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[+18] Mais que uma noite de prazer

Josias Goncalves

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Eu nunca fui do tipo de chegar em mulher e imediatamente já dizer o que queria com ela, sempre gostei mais da conquista. Mas teve uma que eu não queria conquistar, já sabia exatamente o que queria. Eu sempre a via passando pela rua da minha casa, ficava lá em cima na sacada observando. Acho que todo dia ela estava indo trabalhar, ou voltava da faculdade, sei lá. Eu só sei que eu a queria. Queria comer, foder, trepar; eu tinha uma tara por ela. 1,73m de altura, batom vermelho sempre.

Eu queria borrar aquele batom todo. Ela tinha um corpo que me dava vontade de morder cada parte, tirar gemidos deliciosos, enquanto eu percorria cada centímetro daquela pele branquinha com minhas mãos e minha boca, roçando minha barba e arranhando sua pele. Eu sabia muito bem o que queria fazer com ela; sabia exatamente como queria fazer.

Até que teve um dia em que minha tara por ela aumentou. Da sacada de casa, vi além do que já tinha visto. Ela usava um vestido – não me lembro como era, mas também não interessa; o que me interessou foi o que estava embaixo. Pela transparência dele, percebi que usava uma lingerie vermelha. Ah, como eu queria ver aquela lingerie de perto, rasgar com os dentes e devorá-la por inteiro. Deixar aquela lingerie vermelha jogada sobre a cadeira no meu quarto enquanto ela assiste sua dona sendo muito bem comida por mim! Não resisti àquela tentação; não resisto a mulheres com lingerie vermelha – ainda mais essa que tem o corpo mais sexy que eu já vi. Eu queria provar aquele corpo!

Desci a escada correndo atrás dela. Alcancei-a quase virando a esquina. O que eu iria dizer? Não tinha a mínima ideia. A única coisa que eu sabia era que eu queria aquela mulher. “Hey, moça!” – e ela se virou assustada, com cara de quem achava que seria assaltada ou que estava sendo confundida. Não estava, era ela mesmo que eu queria. “Vai parecer meio estranho, mas tenho que dizer uma coisa. Posso?” – e ela disse “Diz”. Nesse momento, me apaixonei até pela voz dela. “Faz tempo que te observo passando aqui na rua e eu queria saber se topa ir ali no café pra gente conversar um pouco”. Por que diabos eu falei aquilo eu não sei, mas ela certamente nem me ouviria se eu dissesse que queria mais que conversar.

Fomos até o café, ela topou. Talvez tenha se interessado, ou queria saber por curiosidade onde aquilo a levaria – desde que fosse a minha cama, estaria ótimo. Já era umas 18:20 quando entramos no café. Comecei com uma conversa descontraída, fazendo-a rir dos mais variados assuntos. Mas eu tinha que botar em prática logo o que eu queria. Aos poucos, me aproximei dela; o assunto começou a ser mais sério.

Comecei a dar indícios do que queria; comecei a falar em seu ouvido, minha barba passava em seu pescoço e eu sentia que ela se arrepiava. Ela me devolvia em olhares intensos, mexendo no cabelo e mordendo a boca. Me atrevi mais um pouco ao perceber que ela retribuía minhas provocações: além de falar em seu ouvido, deslizei minhas mãos em suas costas, descendo levemente meus dedos de sua nuca até chegar a sua cintura. Ela se contraiu, sentindo um arrepio gostoso. Me atrevi mais um pouco: “Vamos para o meu apartamento?”“Não via a hora de você dizer isso”, ela disse (leia mais aqui).

Subimos as escadas, eu morava no segundo andar. Mas no meio do caminho até meu apartamento, nos beijamos ali mesmo. Eu a beijava ofegante, me sujava com aquele batom vermelho, deslizando minha mão por sua coxa e erguendo seu vestido. Sua calcinha já estava molhada. Levei a mão a boca e chupei meus dedos: seu gosto era delicioso. Ainda agarrados e com minhas mãos segurando firme seu cabelo, nos arrastamos até meu apartamento.

Entramos no quarto e, num movimento rápido, lhe arranquei o vestido. Que visão mais gostosa! Ela tinha a pele bem branquinha que dava um ótimo contraste com a lingerie vermelha – ela era gostosa demais. Eu a devorava só com meus olhos, vendo-a parada em minha frente. Joguei-a na cama, arranquei minha roupa e me deitei por cima dela. Enquanto a beijava, retirei sei sutiã, lançando-o à cadeira do computador.

Desci mordendo seus peitos – tinham uma linda tatuagem de cereja – cabiam perfeitamente em minha boca. Mordi para deixar marcas, queria deixa-los roxos para que ela levasse dali uma deliciosa lembrança minha. Com uma mão, eu brincava com sua boceta. Estava ensopada. Ela gemia alto, do jeito que eu gosto se segurava em meus braços e me apertava. Meu pau latejava, pulsava de vontade de foder aquela boceta. Ajeitei a calcinha dela para o lado e coloquei só a cabecinha, fazendo movimentos lentos.

