O que você procura?

Era sexta feira, cheguei na casa de uns amigos já meio altinha de outra reunião e foi ele quem me atendeu a porta. Não nos conhecíamos. Me apresentei e senti um arrepio quando sua pele tocou a minha. Estranho… não que eu nunca tivesse sentido isso, mas com ele, não conseguia entender o motivo. Um rapaz baixinho, novinho, com cara de safado…

Fiquei a noite toda intrigada com o que senti. Analisei seus gestos, seu sotaque, o jeito que me olhava, como se estivesse tirando minha roupa. Fazia com que eu me sentisse nua ali na frente dos outros… E aquilo me excitava. Eu estava molhada, tesão exalando pelos poros. Queria transar com ele ali mesmo. Mas a festa acabou e todos foram embora bêbados demais para qualquer outra coisa…

Por dias eu não consegui tirar aquele sorriso sacana da cabeça, aquele olhar de quem olha para uma presa.
E por dias eu fantasiei nossa transa, os sabores, e gozava imaginando como ele seria na hora que, eu sabia, iria chegar.
Não aguentei esperar outro encontro casual e entrei em contato com ele.

Depois de poucas mensagens nós já sabíamos que queríamos a mesma coisa. Sexo. E logo.

Nos encontramos numa boate, onde ele só passou pra me buscar. Entrei no carro e lá estava aquele olhar… À espreita. Infelizmente, tinha mais gente no carro e estávamos indo pra uma rave.
Eu não sabia como poderia aguentar até o fim da noite para matar a vontade louca e latente dele me foder.
Já descemos do carro e nos beijamos. Primeiro contato carnal, que aguçou ainda mais a minha vontade. Beijo quente, gosto bom, nós dois com a mesma intensidade, mordidas na boca… senti seu volume crescendo na calça, ao lado da arma na cintura. Que tesão… Eu me sentia latejar.

sabores

Descemos a pé uma trilha no meio da mata que levava à festa, casa cheia, fogueira crepitando no centro de tudo… Meus sentidos estavam a mil. Tudo era estimulante. Tudo pulsava sexo. Nos beijamos perto da fogueira, não havia diferença entre o meu corpo e o fogo…

Ele percebeu meu tesão e, quando dei por mim, seus dedos estavam embaixo da minha mini saia de couro, arrastando minha calcinha de renda e abrindo caminho pra dentro de mim… Só um dedo… e eu gemia no ouvido dele… que brincou com meu clitóris, pra me deixar mais louca e parou. Tirou o dedo de dentro de mim e sugou, pra conhecer meus sabores… “Gostou…?” Perguntei baixinho mordendo a boca…
E ele me beijou com mais vontade, enfiando a língua e o dedo na minha boca.

“Vamos pro carro.” Ele disse me tirando da festa.

Mas não conseguimos chegar até o carro, era longe, tinha uma longa trilha na mata. Paramos no meio do caminho porque o tesão era urgente. Eu contra uma cerca, seus dedos novamente entrando na minha buceta molhada… Calcinha de renda no chão… Joelhos no chão… porque eu precisava por aquele pau na minha boca. Tirei da calça… rosado, duro, grande e a envergadura certa pra mim…

Cheiro de homem, cheiro de tesão, gosto e textura perfeitos… Que delícia fazer boquete nele…
Passeei minha língua pelo comprimento de baixo, até o ponto que liga com a glande, sentindo todo sabor dele, enquanto ele gemia e eu chupava aquele pau que eu nunca conseguiria engolir inteiro… Que cara gostoso…

Ele me levantou e me virou de frente pra cerca, de costas pra ele, subiu minha saia e começou a me lamber. Que língua, que chupada gostosa… eu gemia sem me importar se alguém ouvisse. Aí eu senti a chuva… e a primeira estocada, devagar e firme… eu estava pronta desde o dia em que o conheci. Estava molhada e pulsando de tesão. Que sensação deliciosa… a chuva na minha pele, ele me apertando a cintura e comandando o movimento…

Entre urgências, cheiros e sabores … foi bem melhor do que eu imaginava.

Enquanto ele me fodia, eu nem me preocupava com as pessoas passando ao largo, com o barulho que estávamos fazendo. Era o mais profundo sexo animal ali. Os dois no cio. Dois bichos. Ele me empurrava contra a cerca num ritmo exato. Enquanto me fodia por trás, seus dedos massageavam meu clitóris, como se fosse eu mesma fazendo isso… gemidos e sussurros… palavrões no ouvido… puxões no meu cabelo comprido…

Eu me rendi e gozei… gozei gostoso nas mãos daquele homem…

Mas ele não…

Com as pernas bambas, eu me ajoelhei e abocanhei seu pau duro latejando, cheio do meu gosto, e o chupei com vontade enquanto ele gemia e me olhava… Percebi que ele ia gozar… continuei chupando e salivando nele… Não ia tirá-lo da boca, precisava sentir o seu gosto…

E num gemido alto, meio abafado, ele gozou na minha boca… delícia… engoli saboreando todo aquele gosto…
Ainda mordendo os lábios de tesão, nos arrumamos para voltar pra festa.

Mas eu sabia que ainda não tínhamos nos saciado. E não mesmo…

Imagem: visualhunt


 

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