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Eu havia corrido tanto na última semana, resolvendo as coisas do bar que não tive nem tempo de respirar, estava dando os últimos ajustes antes da inauguração que havia sido marcada para às oito da noite. Deixei meus pais e minha irmã mais nova lá e fui pra casa tomar um banho e tentar relaxar.

Esse não era o método que eu usava pra relaxar, mas por hoje seria a única coisa que eu poderia fazer. Queria uma boa noite de sexo, era só eu dar um toque no WhatsApp que tudo estava resolvido, mas de fato não podia. Os últimos meses tinham sido cheios e essa última semana mais ainda.

Eu estava em um misto de ansiedade e nervosismo, meus amigos haviam feito uma boa divulgação, a ideia de abrir um pub de rock contagiou todos a minha volta, na nossa cidade não tinha e eu tive essa brilhante ideia.

Durante o banho pensei em tudo que havia acontecido nos últimos meses. O término do meu noivado, o quanto ainda pensava nela, a inauguração do bar e assim foi durante a meia hora que deixei o chuveiro ligado com a água caindo na minha cabeça. Me vesti, tomei um energético, peguei meu capacete e voltei para o bar.

Cheguei lá, faltava meia hora para abrir, a menina contratada para atender no balcão já estava a postos, meus amigos começaram a chegar, uma balbúrdia sem tamanho. Eu estava feliz, era a realização de um sonho. Eu havia feito faculdade, mas meu coração era todo da noite, por isso a ideia de abrir meu negócio.

A aglomeração no lado de fora me fazia tremer de nervoso, mas precisava manter a calma para que as coisas não saíssem do meu controle.

Abrimos as portas, o pessoal entrou. Dois amigos eram responsáveis pela voz e violão, havia optado por algo mais calmo pra que as pessoas pudessem interagir ao mesmo tempo que curtiam um bom e velho rock and roll.  Os amigos convidados dominavam o canto das mesas de sinuca, falavam alto e riam, chamando a atenção das outras pessoas.

Depois de ser cumprimentado por inúmeras pessoas, me juntei a eles. Sentei no canto, em uma banqueta e fiquei ali admirando e torcendo pra que tudo desse certo. Com a long neck na mão, corria os olhos sob o pessoal. Até que avistei uma mulher, sentada na mesa que ficava perto da porta. Bebia uma cerveja e mexia no celular, devia estar esperando alguém, fiquei pensando sobre os motivos que a levaram a estar ali sozinha, na verdade tinha vontade de chegar e perguntar.

Eu não conseguia desgrudar o olho dela, ela estava com uma camiseta de banda, não conseguia distinguir de qual era, haviam umas engrenagens na frente, não pude ver o que vestia pra baixo, só notei que estava de coturno.

Que mulher!

Eu a queria e não me importava o que teria que fazer pra conseguir. Ela usava um batom preto, aquilo tudo me chamava atenção e eu já podia sentir meu pau latejando, desviei o olhar, ela ainda não havia me enxergado. Tentei um último contato visual, e dessa vez agradeci aos deuses. Ela havia me notado, sorriu, piscou e levantou a cerveja pra cima. Resolvi devolver o gesto e ela sorriu de novo.

Aquele sorriso, aquele batom, aquela boca. Já imaginei várias possibilidades pra ela naquela noite, tudo isso em questão de segundos.

Fui chamado por meus pais, tive que ir até a cozinha. Quando voltei ela não estava mais na mesa. A decepção nos meus olhos era totalmente visível, como iria encontrá-la sem ao menos saber o nome? Sabia que deveria ter feito uma lista de presença!

Caminhei entre as mesas, e fui à área dos fumantes, precisava de um cigarro pra tirar a imagem dela da minha cabeça, quando abri a porta ela estava lá, sentada com a bolsa no colo, o celular nas mãos e um cigarro entre os dedos, caralho! Ela estava sexy com aquele cigarro, por um momento eu imaginei nós dois deitados depois da foda, com ela fumando ao meu lado.

