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[+18] Manual Sagrado sobre o BDSM – O submisso

Julia Sanches

Colunista Superela

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Julia convocou seu submisso, era hora de iniciar o jogo, a primeira sessão de Cezar. Ela tinha planejado diversas cenas, andava inspirada e altamente motivada. Fazia tempo que não treinava ninguém, era como tirar a virgindade só que do corpo inteiro.

Ele chegou na hora marcada, se encontraram em uma suíte sado que ela eventualmente frequentava, gostava dos acessórios e da decoração. Além de ter sua preferida Cruz de Santo André.

Ela ordenou que usasse os arreios de tronco, deixou sem nada a cobrir o sexo, queria acompanhar as reações dele a cada passo. Para seu contentamento a ereção estava presente como pedira. Condicionar comportamentos era sua diversão predileta.

Cezar em seu dia a dia, no seu escritório de arquitetura, não era nem um pouco submisso. Poderia dizer que se portava como um homem obstinado, concentrado, disciplinado ao extremo, focado nos prazos, nos detalhes, tudo o que lhe deu respeito de mercado muito cedo. Apesar da pouca idade, comandava as obras com maestria, e quem o conhecia ali jamais poderia imaginar que ele se submeteria a uma mulher.

Os papéis no prazer não são reflexos dos papéis sociais, grande número de pessoas experimenta a inversão para o BDSM. O constante exercício de autoridade na vida pode ser o estopim necessário para a entrega desmedida a submissão. Ao contrário do que muitos pensam, se submeter é libertador. Se deixar levar, ser guiado, não ter que planejar, cuidar, controlar, somente estar ali para o jogo que escolhera, com as regras que escolhera.

Sentou numa poltrona, gostava de fazer suas sessões de espartilho e salto quando se tratava de submissos. Sempre salto. Contrariava a norma em não vestir couro nunca, exceto pelas botas que amava e que às vezes usava, o couro pertencia apenas a seus acessórios. No fundo, só não queria ser óbvia.

Ordenou que Cezar lhe endeusasse os pés. Ele ajoelhou a sua frente, tirou os sapatos com suavidade, acariciou e por fim beijou. Diferente da maioria roçou seu rosto em seus pés, beijou em diversas partes, até por fim lhe beijar os dedos. Fazia com uma gradação suave, provou uma excitação profunda, na cadência em que explorava os pés de sua Deusa.

Julia não apreciava homens tão gentis, não era seu perfil. Mas admitia que não resistia a homens que usassem a boca com maestria. Era incrivelmente sexual, não escondia. Pularia de um rito ao outro, com a mesma devassidão de sempre.

Contudo, mesmo com uma boca que julgava perfeita, começou a se sentir aborrecida. A maneira como ele se portava tão incrivelmente submisso a estava irritando, o prazer e a excitação deram lugar a impaciência. Algo incomodava naquela postura, sabia que não era real. Ninguém chega a primeira sessão domesticado. Se a relação de entrega não for verdade, não funciona. Representar é o pior caminho.

Ordenou que parasse. Mandou ele se levantar e colocou braçadeiras em seus pulsos. Disse que ele deveria andar pelo quarto, ela observou, mandou ele ficar de quatro. Pensou em fazer um pet play com ele, nada mais interessante para humilhar e domesticar, mas não o fez.

Deixou ele de quatro por um bom tempo, pegou seu chicote, se aproximou dele e perguntou:

– O que você é?

Ele meio sem saber o que responder, disse:

– Seu submisso.

Ela lhe estalou as costas numa forte chicota, que lhe fez arder a pele. Ficou confuso e lhe disse:

– O que quer que eu diga?

Ela novamente estalou o chicote agora em suas nádegas e disse:

– Eu quero que você medite sobre o que você é, e me fale.

Ele não sabia o que responder, estava confuso, se não era um submisso o que seria. Não fazia sentido. Ela continuava lhe estalando as costas, ele querendo parar com aquilo falou:

– Sou seu brinquedo.

Ela sorriu. E lhe disse:

– Você é minha posse, meu domínio. Irei te humilhar, irei te machucar. A melhor coisa que você pode fazer é se afastar de mim, você quer fugir?

– Não. – Ele respondeu baixinho, enquanto se recuperava da ardência que ficou na pele de suas costas.

– Pense bem, se você ficar seu destino é a prisão. Vou transformá-lo em objeto. Acostume-se a me ver de baixo, seu lugar comigo sempre será o chão.

