis, há pouco ou quase nenhum prejuízo social-emocional. Entretanto, quando, eventualmente, pessoas com autoestima baixa encontram alguém que tem um perfil mais sedutor, instável, agressivo, arrogante ou ainda com patologias como transtornos de humor ou de personalidade, com frequência, as relações se tornam doentias e problemáticas.

Um lado quer sempre agradar, se doar, fazer de tudo pelo outro e abrir mão de si. Submete-se a situações e coisas que jamais faria, porque de, alguma forma, o outro o levou a isso. Acredita que faz tudo por amor e porque só assim será amada. Já o outro lado, suga, manipula, controla, seduz, exige e algumas vezes até diminui o outro. Podem existir também algumas pessoas com ciúmes descontrolado. Cobrando e controlando seus passos e suas ações. Nestas situações citadas, você se vê deixando de fazer tudo que gosta, se afastando dos amigos porque você não quer desagradar o outro, não se sente segura e pode até achar que ele tem razão. Aí a bola de neve aumenta, você se submete mais e mais a coisas que não imagina, deixa de fazer um curso, ir a um aniversário de um amigo, de mexer no celular porque tudo vira motivo de briga e desconfiança.

Existem também alguns casos em que fazem comentários inconstantes que a desvalorizam, como “você nunca vai encontrar alguém tão bonito (ou tão legal, tão inteligente, tão bem sucedido, tão foda) como eu”, ou super valorizam, como: “você é maravilhosa, a mulher mais perfeita desse mundo”. Essa inconstância te mantém na relação, porque ora você é a melhor namorada do mundo, ora é tudo aquilo que mexe diretamente nas suas inseguranças e crenças sobre si mesma, como não ser merecedora de um bom amor. E a bola neve continua aumentando, porque, afinal, você não se sente boa o suficiente para ter coragem de sair da relação e ir encarar o “mercado” dos solteiros de novo. Aí pensa, “ruim com ele, pior sem ele”… Será?

Talvez você esteja se identificando nessa relação, ou talvez identifique um amigo e deve estar se perguntando “como fazer para sair disso?”; “Como posso ajudar alguém a sair dessa?”; “Como se faz para ter uma boa autoestima?”; “Como é que aquela pessoa tem uma boa autoestima e eu não?”.

Relacionamento é para ser saudável, construtivo e cuidadoso. Por mais clichê que possa parecer, você merece alguém que te ame, que faça questão de estar ao seu lado e construir uma vida com você nas mínimas ações do dia a dia, como torcer pelo seu sucesso, dividir as tarefas de casa ou assistir um filme que você gosta – mesmo que não seja o da preferência dele. Relacionamento é, sim, ceder um pelo outro, mas de forma equilibrada. Quando só um lado abre mão de tudo, a relação para de caminhar de mãos dadas. Ela trava em brigas e conflitos porque há anulação de um dos lados. E isso deprime, desmotiva, entristece.

Casal Feliz

Se você se sente em uma relação em que traz mais prejuízo que benefício, que te deixa triste, ansiosa, instável e com baixa autoestima, pare um pouco e reflita. Olhe para você, em tudo que tem batalhado e buscado conquistar. Trabalhe o seu autoconhecimento e autoestima, olhando para os seus valores, para o que gosta de fazer. Se elogie, se valorize, se cuide. Com que frequência você faz isso? E lembre-se, se está difícil de fazer sozinha, peça ajuda dos amigos, da família ou de um profissional. Nossa vida é única e merece ser bem vivida. A felicidade não é um fim, é um caminho.

Imagens: Pinterest

Camila Reis

Psicóloga

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