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[+18] O tesão mais perigoso

Bella Prudencio

Colunista Superela

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Lá estava ele, com uma garrafa de Corona na mão, um semblante sério, suas roupas combinavam com a minhas. Ele vestia uma camisa preta justa, seu corpo maravilhoso estava bem visível sobre ela, seu jeans, também na mesma linha. Eu o comia com os olhos, quando o vi, queria atacar. Ele estava encostado na parede lateral, logo na entrada eu sabia que ele estava a minha espera.

– O que foi agora?  – disse ele, olhando pra mim, sua voz séria, seus olhos semicerrados, como quem me intimida, meu coração pulsava ao vê-lo. Logo depois de tudo aquilo, mas era só eu olhar em seus olhos azuis, que nada mais parecia importar tanto assim, era como se eu me esquecesse, de tudo, ele podia fazer aquilo.

– Temos assuntos pendentes. – Ele deu uma virada na garrafa e colocou-a sobre o balcão ao lado. Ele sorriu de lado, semicerrou os olhos, era um jogo sedento, ele jogava sempre, sempre assim e conseguia me fazer me render em todas as jogadas.

– Que tipo de assuntos pendentes? – suas mãos cercaram minha cintura com força, não consegui mais respirar, não consegui mais pensar, seu toque era como uma droga, heroína, e agora corria pelas minhas veias, eu queria gritar, mas também transar com ele naquele momento.

Conto Erótico: O tesão mais perigoso 9

– Sexo. – minha voz era um gemido e eu sei que mediante a situação não seria diferente, ele riu, pegou minha mão, exatamente como no nosso primeiro dia e me carregou até a motocicleta. Lá ele me deu o capacete, subi, então corremos até seu apartamento.

Era segunda-feira, hora do rush, sua moto corria entre carros, toda hora achava que poderia cair, mas continuava viva, ali, com minhas mãos presas a sua cintura.

Ele parou na frente de seu prédio, observei com mais detalhes, era grandioso, ele devia ter conseguido muito dinheiro sendo fora-da-lei, não devia ter conseguido sozinho, só se… Parceiros? Seria mesmo? Quando ele prendeu o capacete sobre a moto e olhou pra mim, minha cabeça parou de raciocinar, entramos pelo hall de entrada do prédio com seus lábios gostosos roçando sobre os meus, enquanto eu andava de costas e ele de frente.

Olhei para o lado e vi a recepcionista começando a mexer os lábios, como quem vai falar alguma coisa, me desafiar com algum comentário ácido enquanto entrávamos no elevador, antes de fechar a porta, simplesmente estendi meu dedo do meio com minhas unhas pintadas de vermelho para ela.

O elevador se fechou, seus dedos arrastaram-se pelo painel do elevador, apertando o numero 11, minhas mãos entraram pela camiseta preta dele, arrastando lentamente minhas unhas sobre o corpo perfeito dele, explorei com meus dedos cada pequeno pedaço de pele bem definida, arrastando ao voltar, e passando uma mão ousada pelo membro pulsante que havia ali, parecia ser longo, eu gostei, a porta do elevador se abriu, me fazendo suspirar em ter que parar a cena.

Conto Erótico: O tesão mais perigoso 8

Enquanto saía do elevador e abria a porta do apartamento, ele me ignorou, não me olhou, entrou no enorme apartamento, com uma vista linda para a cidade, que estava toda iluminada pela luz noturna. Nunca havia parado para observar como era branco, e amplo, haviam quadros, fotografias, uma dele com Barnes em algum lugar na Irlanda, Barnes segurava uma espingarda e ele também, pessoas normais diriam que eles estavam caçando pássaros, ou animais, mas aquela fotografia me fez estremecer. Perigo, minha mente repetia, como forma de me arrastar para fora daquele local. Mas perigo era o tipo de estímulo que eu queria.

Mark continuou me ignorando enquanto entrava no quarto que eu já conhecia. Mas dessa vez as luzes estavam baixas e iluminando a cama, de forma, até um pouco sexy, o quarto escurecido formava o ambiente perfeito para nós dois. Entrei um pouco sem graça, imaginando que ele fosse falar alguma coisa, minha mão coçava meu braço esquerdo, estava começando a me sentir mal por ter me entregado, ele tirou a camisa, havia marcas de unha sobre seu peitoral que eu havia acabado de arranhar.

Ele apontou para os mesmos.

