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O dia em que fui puta pela primeira vez…

Eu era só uma menina. 18 anos, cursando o primeiro ano da faculdade, trabalhando no primeiro emprego – como a professora de Inglês mais jovem da região – e morando com os pais. Minha vida não era tão diferente da vida de outras meninas da minha idade. Tinha perdido a virgindade meses antes, com um rapaz de quem gostava (e achava que também gostasse de mim, até que ele desapareceu depois de me comer algumas vezes). Não tinha sido ruim. Tinha sido carinhoso, o cara tinha sido um amor, eu não tinha sentido dor e sabia que levaria essa boa lembrança pro resto da vida: minha primeira transa tinha sido um amorzinho. E minha única experiência sexual era essa: “fazer amorzinho”.

Eu tinha acabado de receber meu primeiro salário. Fui a uma loja perto do meu trabalho, para comprar algumas roupinhas com o dinheiro que tinha acabado de receber. Entrando na loja, dei de cara com dois vendedores: um homem e uma mulher. Assim que entrei, a mulher veio em minha direção, mas num movimento rápido, o homem passou na frente dela e veio me atender primeiro. Normal, vendedores recebem comissão, é normal competir por clientes. “Bom dia, princesa! Posso ajudar?” – ele disse.

Senti meu rosto ficar quente com o “princesa”, mas não disse nada a respeito; respondi: “Bom dia! É… estou procurando umas blusinhas para trabalhar.”. Nesse momento, ele me guiou até a as araras onde ficavam as blusas, me ajudou a escolher algumas e depois me indicou o caminho até os provadores. Experimentei todas as roupas que havia escolhido, mas quando olhei bem, vi que tinha uma blusa que estava lá por engano – ou, pelo menos, eu achei que estivesse. Olhando, achei bonita. Decidi provar. Com a blusa já no corpo, percebi que ela era curtinha – dessas que deixam a barriguinha de fora – e, mesmo inexperiente, entendi exatamente o que ele queria me fazendo experimentar aquela blusa.

Na mesma hora, abri a porta do provador e disse “Ei… o que achou?”. Nesse momento, ele me deu o olhar mais gostoso que alguém já me deu na vida. Respondendo à minha pergunta, disse: “Meu Deus, eu nunca vi uma mulher tão linda em toda a minha vida!”. Eu fiquei paralisada, envergonhada, mas amei o elogio. Ele provavelmente dizia isso para todas, com certeza era bem mais velho que eu, cheio de experiência, mas eu não estava nem aí pra nada disso – e amei ser chamada de “mulher”.

Já fora do provador, enquanto ele embalava as minhas compras, perguntou com a voz mais interessada possível: “Moça, qual é o seu nome?”. Eu respondi. Depois de me falar qual era o nome dele, ele abaixou a cabeça, como se estivesse tímido. Segundos depois, me olhou bem nos olhos e disparou: “Princesa, me desculpa se eu estiver sendo atrevido, mas eu quero… é… bom, e queria saber se você… poderia me dar seu telefone.”. Rindo, escrevi num papel e entreguei a ele. Depois de um tchauzinho tímido, me virei e fui embora – sem saber que, naquele mesmo dia, aprenderia o que é foder de verdade.

aprendiz

Era mais ou menos 16:00 quando eu senti meu telefone vibrar. Mensagem. “Deve ser da operadora”, pensei. Eu estava dando aula na hora, e nunca tive o hábito de usar telefone em serviço. Até que senti o telefone vibrar novamente – o que me fez ter certeza de que não era uma simples mensagem da operadora. Peguei o telefone e fui ler a mensagem: “Boa tarde, princesa! Espero não estar te incomodando. Tá podendo falar?”.

Não, eu não estava podendo falar. Mas o fato é: eu queria falar. “Oi… tô podendo falar, sim. Tudo bem? A propósito, você pega o telefone de todas as suas clientes? (risos)”. E depois de algumas mensagens trocadas, alguns minutos de conversa mole, e algumas cantadas com alto teor de fofura e safadeza, ele me veio com um “Posso te levar em casa?”. Nesse momento, lembrei de quando era criança e meu pai me dizia que era errado falar com estranhos (e se era errado falar, imagine pegar carona). “Sim, claro. Saio às 20:00” – respondi. Eu nunca fui muito certinha, mesmo.

