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Fique comigo dessa vez

Juliana Maglio

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Tá bom, confesso tem um lado neurótico em mim! Eu insisto em não admitir, eu sei, eu sei…. Esse lado que parece que me toma quando há ausências ou hiatos nas nossas conversas (leia mais aqui). Ou quando fica meio monossilábica e parece que está conversando apenas para agradar. Ou então quando, de repente, sonha numa semana e na outra resolve ficar com pé no chão.

Pronto, estabeleceu minha neurose e meu medo de todo esse encantamento acabar. Não pense que não encaro a realidade por causa disso, engano seu. Eu olho para tudo como se fosse acabar amanhã – e assim vou deixando de viver o hoje com mais entrega. Me desculpe, a bagagem é grande e nada agradável de desencontros na vida. E os que ocorreram, era eu que estava lá correndo atrás.

Eu acostumei a amar sozinha e a fazer tudo por dois. Eu não estou acostumada a ser amada e cuidada e agora essa novidade me invadiu e fico perdida, querendo admitir a mim mesma que a qualquer momento você vai embora e eu vou ficar aqui aos cacos. Demora muito pra juntar cacos, ainda estou catando alguns antigos.

E essa semana que passou me deparei com essa realidade. Preciso me reconstruir com novas peças e deixar de querer juntar as antigas que foram quebradas por outras pessoas. Já passou, já foi! Tem horas que me pego de joelhos no chão tentando juntar esses cacos. Juntar pedaços de mim. Não está dando muito certo.

Na verdade, está o caos aqui dentro do meu coração. E agora que você chegou trazendo essa ligação boa, absorvi um medo imediato de perda. Tudo bem, já faz um tempo, um bom tempo que você anda aqui na minha vida, mas parece que resolveu de vez fazer morada fixa e junto trouxe essa insegurança que ta complicada de trabalhar (leia mais aqui).

Ok, tem mesmo um pouco de culpa nisso, mas agora eu realmente quero saber quais suas verdadeiras intenções. Não, não, não, você já tem me dito todas as vezes que fala ao meu ouvido, todas as vezes que me beija, me abraça e me tem por inteira. Sou eu, sou eu que preciso, urgentemente, entender isso e parar de temer o fim.

Talvez possa me ajudar com isso, já conhece bem minha mente louca e pirada e meu coração hora descompassado, hora confiante. Pode ajudar ficando comigo. Nunca ninguém me escolheu antes e eu estava acostumada a tomar conta de tudo. Não sei bem como é o contrário, como é alguém tomando conta de mim e estando ao meu lado em algo mutuo.

Estou aprendendo a viver na ótica de alguém que veio para amar e que também está com receio. Sim, você está com receio e fica descrito na sua cara. Não por mim, mas talvez pela realidade que vivemos, de que como será deixar tudo e seguir em frente numa nova vida. Tudo bem, o tempo vai ter que ser nosso amigo e a paciência nossa maior aliada.

Enquanto isso, vivemos no espaço da espera com toda a intensidade que podemos e com toda a veracidade que existe nesse amor. Não há porque temer arriscar, não estamos pisando em solo desconhecido. O amor é um campo minado, é verdade, mas tudo depende de como encaramos a mina.

Não adianta desespero ou níveis altos de passividade. Se faz necessário equilíbrio, e cá estamos nós sendo esse equilíbrio um do outro. Meu medo não está baseado no amor que existe aqui entre a pequena distância dos nossos corpos, ele está nas expectativas que coloquei nas mãos de pessoas que não me trouxerem muito além de desprezo.

Estou confiando em você, estou mais uma vez apostando nisso tudo. Deixei pra lá as minhas reservas recentes por pura defesa, deixei meu orgulho, minha revolta e minhas conclusões egocêntricas. Por escolha, resolvi abandonar as desconfianças e o achismo, estou trabalhando esse lado neurótico temeroso. Logo ele pula do barco.

Não quero que se sinta sobrecarregado, jamais! Quero ser aquele ponto de equilíbrio que tanto precisa. Como diz um trecho da música que tenho ouvido o tempo todo “eu só quero o leve da vida pra te levar”. Sim, eu quero trazer esse leve da vida para sua alma meu bem. Tenho medo é fato e vou com medo mesmo! Mas por favor, fique, fique comigo dessa vez…

 

 

 

 

Juliana Maglio

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