Sorriu, me prendeu contra a parede, não me deixou respirar, pensar ou qualquer outra coisa, prendeu seu corpo sobre o meu, me segurou pela cintura, dando aqueles apertões que me causavam excitação, prazer, e me faziam gemer, então ele me beijou, me beijou com uma força e desejo nas quais eu nunca senti.

Conto Erótico: O tesão mais perigoso 7

Eu sentia toda a vontade dele emanar do beijo, sentia vontade de gemer incontrolavelmente apenas por ter seus lábios colados aos meus, ele segurava minha cabeça contra a sua, me forçando a entrar mais fundo e dentro daquilo, daquilo que já não havia mais saída, ele se afastou, por um minuto achei que ele fosse desistir então, atacou meu pescoço, comecei a ficar sem fôlego, era melhor do que eu esperava.

Sentia seu cheiro amadeirado masculino entrar pelas minhas narinas com força, junto com seu hálito, uma mistura do gosto da cerveja com nicotina, um pequeno pedaço do paraíso saindo de forma morna de sua boca tocando meu corpo, enquanto levantava e retirava minha blusa, olhava bem para os meus peitos, ele tinha uma tara bem visível por eles.

Apertou os com força, causou uma certa dor, ele era bruto, eu soltei um gemido alto, e ele me olhava com satisfação. Abrindo os botões de seu jeans, e sentindo que suas mãos já estavam bem dentro dos meus, sua mão deu uma apertada bem forte sobre minha vagina, não hesitei em demonstrar minha satisfação, não esperava a hora de arrancar as roupas dele e sentir seu corpo contra o meu, suas mãos abaixaram um pouco a minha calcinha e arrastou seus dedos sobre minha intimidade.

Conto Erótico: O tesão mais perigoso 6

Seus movimentos eram fortes, firmes, até que seu dedo entrou em mim, ele me masturbava com força, rapidamente, não se importava se estava ou não me machucando, não que estivesse, mas, ele tinha força, e aquilo estava me dando um prazer intenso, soltei um longo gemido e arranquei suas calças com força, ele lentamente se afastou, foi até a cama e sentou.

– Já fez sexo oral, menina? – fiz que não com a cabeça. Ele riu e acariciou seu membro duro com as mãos. – Quer fazer? – sorri maliciosa enquanto ajoelhava a sua frente, colocando meus lábios sobre a o inicio do membro, e engolindo-o aos poucos, ia com lentidão, pois imaginava que aquilo fosse uma espécie de tortura pra ele, e ele parecia retribuir, soltava ofegos, estava gostando, o som que saia de sua boca era uma espécie de gemido, eu estava dando prazer para ele, eu estava quase nua na frente dele, e estava a vontade com isso.

Meu Deus! O que eu estou fazendo? Arranquei todos os pensamentos paranoicos da minha mente, o que eu estou fazendo? Dando pro cara mais gostoso e perigoso que já passou na minha vida, e mandando um belo foda-se a merda, da vida de chatice que eu vivia. Resolvi não pensar em mais nada, quando suas mãos invadiram meu sutiã, o soltando e acariciando meus seios, ele gostava deles, e eu era sensível neles, ambos ganhando, quando eu lentamente passei meus lábios, roçando meus dentes, sobre a cabecinha de seu pênis e ele soltou um gemido alto. Não havia mais nada, arranquei minha própria calça, e deitei sobre a cama.

Conto Erótico: O tesão mais perigoso 4

– Ei, você acha que é assim? Já me fez sofrer bastante, agora é a sua vez. – Apertou novamente minha vagina, e desceu com seus lábios, sua barba rala, tocou minha intimidade, sua língua explorava cantinhos e mais cantinhos de mim, sua língua girou ao redor da minha entrada, gemi seu nome, ele olhou para cima com satisfação, agora eu o tinha.

Ele se afastou me fazendo poder ver sua face por inteiro, me olhou com seus olhos azuis, sorrindo de lado completamente satisfeito. Suas mãos passaram sobre mim, por dentro, dessa vez com mais calma, as ondas de prazer, eram mais lentas, e leves, porém satisfatórias, suas mãos passeavam por minha intimidade, pressionavam em pontos estratégicos, como clitóris.

Fechei meus olhos deixando o som que estava agoniado dentro de mim sair, eu precisava de mais, precisava deixá-lo mais excitado, tão excitado quanto eu estava.

