O que você procura?

A primeira coisa que fiz ao sair pelo portão de desembarque, foi procurá-lo em meio à multidão e não demorou nem dois segundos para a cabeleira loura de Theo chamar minha atenção, assim como seu sorriso encantador mostrando as covinhas.

Lindo. Simplesmente lindo.

Praticamente esbarrei em todos os outros passageiros, sem dar importância alguma para a mala pesada balançando de um lado para o outro, e por muito pouco não o levei ao chão quando pulei em seus braços abertos para me receber. Dei-lhe um beijo molhado na boca, transmitindo toda a saudade que senti, e fui retribuída na mesma intensidade. Suas mãos possessivas me apertando ainda mais no abraço.

– Oi, baby.

Sussurrou perto do meu ouvido e senti um arrepio na espinha. Imediatamente, a lembrança de horas atrás, de nossa excitante brincadeira e sua tão sensual promessa vieram à minha cabeça, e fui incapaz de conter o calor que se instalou entre as minhas pernas apenas por imaginar que estando finalmente de volta em seus braços, poderíamos cumpri-la.

– Oi, amor. – disse, dando-lhe mais um beijo – Como você está?

– Agora, com você aqui, melhor do que nunca.

Sorri e deixei que seus lábios tomassem conta dos meus outra vez. Ficamos alguns minutos trocando carinhos no meio da área de desembarque, para depois irmos em direção ao estacionamento e então para a nossa casa.

Durante o caminho, Theo falou sobre o que aconteceu nos dias em que estive de viagem, mas, de longe, suas histórias eram o que prendia a minha atenção naquele momento. A regata azul deixando à mostra seus braços levemente definidos e dando-me uma bela visão de seus músculos contraindo a cada movimento que fazia com o volante era o que realmente ganhava a minha concentração. Ou melhor, a tirava. Pois tudo o que eu conseguia imaginar era naqueles braços me apertando com vontade.

Baixei meu olhar para a sua calça jeans colada e o volume mais do que considerável do seu pau, mesmo normal, excitava-me. E só de pensar que logo cairia de boca naquela iguaria e teria todos os meus desejos atendidos, a promessa de ser fodida até que ficasse sem andar cumprida, fazia meu corpo vibrar de ansiedade.

O som do seu pigarro me fez voltar à tona e reparar que fiquei tempo demais encarando suas “partes baixas”. Me ajeitei no banco, um pouco constrangida, mas não segurei a curiosidade e olhei de soslaio para ele, encontrando um sorriso travesso no canto dos seus lábios deliciosos e cheio de segundas intenções.

– Está mesmo ansiosa para que eu cumpra a minha promessa, não é, baby?! – disse.

Mordi o lábio e concordei, vendo um sorriso maior tomar conta do seu rosto.

– Pois você não é a única. – lançou.

Antes que eu percebesse, ele girou o volante com tudo e virou o carro, entrando por um portão luminoso, que só depois entendi o que era: um motel.

Aaaahh… Eu não poderia esperar menos do meu namorado.

Não consegui esconder o sorriso satisfeito que se formou nos meus lábios e ele demonstrou gostar muito disso. Pegamos rapidamente um quarto e antes mesmo de sairmos no carro, começamos a nos beijar e apalpar desejo. Theo soltou os cintos de segurança com certa afobação e quase não deixou que eu descesse do carro para finalmente entrarmos no quarto.

Um vez fora do nosso Opala Comodoro preto, meu namorado me pegou no colo e abriu desajeitado a porta, e sem dar-se ao trabalho de ser delicado, meteu o pé na madeira para fechá-la, criando um som bem alto.

– Quer pagar pela porta também? – brinquei.

– Que se dane a porra da porta!

Theo enfiou a língua quente dentro da minha boca e iniciou mais um de seus beijos malditamente saborosos. Me ajeitei no seu colo enquanto sentia que se locomovia pelo ambiente, sem largar seus lábios maravilhosos, e não demorou muito para que eu começasse a sentir a ponta da sua ereção roçar na minha entrada úmida.

Fui colocada sobre a cama com alguma pressa e o corpo firme do meu namorado prensou o meu contra o colchão. Abri as pernas, dando espaço para que se encaixasse entre elas, e tive o pescoço deliciosamente maltratado por um chupão bem molhado.

– Theo… – suspirei ao sentir suas mãos grandes apertando meus seios.

Ergui o quadril e rebolei de leve, esfregando-me na sua dureza mais do que nítida, ganhando um gemido rouco e profundo perto do meu ouvido.

Foi o fim. Se antes eu já estava molhada, depois do seu gemido fiquei completamente encharcada. Ele sempre teve esse efeito sobre mim. Bastava um toque, um sussurro ou um beijo, e eu estava a sua completa mercê.

Tirei sua regata, expondo seu peito firme e moderadamente definido, do jeito que sempre adorei, e não contive em lambê-lo até a base do pescoço, onde deixei uma mordida. Me ajeitei no seu colo, com uma perna de cada lado, e continuei o trabalho de marcar sua pele enquanto remexia os quadris sobre seu pênis maravilhosamente duro e pulsante, dando uma boa dose do que estava por vir: eu quicando no seu pau.