Ela gemia, delirava, pedia para não parar. Ela tinha uma boceta bem apertadinha, uma delícia de foder. Aos poucos coloquei tudo. Ela gritou. Eu não queria problemas com os vizinhos – era uma ótima foda e eu não queria ser surpreendido com alguém batendo à minha porta. Tapei sua boca com a mão para abafar o som e metia cada vez mais forte; meu pau escorregava para dentro daquela boceta que estava melada. Ela gemia alto, mesmo com minha mão tapando sua boca. Eu metia forte e rápido, olhando nos olhos dela. Ela podia parecer santa na rua, mas era uma puta gostosa na cama.

Ela pediu pra ser fodida de quatro. Tirei meu pau da boceta dela e desci beijando seu corpo, mordendo sua barriga até chegar na calcinha, que estava ensopada. Chupei sua boceta enquanto tirava sua calcinha e coloquei a calcinha vermelha e ensopada em sua boca. Ela ia ser fodida de quatro enquanto sentia o próprio gosto com a calcinha na boca. Virei seu corpo puxando-a pela cintura e a coloquei de quatro no meio da cama. Dei um tapa forte em sua bunda, para arder e ela gritou com a calcinha na boca. Gostou do tapa, rebolou, dei mais um. Me abaixei e meti logo minha língua entre aquela bunda gostosa.

Chupei aquele cuzinho delicioso, minha língua passeava, estava todo melado do tanto de gozo que escorreu da boceta. Enquanto chupava, enfiei dois dedos em sua boceta. Ela rebolava em minha cara, lambuzava meu rosto e eu me deliciava com aquilo tudo. Depois de deixa-la bem melada, levantei. Mandei que apoiasse a cabeça no travesseiro e, com as duas mãos, abrisse a bunda para mim. Me posicionei, colocando a cabeça no cuzinho dela – queria experimenta-lo agora. Fui bem devagar, até ela se acostumar. Ela gemia alto, gritava de prazer. Rebolava no meu pau feito louca. Fui aumentando o ritmo, até que ele entrou todo. Ela se apoiou sobre os braços e forçava o corpo contra o meu.

Eu queria deixar bem arrombado aquele rabinho delicioso. A cada tapa que levava, ela contraía o corpo, gemia ofegante e rebolava. Eu metia forte, fazendo meu corpo se chocar com força contra o dela. Ela ainda mantinha a calcinha na boca, abafando um pouco os gemidos e os gritos que soltava.

Enquanto eu a fodia e deixava marcas na bunda dela com os tapas ardentes, desci com uma mão até sua boceta e comecei a brincar com seu grelinho. Isso a fez delirar, ela gemia sem parar, se arrepiando toda. Começou a forçar ainda mais o corpo contra o meu, me fazendo ter sensações deliciosas enquanto a fodia.

Eu queria aquela mulher gozando enquanto eu a comia por trás e brincava com aquela boceta deliciosa. E foi o que aconteceu. Ela gemeu alto, a calcinha caiu de sua boca, contraiu o corpo todo e eu não resisti, gozei também. Enchi aquele rabinho com a minha porra. Eu parei de meter. Respirei fundo, me recuperando, enquanto tirava o pau de dentro dela. Ela caiu para o lado, ainda gemendo. Deitei ao seu lado, ainda meio sem ar, com a boca seca.

Nunca tinha tido uma foda tão intensa quanto aquela. Eu queria dar a ela algo além dos roxos feitos por minha boca em seu peito e as marcas das minhas mãos em sua bunda. Com os dois recuperados, se olhando ainda sem dizer uma palavra, me pus em cima dela. Beijei sua boca. Desci até suas pernas, coloquei-as para cima. Passei minha barba em suas coxas e beijei-as. Passei a boca em sua boceta, em seu grelinho. Dei lambidas na virilha. Assoprei bem de leve, ela se contraiu. Caí de boca. Chupei aquela boceta deliciosa com vontade, usando minha língua em várias direções.

Ela segurava o lençol com força, gemia, mordia a boca. Seu gosto era muito delicioso, queria me viciar nele. Queria mais dele. Chupei forte, a sugava toda para dentro de minha boca. Levava a mão até em cima, apertava seus peitos – estavam durinhos. Minha língua não parava, sugando com vontade. Ela gozou. Gozou como uma safada sabe gozar em minha boca. O corpo todo tremia. Não conseguia nem abrir os olhos, mas o sorriso se mantinha em seu rosto.

Foi a melhor foda que eu tive e dei o meu melhor pra ser a melhor dela também. E até hoje fodemos todas as noites e dias, com a diferença que hoje ela mora aqui. A lingerie vermelha? Todos os dias ainda assiste o que fazemos de melhor.

Imagem: Pinterest


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