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As mulheres, quando se apoiam, são muito mais fortes. E quando elas trabalham, juntas, em prol de uma sociedade mais igualitária e justa, elas melhoram não só as próprias vidas, como a de toda a sociedade.

Com isso em mente é que surgiu o grupo TamoJuntas, um conjunto de quatro advogadas que prestam assessoria jurídica de graça para outras mulheres e que já tem mais de 67 mil apoiadoras no Facebook.

A história do TamoJuntas começou online. Quando a campanha #MaisAmorEntreNós ganhou a internet, Laina Crisóstomo lançou um post nas redes sociais que permitiu que ela conhecesse mais advogadas que também são feministas e sonhavam em ajudar mulheres vítimas de violência de forma gratuita – ou probono, como é conhecido esse tipo de advocacia no Brasil e no mundo.

Somaram-se a ela, então, Carolina Rola e Aline Nascimento, e assim nasceu o grupo que dá assessoria a quem precisa, sem pedir por nada em troca. Mais recentemente, depois da criação da fanpage no Facebook, Natasha Barreto também se uniu ao grupo.

As quatro advogadas baianas têm como objetivo tirar dúvidas, passar orientações referentes à processos legais e atender mulheres que não tem condições de pagar por um advogado para resolver as suas questões.

Presencialmente, elas atendem apenas em Salvador, porém, a ideia é manter o projeto o mais amplo e fluído possível e, como elas mesmas comentam na fanpage do projeto, elas tentarão ao máximo articular advogadas e redes de apoio que possam assistir essas mulheres que estão em outras cidades do país.

“Somos advogadas feministas em busca de uma sociedade sem machismo, sem sexismo, sem violência, por justiça, direitos, empoderamento e #MaisAmorEntreNos!”, diz a descrição da página.

Muitas vítimas de violência, seja nas ruas ou doméstica, às vezes têm medo de fazer uma denúncia ou entrar com um processo contra o agressor por medo do que a família, os amigos e a própria sociedade pode dizer a respeito.

Como é comum a própria mulher ser julgada culpada em um caso como esse é compreensível que o assunto se torne um tabu e o silêncio vira a primeira opção de muitas vítimas.

Porém, para mudar a cultura do estupro e a mentalidade que vê as mulheres sempre como culpadas por aquilo que acontece com elas, é preciso ir de encontro com esses agressores, que muitas vezes saem impunes desses casos. Por isso mesmo, um projeto como o TamoJunto é tão importante.

Além disso, é preciso lembrar que nem toda mulher que sofre qualquer tipo de violência vive apenas nas grandes cidades, como São Paulo e Rio de Janeiro, mas em todas as cidades do país e muitas delas simplesmente não tem condições – principalmente financeiras – de arcar com um processo judicial que segue um crime.

De qualquer maneira, é sempre bom lembrar que, além dessas advogadas maravilhosas, se você precisa de qualquer ajuda pode entrar em contato com o 180, o dique-denúncia da Secretaria de Políticas para as Mulheres. E se você busca apoio, não esqueça que o nosso Clube Superela está repleto de mulheres incríveis prontas para ouvir a sua história e mostrar que você não está sozinha, e as nossas Super Profissionais também estão aí para ajudar no que você precisar

Imagem: Facebook


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