Minha reposta positiva fez com que ele entendesse que eu queria o mesmo que ele. Depois disso, a fofura e a safadeza deram lugar à putaria pura e verdadeira – ele começou a me perguntar sobre minha experiência sexual (que era nenhuma) e começou a me dizer o que queria fazer comigo. Ao ver que eu estava gostando (e correspondendo), começou a ser ainda mais explícito: disse que ia me pegar gostoso pela cintura, bater na minha bunda, sussurrar no meu ouvido, passar o dedo no meu grelinho, me chupar gostoso (leia mais aqui).

E eu fui ficando tão molhada que conseguia até sentir – até então, eu nunca nem tinha sido chupada. Finalmente, 20:00. Cambaleante de tanto tesão – que já estava sentindo só com as mensagens trocadas – saí do prédio onde trabalhava. Sem saber qual era o carro dele e me sentido uma louca inconsequente, fiquei parada no portão me perguntando se ele realmente iria. Antes que eu pudesse concluir o pensamento, vi um carro com o alerta ligado. Era ele.

Entrando no carro – morrendo de tesão, vergonha e curiosidade – dei de cara com o sorriso mais tarado do mundo: “Oi, princesa. Como foi no trabalho?”. Antes que eu pudesse responder, ele encaixou a mão na minha cintura e me deu um beijo ofegante, cheio de tesão. Eu gemia, sussurrava de tanto prazer que um simples beijo bem dado estava sendo capaz de me dar. Sem dizer uma palavra e olhando fixamente para os meus olhos, ele tirou minha blusa, abriu meu sutiã e começou a chupar meu peito bem devagar. Eu gemia, olhava pra ele com cara de quem estava amando tudo aquilo.

De repente, ele parou e começou a olhar fixamente para o meu peito, até que disparou: “Ah, mulher! Você é um doce, mesmo!” e passou levemente os dedos numa tatuagem de cereja que eu tenho no peito. Vi nos olhos dele o efeito que aquela tatuagem causou. Ponto pra mim. Ele continuava a chupar meu peito, até que começou a passar o dedo de leve na minha boceta. Eu ainda estava vestida, mas estava sentindo cada movimento. Até que ele tirou minha calça e passou um dedo na minha boceta, por dentro da calcinha. Suspirou ao ver o quanto eu estava molhada, e continuou a brincar com meu grelinho, enquanto eu gemia de prazer. “Você já teve um orgasmo?” – “Não” – “Vai ter hoje!”.

Não tinha nem certeza se sabia o que era um orgasmo, mas ia ter um hoje. Enquanto ele brincava com meu grelo e me beijava na boca, eu já não aguentava mais de curiosidade: precisava sentir o pau daquele homem se esfregando em mim. Então, abri a calça dele e vi que ele gostou da iniciativa. Subitamente, parou tudo o que estava fazendo e sentou. “Vem, me chupa!”, e eu caí de boca. Fui chupando devagar. Primeiro, passei a língua na cabecinha. Depois, fui chupando aos poucos, até que consegui enfiar aquele pau todinho na minha boca.

Nunca pensei que isso fosse possível, mas estava muito gostoso. Eu continuava, mantinha um ritmo, chupava as bolas, até que: “Eu vou gozar… posso gozar na sua boca?”. Eu nem precisei pensar: “Pode!”. Não demorou nada até eu sentir aquele jato quente na minha boca. Engoli e sentei de novo no banco do carona, com cara de fascínio pelo que tinha acabado de acontecer. Exausto, ele segurou minha mão.

aprendiz

Uns dois minutos depois, já recuperado, ele disse: “Vamos para o banco de trás?”, e eu concordei com a cabeça. Já no banco de trás, a pegação continuou. Ele me deitou e veio pra cima. Me beijou com vontade enquanto me arranhava, me mordia, me apertava e me fazia sussurrar de prazer. Sem dizer uma palavra, começou a descer. Quando dei por mim, ele estava com a cara na minha boceta.

Primeiro, ele lambeu meu grelinho bem de leve – eu gemia feito louca. Depois, enfiou a cara na minha boceta com gosto. A esse ponto eu já gritava alto – foda-se se tinham pessoas passando – e isso só fazia ele chupar com mais gosto. Eu não aguentava mais de vontade de sentir aquele pau gostoso dentro de mim e ele pareceu ter lido meus pensamentos. Pegou uma camisinha, colocou bem rapidinho e começou a brincar. Passava a cabecinha na minha boceta pra me ouvir gemer – e funcionava. Até que, depois de um “Pelo amor de Deus, me fode!”, ele começou a enfiar aquele pau gostoso dentro de mim.