– Ah, caralho… – ele puxou o ar entre os dentes e segurou minha cintura com firmeza – Ter você aqui é mais gostoso do que pela tela de um maldito notebook…!

– Muito melhor, não é?!

– Infinitamente melhor!

Me puxou para baixo, apertando contra sua ereção e arrancando gemidos de ambos. Colocou-se sobre mim novamente e tratou de livrar-se das minhas roupas. Peça por peça, todas encontraram o chão e fiquei totalmente nua diante ele, que umedeceu os lábios antes de sugar um dos meus mamilos.

Lambeu, mordiscou, chupou e tudo mais o que teve vontade. Esbanjou-se com um e depois com outro, e só o que eu sabia fazer era gemer e me esfregar contra seu jeans, que tentei custosamente arrancar.

– Quer que eu tire? – perguntou o óbvio, com um sorriso sacana.

– Tire antes que eu rasgue e você não tenha como sair daqui.

Sua gargalhada gostosa ressoou pelo quarto enquanto tratava de tirar a calça e a boxer, ficando também nu, sustentando uma ereção mais do que saborosa.

Me esgueirei pelo colchão e fiz com que deitasse, afastei suas pernas e peguei seu pênis com cuidado. Apoiado nos cotovelos, observava o carinho suave que eu fazia ao subir e descer a mão por todo o seu comprimento e, vez ou outra, deixava um gemido escapar.

– Me deixe sentir sua boquinha quente… Chupa bem gostoso o meu pau, baby… Chupa vai…

Não pude resistir ao seu pedido tão excitante e cai de boca do jeito que eu queria. Lambi primeira a cabecinha, sem pressa, e o abocanhei. Theo soltou um grunhido rouco, repleto de tesão, que fez minha boceta gotejar.

Com a mão, suguei com gosto, indo e voltando até onde conseguia e engasgando quando minha gula falava mais alto. Meu namorado enredou os dedos entre os meus cabelos e ditou a velocidade, vez ou outra, impulsionando o quadril para cima e fodendo minha boca.

– Isso baby… Continua mamando do jeito que você sabe…

E continuei. Para cima e para baixo… Para cima e para baixo… Até sentir suas veias engrossando e denunciando que estava perto de gozar. Então parei.

Larguei-o atordoado e deitei, separando bem os meus joelhos e chamando-o com o dedo. E disse, no tom mais sensual que consegui.

– Cumpra sua promessa…!

Ele não pensou duas vezes. Ajoelhou-se, me pegou firme pela cintura só para ajeitar a ponta na minha umidade, e arremeter com tudo. Apertei as unhas contra sua pele e arqueei o corpo ao tê-lo tão fundo, da forma como imaginei por todos aqueles dias.

Senti seu pau deslizando para dentro e para fora, duro, tenso, tomando seu espaço com cada vez mais intensidade. Suas mãos escorregaram por minhas curvas, para debaixo dos meus joelhos, erguendo e afastando ainda mais minhas pernas. E metendo todo o seu tesão em mim.

Segurei o lençol com força, gemendo seu nome a cada estocada que me levava ao céu, vendo o suor escorrer por seu maxilar bem desenhado e cair no meu corpo.

Dez, quinze…

Vinte, trinta…

Afundou-se em mim. Duro, quente e possessivo. De novo, de novo, e de tantas maneiras, que assim que atingi o orgasmo e gritei seu nome até quase ficar rouca, me contrai automaticamente para receber seu gozo e tremeu quando os jatos quentes me preencheram.

Suspirei, exausta pela foda espetacular que tivemos e permiti que meus músculos relaxassem sobre o colchão. Chame meu namorado, pedindo para que deitasse ao meu lado, mas antes que o fizesse, ele separou minhas pernas outra vez e disse:

– Até gritar…

Gargalhei com seu comentário idiota e o puxei para um beijo. E disse:

– Do jeito que você prometeu.

Imagem: Phazed

Área especial sobre Orgasmo Feminino

Sabia que a gente tem uma área especial sobre Orgasmo Feminino com muitas dicas, técnicas, fotos e vídeos?

Veja uma prévia do que espera por você

Você ainda poderá participar do nosso grupo fechado no Facebook e tirar dúvidas com uma Sex Coach, além de falar sobre o assunto com outras mulheres!
Vamos nessa? 😉

Acessar o especial Orgasmo Sozinha

@ load more
E-mails especiais
Faça parte da comunidade de mulheres mais empoderadas do mundo!
Escolha os temas que mais gosta
Quero!
Obrigada, agora falta pouco...
Por favor, fique de olho em sua caixa de entrada (às vezes, pode acontecer do email estar no SPAM ou na aba Promoção caso use GMail). Quando receber nosso email é só clicar no link de confirmação ;)
Enviaremos nos próximos minutos um email para você confirmar o recebimento de nossos conteúdos.
Os melhores conteúdos do Superela.
Um único email por semana.
Queremos te enviar OS MELHORES
conteúdos do Superela.
Você vai adorar! ❤
Vamos ser amigas? :)
Queremos te enviar OS MELHORES
conteúdos do Superela.
Você vai adorar! ❤