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Eu queria que você lesse essa carta de amor

Marcela De Mingo

Colunista Superela

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Oi, tudo bom?

Eu não sei muito bem como começar essa carta. Para ser sincera, tem tanto tempo que não escrevo uma carta que nem sei mais se vale a pena colocar tudo assim, exposto no papel. Tem horas que uma indireta no Twitter ou um comentário sarcástico no Facebook parece valer mais a pena.

Mas 140 caracteres é muito pouco pra dizer tudo o que eu preciso tirar do peito. A verdade é que… A verdade é que eu te amo, mesmo sem querer. Eu achava que era loucura da minha cabeça, que poderia ser mentira do meu coração… Mas coração não mente, né? Quem mente é a nossa cabeça que vive achando motivos pra boicotar os nossos sentimentos mais profundos.

Verdade, você não passava de um crush, mas eu me apaixonei mesmo assim. E decidi que o melhor a fazer era colocar as cartas na mesa de uma vez, lavar a roupa suja e qualquer outro eufemismo que você encontre e que represente isso: essa necessidade de tirar o mundo das costas e falar de uma vez o que tá entalado na garganta.

Eu não sei se os homens gostam mesmo de surpresa (pode ser que sim, e não do jeito que a gente imagine) e tenho muito medo de você sumir depois de ler esses sentimentos que estão expostos como uma fratura. E por mais que eu acredite em amores passageiros, tô achando que dessa vez é pra valer e que o meu coração merece uma chance.

O melhor tipo de amor é o sincero. E eu te amo, sinceramente. É preciso amar sem medo do ridículo e eu acho que a gente tem tudo pra se amar ridiculamente. Do tipo que não tem vergonha de usar roupa combinando, passar uma tarde numa briga pelo controle do videogame ou que chora junto vendo uma comédia romântica.

Eu acredito muito que os amores não foram feitos para completar, mas para transbordar. Amor de verdade é aquele que faz a gente se esparramar pelo mundo e querer compartilhar o sentimento com qualquer um que passa na nossa frente, sem medo de ser feliz. É o amor que faz a gente querer morar no abraço de alguém, que faz o coração doer de saudade e a gente abrir um sorriso besta só de lembrar daquela piada sem graça que o outro contou. Eu te amo assim.

E se você se for (e levar meu coração junto)… Então que vá em paz, com o coração leve e as boas lembranças que criamos um do lado do outro embaixo do braço. Eu não posso garantir que vou ficar bem… vai demorar até eu conseguir sorrir de novo. Mas eu te amo o suficiente para desejar que você seja feliz, de verdade. Seja comigo ou, quem sabe, com outro alguém.

Um beijo sincero de quem te ama,
Marcela

OBS: este texto foi publicado pela primeira vez na nossa Newsletter, em agosto! Se você quiser receber mais textos como esse na sua caixa de entrada, pode clicar aqui para fazer a sua assinatura!

Marcela De Mingo

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