Ele respondeu que não queria fugir, agora mais controlado e mais seguro do caminho que deveria tomar e como se comportar. Ela ficou o olhando ao chão, de quatro, sem nada dizer.

Depois de meia hora tirou as braçadeiras e o prendeu na Cruz de Santo André. Sentou e fumou seu cigarro. Olhava o corpo dele, a ereção, que durante as chicotadas havia ido embora, agora se mantinha firme conforme ela havia pedido. Ele a olhava à espera de um comando, ela estudava o que fazer com ele.

Algo nele despertava uma irritação nela, parecer tão pronto, e sentia que não podia humilhá-lo tão facilmente assim. Ficou na dúvida de qual caminho tomar. Precisava explorar os pontos fracos dele, só que com o controle que ele demonstrava e a total obediência, ela ainda não tinha achado o que precisava.

Estava na hora do seu show, sabia que não poderia lhe bater na cara, mas iria tirar aquela feição cordial que ele lhe mostrava.

Colocou clamps em seus mamilos, aplicou eletroestimulação dos genitais, lhe chicoteou, xingou. Usou dos seus esforços para lhe quebrar o ar controlado e servil. Notou que suas costas começavam a ficar com marcas, se questionou sobre sua força para com ele. Fez uma pausa para deixá-lo tomar folego.

Não se tratava de prazer, ela o estava castigando. Não entendia porque o castigava, mas não era o seu jogo. Fumou outro cigarro e novamente percebeu a mesma ereção firme que pedira.

Que tipo de pervertido ele era para ser castigado sem sentido e ainda assim manter a ereção? Uma coisa era a punição disciplinatória dentro das cenas projetadas, mas ela sabia que fugira completamente do foco. O torturava sem declarar razão aparente.

Não podia negar que aquela ereção constante, a boca, a lembrança das mãos, acabaram por fazê-la se excitar. Partiu para a dominação psicológica, o insultou e provocou rebeldia. Acabou lhe tocando o ânus e lhe chamou de menino reclamão.

Ele a olhou muito sério, ela descobrira seu ponto fraco. Estava satisfeita ao ver que afinal ele não era imbatível. Homens detestam questionamentos sobre sua sexualidade, homens conservadores, e este era ele afinal. Assim se verga alguém, pelas fraquezas.

Para comemorar passou a língua na cabeça de seu pau, só para pirraçar. O olhar sério deu lugar a suplica. Ela notou e riu.

Pegou uma vela que estava sobre a mesa, acendeu, pingou suavemente sobre partes de seu corpo, o olhava, passava a mão sobre seu corpo másculo, e gotejava parafina. Percebeu que ele aprovara, ela sabia que era uma delícia e incrivelmente excitante a cera quente sobre a pele. Conhecia os pontos chave, usou, e o atiçou.

Estava totalmente voltada a cena, estavam se conhecendo, ele correspondia ao que ela gostava, aplicou eletroestimulação nos genitais, usou os clamps para pressionar os mamilos, conhecia as intensidades, só queria excitá-lo agora, não queria puní-lo.

Soltou ele da cruz e sentou em seu rosto. Primeiro o asfixiou por dois minutos, depois ergueu um pouco para retirar o peso de seu rosto e ordenou: chupe.

Ela conhecia a boca, a incrível boca que a levava a loucura. Gozou assim, umas quatro vezes, e já satisfeita levantou e mandou ele se masturbar sem gozar.

Ele diante de seu sexo enquanto ela se tocava, podia notar o desespero, a vontade extrema de foder ali. Assim que percebia que ele estava perto de gozar, ela o chicoteava. Começou a disciplinar, ele diminuía o ritmo, ofegava, o seu rosto agora carregava um misto de prazer e dor. Estava louco, ela não cedia, não o deixava gozar.

Se manteve de pernas abertas a sua frente, gozou para ele ver. Ele fez menção de se aproximar, ela o chicoteou, ele seguia a masturbação. Seu pau estava em chamas, extremamente vermelho, gotejava muito, ofegava, arfava, não estava conseguindo aguentar.

Ela o chicoteou, xingou o quanto pode, mandou ele beijar seu sexo e assim com a boca a chupá-la, gozou.

Estava fraco, estava abatido.

Encerrou ali a primeira sessão.

Julia é personagem do livro a ser lançado, Dominatrix. Esta cena faz parte do livro, onde ela disciplina seu submisso.

Imagem: Pinterest


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