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Amiga, tá na hora de rever isso aí. Senta aqui, vamos conversar sobre amor próprio.

A falta de autoestima é como um câncer. Vai crescendo silenciosamente, até que um dia fica tão evidente ou dolorido que você terá que lidar com ela. Pesado, né? Quem disse isso foi o Psicólogo PhD Terry Ledford. E o que ele quis dizer com isso?

Será que você tem déficit de amor próprio?

amor próprio

Well my friends, o negócio é o seguinte: era uma vez, há muito tempo, você, em uma época distante chamada infância. Lembra como era ser pequenina e indefesa, querendo carinho e atenção para se sentir segura, amada e protegida?

Provavelmente foi lá que tudo começou

Marina, se o problema está na infância, como posso mudar o meu passado? Vou sofrer de falta de amor próprio a vida inteira? Calma, cocada! Uma coisa de cada vez.

Em nossa primeira infância, estamos descobrindo não só o mundo, mas a nós mesmas também. Não temos consciência de nosso espaço, tamanho e de quem somos. Sequer temos noção de nossos corpos. Apesar de isto tudo ser óbvio, a grande questão é que aprendemos e interpretamos o mundo a partir dos olhos dos nossos pais ou cuidadores.

Passamos a nos vermos como imaginamos que eles nos vêem. Afinal, não temos ainda a capacidade de nos avaliar. Não temos um sentido de self. O ponto perigoso é que nos medimos segundo o que acreditamos que eles vêem em nós, e esta crença nunca é verdadeira.

Todos nós temos algumas cicatrizes emocionais…

mesmo que tenhamos recebido muito amor, cuidado e atenção. Para a criança que recebeu desafetos e agressões físicas ou verbais, a formação de sua autoimagem (a forma como eu me vejo), fica bastante comprometida.

A busca de todo ser humano é por sentir-se feliz, amado e aceito. Nesta ânsia por me sentir amada e aceita, posso me comportar de formas distintas, nocivas a mim mesma. Principalmente se não me julgo merecedora e capaz. Estes “sintomas”, na maiorias das vezes, não são claros, muito menos as suas causas. Apenas a dor e a angústia de não se sentir amada e suficiente são sentidos.

Por isto, Terry Ledford compara a falta de amor próprio à um câncer. Uma autoestima deficitária se apresenta de formas distintas, de acordo com as características, individualidades e experiências de cada uma.

Porém, estes pontos costumam ser os mais comuns:

  • Não sabe falar não (não quer desagradar);
  • Compara-se constantemente e sente-se inferior;
  • Dificuldade em receber elogios (acha até que a pessoa está sendo irônica);
  • Dependência emocional;
  • Busca prazer em coisas externas como compras, comida ou sexo;
  • Perfeccionismo exagerado por medo de falhar (que causa estresse, ansiedade e paralisa);
  • Preocupação com “o que os outros vão pensar de mim”;
  • Não enxerga suas qualidades, habilidades e méritos;
  • Dificuldade em receber críticas. Leva para o lado pessoa e caba se ofendendo. É uma pessoa “ofensível”;
  • Se vitimiza, sente autopiedade;
  • Cultiva o hábito de falar mal e criticar outras pessoas, para se valorizar;
  • Por medo de falar besteira, não diz o que pensa;
  • Acha que não tem nada de útil ou inteligente a dizer;
  • Aceita relacionamentos abusivos (amoroso, amizade, profissional, família);
  • Se denigre com frases do tipo “eu sou burra”, “eu mereço isto”, “não sou capaz”.

Vamos levando, aceitando situações, abrindo mão, até que fica tão doloroso que precisamos parar e olhar para dentro. Arrumar a morada interna para que fique não somente morável, mas também agradável, como deve ser.

Você vai conviver com você mesma até seu último dia de existência

amor próprio

Tradução: encontre a si mesma

É melhor que esta relação seja boa, né amiga?

O amor próprio vem com o autoconhecimento, autoaceitação, autocompaixão, capacidade de se perdoar e respeitar. É uma construção, e como em qualquer outro relacionamento precisa de dedicação e empenho.

Procure as suas qualidades, reconheça as suas conquistas, se dê parabéns, se console. Não meça o seu valor pela régua de ninguém. Identifique quais são os pontos que você deve trabalhar, e mãos à obra!

Imagem: Pexels


E o que vocês responderiam a essa pergunta aqui abaixo sobre amor próprio, feita por uma de nossas usuárias do Clube Superela?


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