Pigarreei, ela levantou o rosto, parecia nervosa, mas mesmo assim me deu oi, um oi tremido, eu queria rir do desespero dela.

– Cadê a coragem da menina que sorriu, piscou e me ofereceu cerveja?

Ela deu um gole imenso na cerveja de novo e respondeu:

– Se esvaiu no instante que notei que era você que havia entrado aqui.

Eu ri dela, e ela me olhava curiosa. Sentei ao seu lado e comecei a fazer perguntas clichês, ela parecia entediada, perguntei se esperava alguém e ela disse que não. Que estava sozinha, que costumava fazer isso é que era um de seus programas preferidos.

Muito interessante esse negócio de andar sozinha, tinha mistério nela e confesso que gosto desse tipo de jogo, desvendar pessoas é uma das coisas que eu mais gosto de fazer.

Perguntei de qual banda era a camiseta, ela disse que era engenheiros do Hawaii, mostrou uma tatuagem no braço, que imitava uma das engrenagens estampadas na camiseta e pude notar um certo entusiasmo quando se referiu a banda e principalmente ao vocalista o qual ela chamava de “meu loiro.”

Eu era loiro também, será que tinha alguma chance? Disse isso a ela e ela gargalhou (tá eu sei o quanto a minha cantada havia sido bosta.)

Aquela boca carnuda sorrindo, minha vontade era jogar ela em cima da garupa da moto e sair por aí, levar pra minha casa ou esperar todo mundo ir embora e comer ela em cima da mesa de sinuca. Então criei coragem e perguntei se ficaria até tarde. A garota corajosa reapareceu.

– Ficarei, se tiver algo interessante pra fazer no final da loucura que está isso aqui!

Bingo!

Ela também queria sexo e isso era bom. Creio eu que ela bebia aquela cerveja pra criar uma certa coragem pra me falar o que tinha vontade.

Eu queria manter ela ocupada comigo, claro que de uma forma diferente, mas como ainda não podia, decidi buscar mais cervejas pra gente.
Voltei e ela ainda continuava mexendo no telefone, levantou aqueles olhos enormes e deu um sorrisinho. Alcancei a cerveja, ela largou a bolsa e o celular e ficou em pé. Ela tinha um jeito de mulher decidida que me deixava maluco, eu queria fugir dali com ela e passar três dias fodendo igual um louco, ela despertava meu instinto, ela era inteligente, bonita, sabia conversar sobre tudo e tinha peitos enormes.

Foi então que pude provar de algo que eu ainda só estava imaginando. Ela pegou na minha barba e puxou, pra que eu pudesse chegar com a boca mais perto da dela, quando alcancei, ela apenas me deu uma lambida, quando abri pra encaixar o beijo, ela colocou o dedo no meu queixo, fazendo com que eu fechasse a boca, me deu mais uma lambida. Meu pau respondeu imediatamente. Eu poderia tirar a roupa dela naquele exato momento, mas coloquei minhas mão pra trás e ela conseguiu me deixar mais maluco. Colocou a mão no meu pau e mexeu por cima do jeans, nesse momento entrou meu amigo enroscado com uma garota, paramos e eu amaldiçoei aquele desgraçado.

Eu não conseguia mais esperar, falei com meu pai pra que ficasse se caso algum problema surgisse, peguei meu capacete e puxei ela pelo braço, precisava estar dentro dela.

Ela subiu na moto e colocou o capacete, me agarrou na cintura e deitou a cabeça nas minhas costas, inicialmente fiquei assustado, mas depois acostumei com o carinho. Os peitos dela roçavam em mim, e eu não conseguia parar de imaginar eles balançando enquanto ela estivesse sentada, cavalgando no meu colo.

Eu andei, andei muito, não sabia onde levá-la, não queria no motel, então decidi que a levaria pra casa da praia.

