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‘Eu sou feia’: você falaria para a sua versão criança tudo o que odeia sobre você?

Marcela De Mingo

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Eu duvido você ir até o espelho agora e não encontrar nada na sua aparência que você não gosta. É impossível, certo? Sempre existe aquele detalhe que não gostamos, aquela marquinha de estria, os nossos pés que são grandes demais, os seios que são muito pequenos, as sobrancelhas muito espessas ou os dentes da frente que são tortos.

Agora, vamos pensar nisso de uma outra forma: se você olhasse no espelho e o reflexo mostrasse você mesma, mas quando era criança, você conseguiria falar as mesmas coisas sobre a sua aparência? Foi esta a proposta que a Youtuber Rachel Levin com um vídeo publicado no seu canal, em inglês, no último mês.

Chamado de ‘Eu sou feia’ (‘I am ugly’, em inglês), Rachel aparece na frente de um espelho dizendo que as suas olheiras são escuras demais para serem cobertas com o corretivo, que os seus lábios são muito finos, o seu nariz é muito grande e as suas sobrancelhas são muito grossas.

Corta a cena e aparece uma criança no reflexo no espelho. É Rachel quando pequena, perguntando o que mais existe de errado com ela e o que mais Rachel odeia em si mesma. A jovem, claro, não consegue falar as mesmas coisas (ou mais) para uma criança, e aí que a questão é jogada: ela faz isso com ela mesma o tempo todo porque não faria consigo mesma quando menor?

Existem partes do nosso corpo que não gostamos e isso até pode ser comum, mas não é normal. Muitos dos complexos que temos são por conta de um padrão de beleza que está fora de nós e que nós aceitamos como o perfeito. Nada além disso pode ser considerado bonito. Mas isso não é verdade.

Amar a si mesma é um exercício diário, é uma briga contra esse mesmo padrão que oprime e limita o que é uma mulher e quando ela pode ser chamada de bonita. Precisamos, urgente, mudar essa noção do que é belo.

O conselho de Rachel é válido: se você não falaria isso para a sua versão pequena, porque fala agora? Claro, o tempo passa e as pessoas mudam, mas, em essência, todos são iguais e direcionar esse ódio a si mesmo, com certeza, não é saudável e nem passa um bom exemplo para aqueles que nos observam.

Imagem: Youtube

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