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Se vestir é um exercício de autoconhecimento e reconhecimento

Priscila Citera

Consultora de Estilo

Atendimento: por Skype e no Rio de Janeiro/RJ

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Na maioria dos meus textos eu falo que para escolher a roupa que vai comprar ou vestir, você precisa conhecer as suas prioridades e saber o que faz o seu olhinho brilhar para que você olhe no espelho e consiga se reconhecer. Para que você veja naquele look a mulher que você é, da forma como você gostaria que as pessoas te vejam.

Apesar de falar sobre isso com frequência e facilidade (por já ter feito esse exercício e por trabalhar conduzindo as minhas clientes nesse caminho), eu sei que não é fácil. Mas eu insisto nesse assunto porque sem autoconhecimento não existe reconhecimento, e sem reconhecimento não existe empoderamento.

Quando a gente se veste, a gente passa uma mensagem ao mundo sobre quem a gente é. Se você não vê a roupa dessa forma, provavelmente você está passando uma imagem errada sobre você. Uma pesquisa mostrou que quando está conversando com alguém, o que você fala representa apenas 7% do que essa pessoa percebe, enquanto 38% é referente à forma como você se comunica (tom de voz, velocidade da fala, fluência, etc) e os outros 55% é visual, ou seja, a forma como você se apresenta. É claro que você pode dizer que “não liga para a opinião alheia” e se vestir da maneira como quiser, mas você precisa saber que está passando essa imagem e lidar com as consequências que isso pode lhe trazer.

Vamos a um exemplo prático para entender como isso funciona: Eu tenho o peito pequeno e gosto deles assim. Quando eu vou a uma loja e experimento uma blusa decotada e o decote fica “vazio”, eu vejo no espelho do provador um detalhe do meu corpo que eu não quero mudar, e que não me incomoda que as pessoas reparem ou comentem sobre não ser do jeito que a sociedade acha que deveria ser. Eu me sinto bonita com a blusa, compro ela, e uso sempre que eu tenho vontade. Se eu não conhecesse o que incomoda no meu corpo, talvez eu comprasse a blusa por ser bonita, ou por estar na moda, ou na promoção e nunca usasse ela. Se eu não me reconhecesse no espelho e não me sentisse empoderada do jeito que eu sou, talvez eu não comprasse a blusa por insegurança, por achar que não ficaria bem em mim, ou que eu deveria pensar em colocar um silicone antes de usar um decote. O mesmo acontece quando eu deixo de usar salto alto e opto por uma sandália rasteirinha porque priorizo mais o meu conforto que parecer alguns centímetros mais alta.

decote peito pequeno autoconhecimento

Esse autoconhecimento não deve ser só físico, mas de personalidade também. Algumas clientes minhas tiveram medo (ou vergonha) de dizer que gostariam de se sentir mais sensuais quando preencheram o questionário inicial da consultoria de estilo. Depois, quando entenderam que caso não assumissem esse desejo elas não se reconheceriam quando vestissem uma roupa menos ousada, e se sentiriam menos empoderadas, elas mudaram de ideia e se permitiram se tornar quem elas gostariam de ser.

Invista no seu autoconhecimento! Conheça quem você é, quem você quer ser e como gostaria que as pessoas te vissem, e escolha roupas que passem essa mensagem. Se reconhecer e ser reconhecida faz um bem danado pra nossa autoestima!

Quer descobrir como se vestir de acordo com a sua personalidade? Então, clique aqui e vamos bater um papo sobre consultoria de estilo.

Priscila Citera

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