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Estado civil não é garantia de felicidade

Emanuele Alves

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Vejo muitas pessoas, principalmente mulheres, se sentindo superiores por estarem namorando, casada, com filhos ou por nunca terem tido uma DR em público. Sei que a sociedade machista influencia muitas mulheres a pensarem e agirem assim, pois impõem que um dos maiores indicadores de sucesso de uma mulher é ter um macho do lado e ter um relacionamento de forma pacífica, submissa e sem conflitos.

Muitas pessoas, e, infelizmente, a maioria mulheres, comentam: “e o namorado?”, “quando você vai se casar?”, “fulana é mais nova que você e já casou”, “a ex do seu namorado já está casada, está melhor que você, você deve ter um pouco de inveja dela”, “sua prima mais nova já tem filhos e você nenhum ainda”, “nunca tive uma DR em público e ou nunca vi fulano tendo,” e por aí vai. Estes tipos de comentários, assim como vários tão indesejáveis quanto, podem até ser feitos na “brincadeira”, segundo as pessoas que os fazem, mas considero-os desnecessários. E se, de certa forma, estes comentários não nos agradarem, devemos nos posicionar a respeito. Devemos, sim, se for a nossa vontade, demonstrar que não gostamos, seja conversando, escrevendo sobre isso e possibilitando às pessoas que os fizeram a lerem o que escrevemos.

Precisamos externar, sem violência e ofensas, aquilo que nos desagrada, pois se ficarmos sempre guardando dentro da gente o que nos chateia, engolindo sapos para evitar conflitos, para “viver bem”, das duas a uma: ou uma hora você “estoura” e põe tudo para fora de forma agressiva, podendo ser violenta e ou ofensiva; ou você terá uma crise de estresse; ou para as que têm arritmia, como eu, até um infarto. Precisamos “cortar o mal pela raiz” antes que ele crie raízes dentro de nós. Aos poucos vamos desconstruindo esse machismo presente em várias situações e aprendendo a nos impor. A saúde, como um todo, principalmente, nossa saúde cardíaca e mental, agradece por isso.

Precisamos nos policiar mais para não reproduzirmos o machismo e para não aceitarmos caladas todo tipo de cobranças e ofensas de pessoas queridas ou não, seja em tom de imposição ou em tom de brincadeira. Não precisamos ser agressivas, mas também não devemos ficar caladas.

Eu até penso em casar e ter filhos algum dia beeeeeeem distante, mas ainda não é o meu momento e ninguém sabe disso melhor que eu. Todo relacionamento tem a parte boa e a ruim, então, não precisamos ter inveja do relacionamento de ninguém, pois todos eles têm as duas partes. Inveja de alguma mulher? Não, eu diria admiração! Admiro várias mulheres, independentemente do estado civil, pois todas são guerreiras.

Não importa se a pessoa está solteira, namorando, casada, separada, isso não a faz melhor ou pior que ninguém. O que realmente deve importar é se a pessoa está feliz e estado civil, definitivamente, não é uma das principais garantias de felicidade.

Imagem: Pinterest

Emanuele Alves

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