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DIVERSIDADE NO OSCAR 2017: 3 filmes incríveis que você precisa assistir antes da premiação

Beatriz Santiago

Colunista Superela

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A lista de indicados ao Oscar 2017 finalmente deu uma repaginada, uma diversificada. Depois de anos com uma linha tênue racista e sexista e apenas colocando negros como “cota”, nesse ano temos negros nas 6 principais categorias , sendo elas: Melhor Filme, Diretor, Melhor Atriz, Melhor Ator, Melhor Atriz Coadjuvante (nessa categoria temos 3 mulheres negras!) e Melhor Ator Coadjuvante. Comentei sobre o que eu achei das indicações aqui nesse vídeo.

Mas vamos falar sobre os filmes indicados ao Oscar 2017? Dentre eles, 2 são protagonizados por mulheres, 2 por mulheres negras, 2 por negros e 1 por um indiano. Diversidade, finalmente, vemos por aqui. Hoje gostaria de falar sobre três filmes que abordam temas diferentes, porém, não tanto, pois acredito que a humaninade, a relação entre os seres humanos e a diversidade seja o principal por aqui.

3 filmes incríveis que você precisa assistir antes do Oscar 2017

1. A Chegada (Arrival)

É um sci-fi, filme de ficção científica. Você imagina um filme cheio de contas matemáticas, alienígenas, essas coisas? Não faça isso. A Chegada conta a história de uma linguista (interpretada por Amy Adams) que se depara com uma situação fora do comum: ela precisa decifrar a linguagem extraterrestre. É um filme que não mostra como solucionar um buraco negro, ou como chegar nele, mas sim como solucionar problemas na comunicação entre seres, simples, né? Nada disso. No desenrolar da trama, vimos como a comunicação terrestre também é complicada, como os países se assustam com o “outro” – no caso, o alienígena, – mas pode ser uma metáfora para qualquer diversidade, como eles lidam com isso e como o olhar de uma mulher forte, determinada, pode mudar tudo. Vale a pena assistir. A Chegada está concorrendo a 8 prêmios do Oscar 2017, entre eles Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Roteiro Adaptado.

Amy Adams que interpreta a Doutora em Linguística Louise Banks em uma cena de A Chegada.

Amy Adams, que interpreta a Doutora em Linguística Louise Banks, em uma cena de A Chegada tentando se comunicar com extraterrestres.

Minha Nota: ★★★★★

 

2. Estrelas Além do Tempo (Hidden Figures)

É um filme sobre três trabalhadoras da NASA (interpretadas aqui pelas incríveis Taraji P. Henson, Octavia Spencer e Janelle Monáe), que entraram na época em que ainda havia segregação racial nos Estados Unidos. Elas, então, trabalhavam numa área chamara “colored departament” que seria o departamento para pessoas de cor, a grosso modo. Mas cada uma dessas mulheres era tão incrível no trabalho que desenvolvem que acabam transgredindo barreiras e entrando em outros departamentos, sofrendo muitos “side eyes” (olhares tortos), mas, mesmo assim, seguindo em frente com suas carreiras e batalhando para conseguirem serem ouvidas, respeitadas e tratadas igualitariamente com os colegas de profissão brancos. É um baita filme, daqueles que te inspira a ser uma pessoa melhor. Foi baseado em fatos reais, está concorrendo ao Oscar 2017 de Melhor Filme e também a atriz Octavia Spencer concorre na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante.

“Obrigada por reconhecer essas mulheres, elas não são mais figuras escondidas!” Diz Taraji P. Henson emocionada ao receber o SAG Award de Melhor Filme.

Minha Nota: ★★★★★

3. Sob a Luz do Luar (Moonlight)

É um filme sensível – não tem descrição mais certa do que essa. Trata sobre a vida de um menino que nasceu e cresceu às margens da sociedade Estadunidense e é acolhido por um casal que o ajuda (aqui conhecemos o personagem do Mahershala Ali, sim o mesmo de Hidden Figures, e Luke Cage, e ah, House of Cards!), Juan, e Teresa (Janelle Monáe aqui novamente), pois a mãe (interpretada pela incrível Naomi Harris) é viciada em crack. Isso, quando Chiron (o personagem principal) é criança. Acompanhamos Chiron por uns 15 anos no filme, mais ou menos, na infância, adolescência e vida adulta.

Vemos como Chiron passa de “Little” (pequeno) para “Black” (preto) até como ele é chamado de “Faggot” (termo ofensivo para homens homossexuais). E como ele lida com mudanças da vida, sendo negro, gay e da periferia da Florida. O jeito com que a história foi contada foi o que mais me emocionou e surpreendeu, o filme, em nenhuma vez, cai na maneira clichê americana de contar histórias de atores negros os colocando como presidiários, ou ex-presidiários, drogados ou traficantes, ou nos mais clássicos, escravos.

Há, sim, elementos no filme de drogas, tráfico, etcs, porém o jeito com que foi abordado foge completamente do padrão. O diretor Barry Jenkins, negro e nascido na periferia, fez um filme autêntico e sem cair em nenhum clichê pré-estabelecido na indústria cinematográfica. Junto com A Chegada, é o segundo filme com mais indicações ao Oscar 2017. No total, são 8, incluindo: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Ator Coadjuvante, Cinematografia, e por ai vai.

“O que eu aprendi trabalhando em Moonlight é que nós vemos o que acontece quando somos perseguidos.” Diz Mahershala Ali em seu discurso, depois de ganhar o SAG Award por Melhor Ator Coadjuvante.

Minha Nota: ★★★★★

 

Como avisei, três filmes com pegadas bem diferentes né? Mas conseguem perceber como a humanidade, empatia, diversidade e “olhar pelos olhos do outro” se encaixam nos três? Muita gente vem reclamando que os filmes do Oscar 2017 estão mais “chatos”, pois eu discordo totalmente. Os filmes estão mais densos, não tem nenhuma grande explosão, perseguição em nenhum deles, mas olha o quanto eles não nos fazem pensar! São filmes que, além do visual, nos trazem questionamentos muito pertinentes e atuais. Eu to amando fazer essa maratona do Oscar, de verdade! Os filmes têm me conquistado por terem essa roupagem mais “intelectual” do que “filme pipoca”.

E ah, antes de ir embora, gostaria de contar que estou fazendo um projeto chamando “365 dias, 365 filmes” e venho compartilhando minha experiência cinéfila em um canal no youtube que você pode conferir aqui o vídeo de como foi o primeiro mês do desafio.

Até a próxima, Bia <3

Beatriz Santiago

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