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A desigualdade de gêneros é um assunto muito latente hoje em dia: lutar pelo fim das diferenças entre homens e mulheres se tornou a principal pauta entre nós, e o movimento tem ganhado mais força cada dia que passa (ainda bem!). O objetivo, claro, não é criar um mundo em que as mulheres são vistas como melhores do que os homens, mas, sim, em que os dois sexos sejam considerados iguais em todas as esferas da nossa sociedade.

Alcançar essa meta parece muito difícil, ainda mais para mulheres que não têm acesso à essas informações ou ainda que precisam trabalhar duro para se manterem (e a família) e não encontram tempo para participar de greves, protestos e petições online. Onde fica, então, a luta contra a desigualdade de gêneros?

Por mais que passeatas, petições e tantas outras grandes ações sejam importantes para dar mais visibilidade para a causa, é no dia a dia que a mudança acontece de fato. E para trazer essa mudança o mais perto possível de você, montamos a lista abaixo para você entender melhor como lutar contra a desigualdade de gêneros.

7 coisas que você pode fazer no dia a dia para lutar contra a desigualdade de gêneros:

1.Dividir as tarefas de casa igualmente entre todos

A casa é um ambiente comum para você, seus pais, namorado, marido, filhos…Ou seja, você, mulher, não é a única que usufrui desse espaço. Porque deveria ser a única a cuidar dele? Divida as tarefas igualmente entre todos, essa é a melhor forma de mostrar que todo mundo é responsável pela manutenção de uma casa ou apartamento (enfim, do ambiente que vocês dividem juntos). Fato: pode existir um pouco de resistência no começo, mas seja firme. Crie planilhas, cole na porta da geladeira, crie grupos no Whatsapp para lembrar as pessoas do que precisa ser feito e não faça aquilo que não é a sua tarefa. O principal é que todo mundo perceba que tem uma função dentro da casa e que você não deve levar esse peso nas costas sozinha. O mesmo vale para cuidar dos filhos – pai não é visita em casa.

2.Elogiar outra mulher pela sua capacidade (e não pela sua aparência)

É a coisa mais comum do mundo: a gente encontra uma amiga e solta um ‘nossa, como você tá bonita!’. ‘Puxa, como você tá magra!’. ‘Ai, que roupa incrível’. E, ok, todo mundo gosta de se sentir linda, mas é muito mais legal quando somos elogiadas por nossa capacidade do que pela nossa aparência. Então, faça isso! Comece e elogiar as mulheres à sua volta pela sua capacidade e não pela sua beleza ou peso. Faça isso no trabalho, falando sobre um relatório que ficou legal, um texto que se saiu super bem ou uma apresentação que ficou incrível. Pense duas vezes antes de elogiar uma amiga pela aparência e busque por coisas concretas que ela fez e que mereçam esse elogio. Nada incentiva mais alguém do que saber que as pessoas estão observando o que ela faz e não as roupas que ela usa. E isso é uma forma de lutar contra a desigualdade de gêneros porque tira da frente a visão da mulher apenas como um objeto sexual, tão disseminada pelos padrões de beleza.

3.Procurar uma mentora

Vai fazer um projeto de graduação, mudar de área no trabalho, fazer uma pesquisa? Procure por uma mulher que seja bem sucedida na área para te ajudar nesse processo. É muito comum o trabalho das mulheres passar despercebido porque os homens têm sempre mais destaque em qualquer mercado. Ou seja, uma forma de você ir contra esse movimento é buscando mulheres que podem servir não só como um guia para o que você precisa, mas também que sejam um exemplo para outras pessoas – afinal, o melhor de tudo é você poder compartilhar o trabalho de alguém incrível e que está ajudando você com um projeto, não é mesmo? Mulheres apoiando mulheres é a base da sororidade que a gente tanto fala.

4.Apontar comportamentos machistas no ambiente de trabalho

Ninguém gosta de comprar briga no escritório, essa não é a proposta aqui. A ideia é você usar esse ambiente para promover um espaço mais igualitário – ou seja, acabar com a desigualdade de gêneros. Isso significa que piadinhas sobre as mulheres, comentários machistas (do tipo ‘isso ficou bom, apesar de ter sido feito por uma mulher’) e outras atitudes desse tipo podem ser combatidas com profissionalismo. É necessário, antes de mais nada, apontar uma mentalidade machista para que ela seja corrigida e educar as pessoas de como isso pode mudar para melhorar o trabalho como um todo. Você pode, inclusive, começar conversas sobre a diferença salarial no ambiente de trabalho. E não tenha medo, a mudança só acontece se passarmos a enfrentar aquilo que nos faz mal de alguma forma.

5.Leia sobre os direitos das mulheres

A informação é a arma mais poderosa do mundo, então uma forma de você entrar na luta e saber porque ela é importante é lendo sobre os direitos femininos e projetos de leis que possam afetar as mulheres (como a legislação a respeito do aborto). E não vale só ler textão do Facebook, ok? Se informe de verdade, leia jornais, artigos, até livros feministas. Para quem prefere os filmes, tem uma lista de documentários sobre o assunto em plataformas como a Netflix. Ou seja, não tem desculpa. Se você não sabe por onde começar, pode clicar aqui para ler mais sobre o assunto no site da ONU Mulheres.

6.Não deixe a sua voz ser abafada

Sabe no trabalho quando o chefe meio que dispensa a sua opinião? Ou naquela conversa de bar quando os seus amigos ignoram o que você falou sobre futebol? Então, não deixe isso acontecer. Faça a sua voz ser ouvida, não tenha medo de falar o que você pensa. Por mais que, em um primeiro momento, as pessoas podem achar que você é ‘agressiva’, isso é só um equívoco. É uma falta de costume de prestar atenção no que uma mulher tem a dizer e, com o tempo, isso passa. Claro, não estamos falando aqui para você bater na mesa e começar a gritar a sua opinião (isso não ajuda em nada). Existe um jeito de falar e de ser assertiva sem agressividade ou raiva. Lembre-se que o objetivo é educar e não humilhar.

7.Não critique as opções sexuais de outras mulheres

Você tem uma amiga que ama transas de uma noite só? Outra que adora um sexo a três? Outra ainda que não gosta de transar e é super celibata? E você? É do tipo que ama um sexo selvagem? Não critique ou julgue as escolhas sexuais de outra mulher, principalmente das suas amigas – isso só alimenta a sensação de rivalidade e de que existe alguma coisa ‘errada’ com elas. Toda mulher é livre e tem direito sobre o próprio corpo. O que ela faz ou deixa de fazer entre quatro paredes não é da conta de ninguém e muito menos define o seu caráter. O tanto que uma mulher está em contato com a sua sexualidade não a faz mais ou menos digna, ok?

Imagem: Reprodução / GNT


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