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7 coisas que você não sabia sobre o parto humanizado

Carina Caldas

Colunista Superela

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Na área da saúde, há mais ou menos dez anos os profissionais vêm tentando desenvolver novos conceitos sobre a maternidade. O parto humanizado surgiu da OMS, Organização Mundial da Saúde, e significa dar uma atenção particular à mulher na hora do nascimento. A decisões da mãe devem ser levadas muito mais em conta. Na prática, humanizar o parto é respeitar e criar condições para que todas as necessidades dela sejam atendidas.

Isso significa que a natureza deve fazer o seu trabalho. Os médicos devem realizar um mínimo de intervenções possíveis, a não ser as autorizadas pela gestante. A preocupação número 1 é a segurança da mãe e do bebê. O apoio da família também é fundamental para que a autonomia e a privacidade da mulher sejam respeitadas.

Em abril de 2014, a Justiça do Rio Grande do Sul obrigou Adelir Lemos de Goes, uma mulher grávida de 42 semanas, a se submeter a uma cesariana contra a sua vontade. Os médicos alegavam que a mãe e o bebê sofriam risco de morte, e mesmo com o pedido de alta, ela teve de ser levada de volta para o hospital, com o apoio da polícia se fosse necessário.

Atualmente, o Ministério da Saúde tem investido fortemente em diversas ações para incentivar o parto normal, porque atualmente o Brasil vive uma epidemia de cesáreas – que se tornaram, ao longo dos últimos anos, a principal via de nascimento do país. Segundo a instituição, nos serviços privados, 84% dos partos são cesarianas. No sistema público a taxa é de 40%.  Apesar do número ser consideravelmente menor, a taxa ainda é preocupante.

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Um parto humanizado traz muitas vantagens para mãe e filho. Saiba mais sobre esse procedimento do bem na lista abaixo:

01. A preparação começa no pré-natal

As gestantes, ao perderem seu lugar de protagonistas do parto, vivem no que se chama de “cultura do silêncio”. Isto é, a mulher é silenciada, e refém de um modelo de assistência no qual é tratada como incapaz. Por isso, a autonomia deve começar desde o pré-natal. Para o bebê nascer seguro e tranquilo, a mulher precisa de cuidados especiais durante a gestação. Ela que deve saber de tudo o que está acontecendo, além de tomar conta das consultas e exames.

02. Nem todo parto normal é humanizado

Existem inúmeros procedimentos que podem ser feitos em um parto normal e não em um humanizado como anestesia, exames vaginais, jejum, posição fixa da mãe, entre outros. O mais preocupante, é que em muitos hospitais, essa lista de procedimentos se tornou de rotina, independentemente de serem necessários ou não. Por isso existe a tendência das mulheres por preferirem um parto humanizado.

03. Uma cesárea pode ser mais humana, mas não humanizada

A cesárea não pode ser considerada um parto humanizado porque é uma cirurgia de médio porte. Porém, pequenas mudanças podem deixá-la mais confortável para a mulher como manter o parceiro na sala, controlar o ruído e a luz, diminuir a manipulação do bebê ou deixar o acompanhante cortar o cordão umbilical. No entanto, é fundamental lembrar que a cesárea só pode ser feita se houver necessidade.

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04. O parto humanizado pode ser feito em qualquer lugar

Se a gestante não estiver em alto risco, o parto pode ser feito em qualquer lugar, dando preferência aos locais em que a mulher tenha suporte como o hospital, a casa de parto ou em casa. A mãe também deve estar acompanhada de uma equipe especializada que a acompanhou desde o início da gestação.

05. É fundamental procurar uma doula

A doula é uma mulher que ajuda muito a gestante, dando apoio físico e emocional. Ela acompanha as contrações durante o parto, orientando respirações e exercícios como métodos não-farmacológicos de alívio da dor. A doula também funciona como uma interface entre a equipe de atendimento e o casal. Ela explica os complicados termos médicos e os procedimentos hospitalares e atenua a eventual frieza da equipe de atendimento num dos momentos mais vulneráveis de sua vida.

06. Alguns hospitais possuem suítes humanizadas

Nesses locais, o quarto possui banheiro adaptado, uma banheira, bola para exercícios, cama mais larga, além de uma argola no teto presa à um tecido no qual a mulher poderá se pendurar nos momentos de contração. Tudo varia de hospital para hospital. O ideal é fazer uma visita e escolher o quarto adequado.

7. É possível fazer depois da cesárea

Após um intervalo de 2 anos, a mulher pode procurar um parto humanizado se já tiver feito cesárea.

 

VEJA AQUI: 20 segredos sobre o parto que você precisa saber

 

Imagens: Pinterest

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