Devagar, enfiou todo de uma vez, fazendo pressão. “Nossa, como você é apertadinha!” – em resposta, eu gemia e arranhava suas costas. Ele metia com vontade, com força e com ritmo, em meio a xingamentos, palavrões e tapas na cara. Aquilo estava simplesmente delicioso; meu corpo nunca antes havia experimentado tanto prazer. De repente, ele tirou o pau da minha boceta e disse, ofegante: “Vira de quatro, minha puta!” – e, lógico, eu obedeci.

Minha bunda já estava bem empinada e, quando eu achei que ele fosse voltar a meter freneticamente, veio a surpresa: ele abriu minha bunda e começou a lamber meu cu. Nesse momento, eu senti minha boceta ficar ainda mais molhada – e ele também sentiu, porque começou a meter um dedo nela enquanto lambia meu cu. Eu gritava, gemia de prazer. Depois de alguns minutos, senti meu cabelo sendo puxado. Ganhei um tapa delicioso na bunda (leia mais aqui). Rebolei. Ganhei outro. Ele encaixou o pau na minha boceta e voltou a meter.

Começou devagar, enfiando a cabecinha em movimentos lentos – enquanto isso, eu gemia incessantemente. Até que começou a fazer uma das coisas mais gostosas possíveis: enfiar só a cabecinha, em movimentos lentos, e de repente enfiar o pau inteirinho de uma vez. Ele fez assim algumas vezes, até que não aguentou o tesão ao me ver rebolando e voltou a meter com força. Enfiava aquele pau com muita vontade dentro da minha boceta, enquanto me dava tapas ardentes na bunda. Começou a puxar meu cabelo e dizer que eu era a puta mais gostosa que ele já tinha comido, que minha boceta era a mais gostosa e que o meu gosto era doce. Eu só conseguia gemer.

Ele arranhava minhas costas com força – eu sabia que aquilo ia deixar marcas, mas não estava nem aí. Até que eu comecei a sentir uma coisa diferente, como se o prazer estivesse se intensificado. O que já estava incrível, estava ficando ainda melhor. Depois de um bom tempo fodendo nessa posição, ele anunciou: “Eu vou gozar!” – e pouco depois, gozou dentro de mim. Eu tinha hora para chegar em casa, então já estava me preparando para levantar e voltar pro banco da frente quando senti duas mãos se encaixarem na minha cintura e me colocarem de volta sentada.

Ele veio pra cima de mim com um beijo, me deitou, abriu minhas pernas e caiu de boca. Passava a língua de leve no meu grelinho, arrancando suspiros de prazer. Até que começou a chupar com força, com gosto, sugando meu grelinho, esfregando a cara na minha boceta. Quando eu achei que aquilo não podia ficar mais gostoso, ele enfiou dois dedos na minha boceta enquanto chupava meu grelinho. Eu gemia, gritava, pedia para não parar – ele, em resposta, suspirava com a cara na minha boceta e aumentava o ritmo dos dedos.

De repente, senti meu coração acelerar, involuntariamente comecei a gemer ainda mais alto, me contorci toda, senti todos os músculos do corpo contraindo e uma explosão de prazer. Eu gozei (leia mais aqui). Ele, percebendo, não conseguiu disfarçar o sorriso de quem sabia que tinha cumprido perfeitamente seu papel. Me senti paralisada por alguns instantes, até que me senti com forças suficientes para levantar. Voltei para o banco da frente – onde estava a maioria das minhas roupas – sem dizer uma só palavra, mas com um olhar de satisfação de falava por si só.

No caminho até minha casa, falamos pouco. Ele comentou que eu era um doce de menina, mas que sabia ser mulher nas horas certas. Não foi desses babacas que ficam querendo elogios à performance para alimentar o ego; não ficou perguntando se tinha sido bom, porque ele sabia que tinha sido ótimo. Ele não precisava perguntar se tinha sido bom, porque ele se importou com isso durante – pra que perguntar depois?

Estivemos juntos das 20:00 às 21:00 (meu horário de chegar em casa). Foi a melhor hora de toda a minha vida. Chegando na rua de casa, nos despedimos com um beijo até carinhoso. Descendo do carro, percebi que estava assada. Minha boceta ainda ardia, minhas costas também. Minha bunda estava quente dos tapas ardentes que ele tinha me dado. Mas o sorriso… ah, esse nem se disfarçava!

Durante os poucos passos que tive que dar até chegar em casa, fiquei pensando em como disfarçar minha cara de quem tinha acabado de ser muito bem comida e estava em êxtase. Como eu ia chegar em casa com cara de santa depois de uma foda como aquela? Não sabia. Tudo que eu sabia era que eu jamais me esqueceria do dia em que fui a puta de alguém pela primeira vez.

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