Alexandre Barreto

Carioca, 45 anos, em paz e sem pressa. Não cultivo arrependimentos - planto gratidão para colher aprendizados. Acredito que a expectativa é a irmã afoita da esperança. Escrevo para deixar registrado tudo que ainda não compreendo no meu próprio mundo, e percebo que minhas dúvidas só mudam de lugar, tamanho e momento. Tenho a atenção voltada para histórias de vida, contos e pessoas que aprenderam a pensar fora da caixa. Impaciente com os intolerantes e fascinado por pessoas de alma leve. Deixou nascer o hábito de escrever nos momentos em que a alma transborda.