Quais desses temas você mais curte? Vamos fazer uma seleção especial pra você!










O que você procura?

Eu descobri que posso escolher não usar sutiã. Descobri que posso usar uma bermuda que quase desaparece quando eu sento. Descobri que posso aparecer na faculdade de salto alto e toda maquiada logo cedo, e chegar de chinelo e cara lavada na porta do meu namorado no final do dia.

Descobrir-me… mulher!

descobrir-me

Descobri que posso decidir ser uma grande jornalista no futuro e colocar um piercing na orelha esquerda no mesmo dia. Descobri que posso desistir da primeira ideia dez minutos depois para focar em ser feliz. Descobri que o meu professor não tem razão em tudo, principalmente um que exige credibilidade ao mesmo tempo que tem um vasto histórico de assédio na universidade. Descobri que esse mesmo professor não pode me cumprimentar com um beijo no rosto enquanto das outras alunas ele recebe com um aperto de mão.

Descobri que eu não preciso deixar aquela camisa transparente linda mofando no fundo do armário só porque alguns homens não sabem respeitar as mulheres. Descobri que não preciso evitar sair na rua porque, com ou sem namorado, sempre se ouve um: “gostosa!”.

Descobri que eu sou isso sim, mesmo que não me sinta assim o tempo todo ou não tenha o “padrão”, mas ninguém tem o direito de me chamar assim se eu não quiser. Descobri que eu não preciso deixar de usar maquiagem, mudar o anel para o dedo anelar, deixar o cabelo crescer ou qualquer outra coisa para agradar alguém.

Descobri que não preciso agradar alguém.

Descobri que não preciso guardar o meu carinho, a minha poesia, a minha sensibilidade, só para fingir que não me importo e me proteger dentro de uma máscara de frieza. Eu não preciso fingir nada. Nada. É como se um peso saísse das minhas costas. Aliás, eu descobri que posso encarar o peso de tudo o que vier ao aproveitar a vida. Descobri que eu posso encarar as consequências e, se errar, a única dona de mim sou eu. Descobri que não preciso engolir sapo e, agora, o mundo vai ter que me engolir.

Descobri que eu não preciso ir em festas para me sentir livre, leve e solta. Não preciso beber e nem ser solteira (e nem o contrário). Não preciso fazer nada, aliás. Só preciso viver em busca do que me faz intensa, não feliz, como uma pessoa especial me fez refletir. O que é ser feliz senão partilhar dessa longa caminhada com o amor? As pessoas que eu amo andam comigo, lado a lado, vivendo intensamente as mais diversas emoções.

Não existe bom ou ruim, apenas vivo intensamente.

descobrir-me

Eu sou sentimento, ele tem razão. Eu sou eu e não posso viver para ser nada além disso. Depois de fazer 18 anos agora em setembro, descobri que posso ser livre em qualquer idade, qualquer momento. Descobri que sou livre para ser eu mesma, dentro da minha própria casa ou onde bem quiser. Após anos e anos de muita dor tentando ser qualquer outra pessoa além de mim, descobri que a única pessoa que eu quero ser sou eu.

Descobri que a mulher que eu tanto buscava copiar era a mulher que gritava para sair daqui de dentro. Aos 18 anos, eu me descobri muito mais do que a mulher dos meus sonhos: eu sou uma mulher real que corre atrás dos sonhos com todas as forças. Eu fiz muito mais do que esperavam de mim. Eu descobri que era capaz de derrubar os estereótipos. Descobri que não precisava ser nem mesmo mulher, e hoje sou muito mais do que um gênero, um corpo, uma ideologia limitada e injusta.

Descobri que a única saia justa que cabe em mim é a de vestir, porque eu posso militar sobre a minha liberdade sem vergonha nenhuma.

Descobri que não preciso me esconder da inocência e posso assumir que estou aprendendo agora sobre meus direitos, meu corpo e minha luta. Descobri que não preciso me armar de preconceitos para conviver com pessoas e lugares diferentes, porque a beleza deles não anula a minha.

descobrir-me

Descobri que não preciso me cobrir. Afinal, nua ou não, eu mando na minha carne e minha alma. Eu mereço respeito onde quer que eu esteja e seja lá com quem. Na igreja, na balada, na rua, no meu quarto, no ônibus, enrolada num lençol, dentro de um vestido rosa choque, no meu uniforme, no terno…e se eu quiser, pelada. Eu me descobri.

Imagem: visualhunt


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