O que você procura?

Sim, pode acreditar. Já me belisquei várias vezes enquanto escrevia esse texto. Não estou sonhando. O que passei nas últimas horas foi real, e eu mal podia esperar para vir contar a vocês. A realidade é que ainda não consigo acreditar no que fiz. Mas, vamos por partes. Prazer, me chamo Sofia.

Sempre fui recatada. Sou do tipo que espera o homem dar o primeiro passo e espero até o terceiro encontro para ter uma noite romântica com ele. Sim, sou romântica. Nada contra encontros casuais, muito pelo contrário. Não é porque só vamos nos ver naquela noite que a transa não pode ser cheia de paixão e envolvimento.

É isso que me aquece, me deixa no ponto. Gosto de ouvi-los sussurrando em meu ouvido enquanto escaneiam cada pedacinho do meu corpo com os dedos. Gosto de como me apertam, me colocam contra a parede e puxam meus cabelos. Enfim, gosto de me sentir desejada e querida.

E foi exatamente isso que aconteceu hoje, mais cedo. Ainda estou com as pernas bambas, mas com energia o suficiente para contar tudo a vocês.

O sonho que se tornou realidade

Tenho um vizinho com o qual sempre flertei entre os corredores do prédio. No elevador, trocávamos olhares e sorrisos, mas nada saía dalí. Ele é alto, um pouco grisalho e corpo definido (desses que só melhoram com o tempo). Para ser sincera, nunca soube o nome dele até hoje. Carlos.

Tudo o que eu sabia dele, na verdade, é que era solteiro, gostava de esportes e trabalhava em algum lugar sério porque usava vários ternos durante a semana. Também sei que ele gosta de rock e mulheres. Sim, a cada fim de semana tínhamos uma moça diferente atravessando o hall do prédio.

Mas sabe, isso não me desanimava. Vejam bem: uma coisa é gostar de romance, e adotá-lo para seus momentos mais quentes. Outra coisa é só ceder o corpo a uma pessoa a qual você tem certeza de que ama. Posso dizer com segurança que meu perfil se encaixa mais no segundo exemplo, mas com Carlos era diferente.

Algo nele me dizia que não daríamos certo. Sua linguagem corporal era extremamente sexy, mas bem no fundo eu tinha certeza de que ele não era o meu príncipe. Já escutei algumas conversinhas dele ao telefone, ou com as mulheres com as quais ele se dava o trabalho de levar até o portão. Era sempre o mesmo papo, a mesma forma de falar, um sotaquezinho estranho, mas tudo bem.

Por mim, eu não precisaria sequer saber nem o nome dele

A realidade é que eu nunca quis compromisso com ele. Nunca quis conhecer sua família e seu apartamento, e nem nada disso. Na verdade, tudo o que eu queria era sentir aquela barba por fazer roçando em meu cangote. E eu precisava daquilo rápido. Afinal, de alguns tempos para cá decidi não ser mais a recatada que se faz de isca. Hoje eu quis pescar.

realidade

A ideia começou quando resolvi descer para a piscina do prédio. O dia estava pedindo por um pouco de sol e sauna. Assim que chego lá embaixo, me deparo com ele nadando freneticamente. Resolvo deitar em uma espreguiçadeira próxima ao lado que ele nadava, e começar a calcular meus movimentos para fisgá-lo.

Entre um descanso e outro, ele parava para respirar um pouco e sorria para mim. Decidi começar um papo: “nunca o vi nadando desse jeito.“. Acho que ele detectou a malícia em meu olhar porque, sem pestanejar, ele responde: “estou precisando descarregar minhas energias acumuladas“. Pronto. Era disso que eu precisava.

Assim que ele começou a sair da piscina, aquele corpo escultural se tornou um belo cartão de visitas. Ele estava tão sexy, tão.. molhado.. Opa! Quando dei por mim, minha mão já estava por dentro de minha parte de baixo do biquini. Tudo bem, relaxa. Só estávamos nós dois por lá, e meus desejos precisavam se tornar realidade.

Abri um pouco as pernas, comecei a acariciar minha buceta com uma mão, enquanto passava a outra em meios seios. Quando ele notou o que estava acontecendo, mordi o lábio de baixo e fiz um sinal para que ele chegasse mais perto. E é claro que funcionou. Enquanto ele chegava mais perto, comecei a desfazer os nós dos laços de meu biquini.

E é óbvio que, antes que eu pudesse notar, ele já estava me ajudando neste processo

Já com as mãos em meus seios, ele começou a roçar a barba em meu pescoço. Bem do jeito que eu queria. Aquele corpo geladinho em contato com o meu e o pau duro roçando em minhas pernas já me fariam ganhar o dia. Ele deu uma olhadinha para os lados, verificou se estávamos sozinhos e, pelo sorriso malicioso que ele me deu, eu já sabia da resposta.

Com a voz baixinha, ele chegou no pé do meu ouvido e pediu para que eu ficasse de olho. Antes de minha resposta, ele já estava me chupando toda. O esforço que precisei fazer para não dar bandeira foi gigantesco. Sua língua deslizava com tanta precisão e facilidade que eu sabia que a qualquer hora poderia gozar alí mesmo.

Quando ele percebeu que minhas pernas começaram a tremer de prazer, me levantou da espreguiçadeira e me levou para a piscina. “Pronta para um mergulho?”. Claro que eu estava. Ele me sentou na beira da piscina, entrou na água e começou a me chupar de novo. A cada gemido de prazer que ele dava, a mais um passo de atingir ao orgasmo eu ficava.

Quando já não estava aguentando mais, empurrei-o com minhas pernas e entrei na água. Meu corpo estava tão sedento por ele que mal senti o choque térmico. Não foi preciso nenhum esforço. Num passe de mágica, seu pau já estava dentro de mim, tão incrivelmente duro que eu conseguia sentir cada centímetro dele. Eu queria mais daquilo, mais forte. Queria sair daquela piscina com as pernas trêmulas, era tesão demais.

A transa foi tão intensa que, quando gozei, juro que senti a piscina quente, fervendo. Na realidade, fiz tanto esforço para não urrar de prazer que fiquei com falta de ar. Quando percebi que já havíamos acabado, olhei em seus olhos e perguntei: “Nossa, mal te conheço. Qual o seu nome?”. “Carlos”, ele respondeu. “E o seu?”

Bem, Carlos. Deixa essa pra próxima ;).

Imagem: Pexels


 

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