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Eu queria sugar todo aquele leite, me abandonar em deleite morno esparramada sobre o corpo liso imberbe que desejei tantos anos antes.

Sem querer, nos esbarramos num dia qualquer fazendo qualquer coisa em qualquer lugar. Não importa. Eu conhecia aqueles olhos negros desde sempre, desde muito, ainda que agora estivessem emoldurados por uma barba farta e curta. Eram os mesmos olhos que olharam os meus tantas vezes, com desejo, com paixão curiosa e cheia de tesão em anos que éramos tão jovens que só podíamos nos desejar e usar os dedos. Foi muito rápido, e muito fácil, o que me deixou insegura e surpresa com a capacidade de me entregar assim, sem poréns, sem pudores, totalmente sem valores. Facinha, facinha. Ele também.

Uma interjeição aqui, uma interrogação ali e, de repente, desligados do mundo, nem um pé no chão. Tanto tempo se passou e eu ainda só queria que ele me quisesse, e ele quis e a gente foi se encostando, se reconhecendo pedacinho por pedacinho com uma vontade que nem tinha reparado que ardia tanto.

Aquela pele, aqueles pelos, aquela boca no meu pescoço me beijando, chupando, lambendo, sorvendo todos os aromas, aquelas mãos que segurei tantas vezes, segurando meus seios, firmes e inteiros. Aquele cheiro que eu já conhecia e o pau duro subindo pelas minhas coxas, a cabeça lisa e rosa entre meus pelos meus lábios, minha língua. Parece que tinha música tocando mas não sei.

Eu flutuei naquele rio de águas mornas e calmas, boiando sob o céu, sob o sol e as estrelas, hipnotizada por sua presença. Eu voei no azul tão levinha e pousei nos braços densos que me abraçaram de volta com desejos.

Minhas mãos passearam por ombros, peito, costas, umbigo, e segurei o falo quente e rijo por minha causa. Então chupei com saudade de tudo o que não fizemos juntos, de tudo o que éramos tão jovens, com todas as vontades que tinham ficado em outro lugar que já tínhamos passado juntos e antes. Chupei e nossos corpos combinavam tão estranho quando nada mais tínhamos, mas gostamos. Meu ventre, meu útero, coçavam de vontade e a boca salivava de pele arrepiada e calor. Me encaixei sobre ele, o encaixe perfeito para o membro que ele tinha duro para mim e eu o possui fluida, tenra, suculenta bem lenta, deleitosa, gostosamente. Eu o possui deliciosamente, apetitosamente, como se saboreia um caqui maduro, uma manga no pé, derramando pelos cantos dos lábios lambuzados e doces totalmente melados. Eu dei para ele como um bolo surpresa de chocolate com calda que ele devorou tão atrevidamente me elevando tão alto que deu vertigem e borboletas no estômago quando ele gozou em mim, um jorro quente longo intenso e sem fim dentro de mim, que eu gozava nele também. Juntos, os dois juntos, com suor e sêmen e saliva e pênis e vagina. Sonho de açúcar. Beijos de açúcar. Um encontro quase improvável que jamais se repetiria.

E dois gaviões no alto do terreno abandonado quando eu passei.

♥♥♥

Imagem: Pinterest

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