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Um homem que tira a camisa para andar na rua (seja na cidade ou na praia, seja no churrasco com a galera ou no fim da festa) é super aceitável. É ‘normal’. Agora, uma mulher fazer a mesma coisa… Aí já são outros 500, como diz o ditado. E a campanha incrível criada pela revista AzMina, chamada Mamilo Livre, foi criada para acabar com essa censura a respeito dos mamilos femininos.

Não é que a gente ~tem que~ sair por aí mostrando os peitos a torto e a direito (isso não faz sentido pra ninguém, aliás, homem ou mulher), mas é uma questão da hipersexualização dos mamilos femininos. Isso significa que a visão que o mundo tem do corpo da mulher é tão sexualizada, tão cheia de segundas intenções e de desejo, que um mamilo não é só um mamilo: é superexposição, é provocação, é sinônimo de sexo.

Entra aí o movimento Mamilo Livre, que criou – e ajuda você a criar – mosaicos de seios com destaque para os mamilos feminino que podem ser compartilhadas no Facebook. E por que no Facebook? Porque a rede social tem uma política de censura com imagens de seios de mulheres, o que não acontece com fotos de homens sem camisas. Dois pesos e duas medidas, entende?

O movimento é inspirado no Free The Nipple gringo, em que muitas famosas, como a modelo Kendall Jenner, começaram a sair nas ruas com roupas que deixam os peitos à mostra, uma forma de protesto contra essa cultura machista. Porque, sim, isso é parte da cultura machista, que diz que as mulheres não têm os mesmos direitos que os homens.

Isso é muito claro com um tema como os mamilos femininos: os homens podem mostrar os seus à vontade, em praticamente todos os ambientes (não que isso aconteça, de fato), mas as mulheres que fazem o mesmo são julgadas, censuradas e até ridicularizadas. Nem mesmo as mães que estão amamentando estão à salvo – e não existe um ser humano no planeta que não tenha sido amamentado, no peito da mãe, na hora que desse fome.

Assim como questões como o aborto, mostrar ou não os mamilos femininos deve ser uma escolha da mulher – e deixá-los à mostra não é um sinal de que ela está ‘se oferecendo’, ‘pedindo’ para ser assediada ou qualquer outra coisa do tipo. O mamilo não é público, é só mais uma parte do corpo como qualquer outra.

E por isso a ação Mamilo Livre é tão incrível e genial: ela usa de uma estratégia para driblar a censura do Facebook e protestar contra uma ideia totalmente retrógrada e sem sentido. Postando as fotos como um mosaico (ou seja, um pedaço da imagem, depois o outro, depois o outro), a rede social não reconhece o clique final, e, sendo assim, não pode bloqueá-lo.

O site oficial do projeto disponibiliza uma série de pôsteres para você baixar (e repostar) e lambe-lambes (aqueles pôsteres de rua, que aparecem em postes) para espalhar pela cidade. Como diz o próprio projeto: toda mulher é uma revolução – é hora de aceitar e fazer parte do movimento.

Imagem: Pinterest


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