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Gigi Hadid é assediada, mas o mundo a vê como culpada

Marcela De Mingo

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Gigi Hadid é uma mulher famosa. No mundo da moda, ela é uma das modelos queridinhas do momento, e é reconhecida mundialmente pelo seu trabalho nas passarelas e campanhas de moda. Porém, nem mesmo ela, que está sempre rodeada de seguranças, consegue escapar do assédio.

Na última semana, Gigi, que está em Milão, na Itália, para a semana de moda italiana, estava deixando o desfile da marca Max Mara quando foi atacada por um homem desconhecido. O cara, que veio por trás enquanto ela se dirigia para um carro, a pegou pela cintura e pela perna e a levantou no ar.

Security…. where you at @Regrann from @freddyoart – respect for @gigihadid standing up to this miserable, insane man who attacked her outside of @maxmara in Milan today with her sister #BellaHadid. No woman or #supermodel should have to deal with this kind of treatment, ever. #MFW #MaxMara #GigiHadid #fashionweek Video by StormShadowCrew #Regrann

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Gigi, assustada, reagiu, e deu uma cotovelada no homem para que ele a soltasse. Bastante irritada, ela tentou ir atrás dele, mas foi contida pelo o seu segurança. Toda a ação foi filmada e as imagens caíram na internet e causaram revolta.

O pior, porém, não é o fato de homem em questão ser um jornalista ucraniano que é famoso pelas pegadinhas que faz com os famosos. Ou dele achar que estava ‘tudo bem’ ele pegar uma mulher por trás daquela maneira (o que, com toda certeza, não é ok). O pior de tudo é que muitas pessoas viram um problema na atitude da própria Gigi e não do cara.

Alguns jornais, como o britânico Daily Mail, deu a notícia com o título: ‘Furiosa, modelo Gigi Hadid ataca fã e tem que ser contida pelo segurança depois que um comediante a levanta do chão’. Uma outra manchete dizia: ‘NADA DE COMPORTAMENTO DE MODELO: Gigi Hadid agressivamente ataca e dá uma cotovelada no rosto de fã enquanto ele tenta pegá-la no colo’.

Sim, essas chamadas parecem sérias. Mas não são. Porque a questão toda é que Gigi foi assediada por uma pessoa estranha. Como uma celebridade, ela precisa, sim, aprender a lidar com o assédio dos fãs (o que é diferente de aceitar o comportamento extremo de alguns, diga-se de passagem), mas o que esse jornalista fez é totalmente o contrário de um comportamento aceitável.

Gigi tirou fotos com os fãs que estavam no local, conversou com eles e se mostrou aberta, mesmo com a rotina super agitada e a agenda apertada. Porém, o tal jornalista simplesmente invadiu o espaço pessoal de uma pessoa – de uma mulher – e a pegou no colo como se ele tivesse direito sobre o corpo dela.

A questão é que, justamente, ele não tem esse direito. Como Gigi comentou em sua página no Twitter: como o cara ousar pegar assim em uma pessoa estranha? Ela tinha o direito de se defender e de ficar brava, pois acreditou que estava sendo assediada.

Esse tipo de visão da mídia é um exemplo claro de como a cultura do estupro funciona: a mulher é a vista como a culpada quando, na verdade, ela é a vítima. É culpar a mulher por uma coisa que ela, simplesmente, não tem culpa.

Gigi foi uma vítima de assédio e chamar o jornalista de ‘comediante’ só porque ele diz que é um não o torna menos um agressor. Se foi uma brincadeira da parte dele ou não, a questão é que ele invadiu o espaço pessoal e segurou no corpo de uma mulher sem o consentimento dela, de maneira totalmente inesperada. E, se ainda existem dúvidas de que a brincadeira não teve nada de engraçada: Gigi não deu risada. Pelo contrário, ela se sentiu invadida.

Como dizem na internet: precisamos parar de fazer pessoas babacas famosas. O tal jornalista é um homem babaca que assediou uma mulher com a justificativa de que era uma ‘brincadeira’. E precisamos também parar de ver a mulher como culpada pela violência que ela sofre todos os dias.

Imagem: Daily Mail

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