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O que aprendi (e vivi) na Escola para Maridos

Ana Canosa

Colunista Superela

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Em setembro, estreou o Programa Escola para Maridos no canal fechado Fox Life, no qual faço parte. É a primeira temporada da versão brasileira. O programa consiste em acolher 8 maridos com problemas conjugais, que vão a uma escola para enfrentar seus conflitos, aprender sobre relacionamento com o objetivo de melhorar a sua relação amorosa.

A equipe da escola é composta por um diretor, uma coordenadora pedagógica psicóloga e sexóloga e 2 inspetores. Cada episódio corresponde a um tema, que é debatido em sala de aula, um exercício e uma prova que normalmente recriam a situação problemática. No total são 13 episódios com 9 temas: comunicação, sexo, confiança, aparência, dinheiro e poder, ciúme, coexistência, dinâmica familiar e negociação.

O que aprendi (e vivi) na Escola para Maridos

Queixas Femininas

As principais queixas das mulheres têm relação com a comunicação violenta, o machismo, e a falta de atitude para levar a cabo os projetos comuns, sejam eles financeiros, de lazer ou mesmo de convivência conjugal. O formato rompe com alguns paradigmas baseados nas relações de gênero, resultantes do machismo e do patriarcado.

No Brasil é muito arraigada a ideia de que pensar a relação e discuti-la, buscar a compreensão do universo subjetivo é papel da mulher e não do homem. Ainda são as mulheres que mais procuram terapia de casal, vão fazer curso de erotismo para apimentar a relação, tentam conversar sobre o que não vai bem. E sim, pedem mais o divórcio quando estão infelizes.

Na escola para maridos, a história é inversa: mesmo que a sua mulher tenha participação no conflito, o combinado é que a mudança de comportamento vai partir dos homens. São eles que vão pensar sobre as necessidades especificas de suas companheiras, debater o assunto com especialistas e outros homens, elaborar maneiras de fazer diferente.

A escola é para maridos, mas quem ganha é o casal. E diferentemente da escola de princesas, onde o que vale é se adaptar a um papel pré-estabelecido e restrito nos papéis de gênero, aqui o importante é aprender a amar melhor aquela mulher especifica, seja ela mais romântica ou mais prática, mais livre ou cheia de pudores, aguerrida ou não. A sua companheira e não “a SUA mulher”.

Masculinidades

Não é possível falar sobre uma masculinidade, mas sim em maneiras que se constrói o masculino em nossa cultura. No entanto, há um grupo grande e forte que se constituiu “masculino” baseado na negação: para ser viril é preciso não ser mulher, não ser bebê e não ser gay.

Observe um grupo de meninos entre 6 e 8 anos brincando, por mais de 1 hora, que certamente escutará a clássica provocação: Mulherzinha, mulherzinha!! Lá vai o garoto ter que provar que não é mulherzinha… Isso castra a natureza do indivíduo, que deveria ser livre para experimentar suas emoções, elaborando os comportamentos, além de reforçar uma desigualdade baseada, sabe deus em quê ideia de fragilidade feminina. Acrescento que, para os homens brasileiros é ainda importante provar para todos que não é corno.

Sim, meus meninos choram

Assista escola para maridos e veja homens em transformação, descobrindo outra maneira de funcionar. Homens que tiveram a coragem de se expor e que estão ajudando uma porção de pessoas a fazer reflexões. Recebo, diariamente dezenas de mensagens agradecendo o aprendizado.

Sim, eu fui dura com eles, mas me emocionei com cada história. Não fui motivada por um senso de revanchismo feminino, mas confesso que, algumas vezes, lavei a alma diante da possibilidade, de explicar tim-tim por tim-tim que simplesmente nascer com um pinto no meio das pernas não faz a menor diferença na pessoa que somos e sim na maneira como acreditamos que somos. E entre acreditar no que se é e ser pode haver uma grande distância. Tá, você já sabe que foi educado de uma maneira ou outra, okay, mas não dá para passar a vida se justificando e fazendo ou falando sempre a mesma coisa. Você pode ser tipo um pé de couve ou um ser humano em franco e pleno desenvolvimento, a escolha é sua!

Foi uma experiência intensa e linda. Acompanhe. O programa vai ao ar toda terça-feira às 22h45 no canal a cabo FOX Life. Dá para assistir aos episódios anteriores pelo aplicativo FOX play.

Imagem: Divulgação

Ana Canosa

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