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O que você procura?

Não me lembro onde li isso recentemente, mas fez todo sentido: “Nunca antes na história da humanidade se falou tanto sobre o feminino porque nunca ele foi tão necessário como agora”. Sim, o feminino e feminismo estão em voga. Nós, mulheres, despertamos para a nossa força e reconhecemos que está mais do que na hora de fazermos as pazes com a nossa natureza.

Muito têm se falado sobre a importância do amor próprio, mas quase nada se fala sobre a voz interior. Aquela que fala sem parar em nossa cabeça todos os dias dizendo o que devemos fazer, como nos comportar, de qual forma solucionamos os problemas do cotidiano e tal. Essa voz é a nossa mente. E ela pode ser nossa melhor amiga ou pior inimiga.
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Como desenvolver o amor próprio se antes de sair de casa, a mulher se olha no espelho e ao invés de dizer “Você é maravilhosa, eu te amo e será um prazer passar mais um dia com você”, ela diz: “Ah! Mais um pé de galinha aqui? Preciso comprar um outro corretivo mais potente”. Como se amar com a voz dizendo “Você deveria estar em um bar paquerando ao invés de estar largada em casa assistindo filme… como encontrará um namorado assim?”. Ou ainda, como se amar com uma voz militar, irritante que faz listas intermináveis de “coisas a fazer”?
Gente, em uma mente barulhenta assim, crítica e chata, será impossível desenvolver o amor por si e ainda mais pelos outros e por sua vida. Adoro a frase que diz: “Seja a pessoa por quem você gostaria de se apaixonar”. Se nós não ouvirmos nossos próprios motivos, se nós não nos dermos sim internamente, ninguém nem nada na vida nos dará.
O amor próprio começa na aceitação de quem se é aqui e agora. Se aceitar (ciumenta, brava, enrugada, acima do peso, chatinha, preguiçosa) já é um grande passo. Quando nos aceitamos, nos tornamos conscientes de que tudo está bem aqui e agora, conosco, em nossa vida, com nossas escolhas que nos trouxe até onde estamos neste exato momento. Só estando bem presentes somos capazes de ter clareza e discernimento do que queremos transformar e de forma efetiva. Aceitar que você está cansada e que prefere estar em casa do que em um bar para paquera é muito sensato, porque se for cansada é capaz de encontrar com pessoas nada a ver.
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Aprender a se respeitar e compreender aumenta, sim, a nossa autoestima. Aprender a ficar sozinha, na solitude que é extremamente construtiva (diferente da solidão, destrutiva) nos ajuda a ouvir nossas emoções e intuição (que certamente é um dos maiores poderes femininos).
Leve em consideração que somos como a lua, temos um relógio lunar internamente. O ciclo dela é de 28 dias, dividido em quatro fases diferentes, assim como nosso ciclo menstrual. Estamos em constante mudança, fases e suas emoções. Criar espaço e tempo para nos ouvirmos e fazermos diariamente as pazes com a nossa voz interior é essencial para estarmos satisfeitas.
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Abaixo, listo algumas atitudes que podem te ajudar a silenciar a mente barulhenta, para deixar o seu estado natural vir a tona, para depois integrar isso em sua mente:
  • Meditar,
  • Dançar e cantar sozinha, na frente do espelho, sem ninguém te ver e ouvir,
  • Caminhar sozinha na natureza,
  • Água (a lua rege as marés), cachoeira ou mar, nos acolhe e acalma,
  • Ouvir músicas calmas a luz de velas,
  • Escrever um diário.
Busque silenciar a voz da sua mente. Dê ouvidos às suas emoções. Não estou dizendo para agir baseada nelas, mas sim, para ouvi-las como uma amiga, generosa e acolhedora, capaz de dar um abraço e curar suas dores. Assim, você se integrará e será melhor, primeiramente, consigo mesma e consequentemente, com tudo ao seu redor.

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