Um sorriso surgiu em seus lábios, aproximei deles, os toquei, estava preparada para algo leve, mas a força deles me surpreendeu, prendeu meu corpo contra a guarda da cama, me fazendo ficar presa ali, não conseguia mexer um sequer músculo, nem queria, queria ficar assim para sempre, apenas sentindo seu corpo nu tocando o meu com uma força enorme.

Conto Erótico: O tesão mais perigoso 3

Suas mãos me liberaram um pouco, mas eu não quis me mexer, e suas lábios buscaram novamente minha intimidade. Sua língua correu por ela toda, mordendo-a de leve, me fazendo soltar um grito agudo, não dor, mas sim o susto do beliscão que seus dentes causaram, ele sorriu, se pondo para baixo enquanto eu vinha por cima, estava praticamente encaixando nossos corpos, fazendo com que eles se unissem, então eu poderia ter finalmente meu desejo saciado, ele riu irônico, então me lembrei que havia me esquecido do preservativo.

Deitei ao seu lado na cama, enquanto ele buscava entre a bagunça da mesinha de cabeceira, cigarros, dinheiro, isqueiro, documentos, suas mãos pegaram a embalagem, e me deram, deixando que eu completasse o trabalho, me pus a colocar, mas deixei que algo melhor finalizasse por mim, me ajoelhei de frente ao seu membro e terminei de colocar a camisinha com a boca.

Ele sorriu com a surpresa, certamente não imaginava que eu pudesse fazer aquilo.

Ele se sentou em protesto, achei que ele não quisesse mais, mas me surpreendi quando percebi que ele apontava para suas coxas.

– Gosto dessa posição. – disse ele enquanto eu me levantava, colocando meu corpo, e metendo seu membro dentro de mim. – Quero olhar nos seus olhos enquanto estiver gemendo meu nome. – sorri maliciosa e encaixei perfeitamente seu corpo contra o meu, e arqueei ao sentir seu membro me invadindo até o fim.

Conto Erótico: O tesão mais perigoso 2

Meus braços circundaram seu corpo, e minhas mãos alcançaram suas costas, arranhei conforme o prazer que seu corpo me dava, o vai e vem de sensações era tão parecido com algo que eu já havia sentido antes, mas com Mark não havia limites, eu me deixei levar pela a sensação que tomava conta do meu corpo, conforme suas estocadas se tornavam mais fortes mais prazer eu sentia, ele afundou sua cabeça sobre meu pescoço, seu cheiro madeirado e de cigarros invadiu minhas narinas novamente, ele me cobriu de beijos pela região me fazendo gemer alto, seus dedos correram pela minha cintura. Um simples toque de suas mãos parecia que me invadia, explorava, e me deixava mais faminta por mais.

Seus lábios tocaram meus seios, exatamente como Tom fizera uma vez, mas ele não ficava tão perdido, sabia exatamente o que mexia com uma mulher, ele não só me desvendava, ele parecia já me conhecer.

Ele não havia feito nada comigo antes, a não ser se naquele dia ele tivesse resolvido me estudar enquanto eu dormia. Soava doentio, acho que não, ele poderia ser um criminoso, mais não indicava nada parecido com psicose.

Seus lábios tocaram os meus com urgência, mas meus olhos estavam fechados, ainda não tinha olhado para ele, nem visto a expressão dele. Eu consegui sentir seus lábios, mas não correspondi. Abri meus olhos olhando em seus olhos azuis. Me perdendo neles, e sentindo o desejo deles, desejo por mim, ele estava me querendo, tanto quanto eu. Seus lábios entre abertos e seu olhar, com uma feição de prazer descomunal, o mesmo que eu sentia.

Conto Erótico: O tesão mais perigoso 1

E eu estava gostando. Suas mãos apertaram minha cintura, então me senti sendo dominada por um prazer muito maior, meu corpo inteiro formigou, então só soltei um som mais alto da minha boca. Ele sentiu o mesmo.

Me joguei ao seu lado na cama, meu corpo estava quente, e eu suava. Nunca havia passado por isso antes.

Fechei os olhos sentindo as minhas respirações irregulares, e meu corpo esfriando.

Me sentia tão melhor.

Seu corpo estava tão quente quanto o meu, ele se levantou,e ligou o ar condicionado.

– Vou para o banho, se quiser mais uma dose dessas… – ele sorriu, e apontou para a porta do banheiro. – Já sabe onde encontrar… – eu ri, enquanto ele fechava a porta do banheiro.


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