Na garagem da casa eu peguei ela por trás e segurei a bunda dela no meu pau, ela empurrava a bunda contra, quando apertei os seios dela ela levantou os braços pra cima e arranhou meu pescoço, puxou meu cabelo, virou a cabeça pro lado e sorriu. P-Q-P! Ela ia acabar com o resto de sanidade que ainda existia em mim.

Subimos as escadas naquela pegação, eu poderia gozar somente se ela tocasse em mim, a atmosfera que nos envolvia era intensa demais, ela era intensa demais!

Joguei ela no sofá e fiz com que ela ficasse com a bunda apoiada na guarda. Puxei o short lentamente, e logo depois a calcinha, espalhando beijos pelas pernas e na barriga. Ela olhava diretamente nos meus olhos, e por Deus, ela acendia algo em mim que nem eu mesmo conhecia. Não sei se era aquela cara de safada pedindo pra ser fodida, ou se ela tinha algum feitiço naquele sorrisinho de canto.

Cada peça arrancada, revelava uma coleção de tatuagens, reparei melhor no corpo dela, não era magra, era o tipo de mulher que me atraia, era gostosa pra porra. Tinha algumas cicatrizes. Quando levantei meu corpo e olhei melhor, ela tentou se esconder, então beijei uma por uma das marcas que haviam nas pernas. Nada diminuiria o tesão que eu sentia naquele momento e afinal, era apenas a história dela marcada de um jeito diferente na pele.

Segui meu curso, beijei cada cicatriz e cada tatuagem, o cheiro dela era algo que eu nunca havia sentido, apesar do perfume ser doce, eu podia sentir o cheiro da pele, exalava e me deixava cada vez mais a ponto de estourar. Subi passando minha língua pela barriga, logo depois os seios, até que cheguei na boca, queria beijá-la, ainda não havia experimentado porque ela não tinha deixado. Dei um selinho, dois, três… Até que invadi a boca dela com a minha língua, nossas bocas entraram em um consenso maravilhoso e o beijo foi o estopim.

Ela levantou, tirou a blusa, ficou só de sutiã e amarrou o cabelo, a porra ficou séria. Quando a mulher amarra o cabelo, é porque o negócio vai ser frenético. Pediu que eu tirasse a calça e eu obedeci, parecia um adolescente descontrolado, com pressa. Ela abaixou devagar e tirou minha cueca, eu fiquei imóvel, meus pensamentos eram de acabar com ela, mas estava sentindo que no final, ela que acabaria comigo.

Me empurrou no sofá e ficou de joelhos, colocou a boca bem próxima e soprou meu pau, passou a língua na minha virilha e na barriga. Ia acabar me matando se não colocasse meu pau naquela boca linda. Então ela abocanhou todo, subiu passando aquele maldito piercing na cabeça, eu já estava em outro universo, não sei se por estar sem sexo há algum tempo, mas eu sentia algo diferente de tudo que já senti.

Era selvagem, eu não conseguia controlar, forte e suave, não conseguia entrar em um consenso mental. A boca era tão úmida e ela sabia o que estava fazendo, lambia, sugava, usava as mãos. Quando ela tirou as mãos e fez o movimento de vai e vem sem precisar tocar no meu pau, eu semicerrei os dentes e praticamente urrei.

Agarrei aquele rabo de cavalo e comecei a foder a boca dela. Puxei a cabeça pra trás e fiz com que ela engolisse todo, fiz esse movimento algumas vezes e quando tirei ela havia babado todo meu pau e eu estava totalmente fora de mim. Se ela continuasse eu gozaria em dez segundos.

Queria prolongar aquela noite o máximo que pudesse, então levei ela para o meu quarto, empurrei ela na cama, mas de barriga pra baixo e afastei as pernas, ajoelhei. Passava a língua na boceta e estendia minha lambida até o cuzinho dela. Ela gemeu alto, quase um gemido de “ME FAÇA GOZAR” e era isso que ela ia ter.

Imagem: Pinterest

(Leia a segunda parte aqui)

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