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Quando dizer “mas era só uma brincadeira” passa dos limites

Adriana de Araújo

Colunista Superela

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Uma das coisas mais relaxantes ao estar com a família, amigos e conhecidos é poder brincar, descontrair e jogar conversa fora. Ter momentos de lazer e intimidade com pessoas que gostamos é mais que agradável, é muito bem vindo para nossa sanidade mental. A vida é corrida para todos – alguns estudam, outros estão envolvidos com tratamentos de saúde, trabalho, cuidados com os filhos, atenção a casa, etc. E ao poder deixar de lado um pouco as preocupações e relaxar com quem se gosta, a vida fica mais leve, se dúvida alguma.

Mas porque a convivência e a comunicação com as pessoas nem sempre levam ao entendimento e bem estar? A liberdade de dizer o que pensa sobre o outro não é muito bem aceita por todos. Ridicularizar alguém em tom de brincadeira costuma ser engraçado apenas para quem faz piada ou quem escuta, raramente é algo que agrega e fortalece o vínculo entre as pessoas. A amizade esbarra muitas vezes na dúvida de qual é esse limite, com o que exatamente se pode ou não fazer piada, gozação ou brincadeira? Expor o outro a situações vexaminosas é condenado pela maioria, mas um deboche, um tirar sarro, um riso solto, nem sempre é entendido como ofensa.

Quando dizer "mas era só uma brincadeira" passa dos limites 2

Quem costuma viver o papel do “divertido sem limites” costuma ser uma pessoa extrovertida ou alguém que gostaria de ser expansivo, normalmente, são pessoas inseguras que buscam aceitação do grupo e por não saber como fazer, usam alguém que julgam mais fraco, tímido ou muito educado que, no final das contas, sabe que não vai expô-lo ao ridículo, nem impor limites perante outras pessoas.

Indivíduos assim, “brincalhões sem noção” se expõem mais que as demais e raramente é capaz de se por no lugar do outro (com os valores e pensamentos da outra pessoa, não os seus próprios, o limite de cada um é muito diferente e merece respeito e atenção), ou ser capaz de entender como seu comportamento é ofensivo e suas ações são, muitas vezes, inadequadas por completo. Algumas pessoas invejosas também agem assim para denegrir o outro e se sobressair com suas “piadas afiadas”. Por sua vez, quem brinca desse modo quer atenção e não entende a rejeição que recebe de quem não suporta ser alvo de piadas.

Quem é o foco desse tipo sutil de ridicularização sofre muito com isso e vive momentos de estresse. Pessoas assim não conseguem achar saída para o bem estar – a não ser evitar o contato com quem lhes causa esse tipo de desconforto. Algumas pessoas nessa condição tentam se defender, porém isso acaba sendo feito de forma séria, justamente porque quem sofre sente todas as dores de forma real. Porém, nem sempre esse caminho funciona, até porque o ataque é feito através da máscara do “mas era só uma brincadeira” e a comunicação passa a ficar truncada justamente aí.

Se tem alguém brincando e alguém se ofendendo raramente quem está se divertindo compreende a imaturidade dos seus atos e o cunho agressivo de suas ações e o próximo passo mais comum é julgar quem se ofendeu como “chato” e alguém muito “sério” que não sabe se divertir com nada.

Quando dizer "mas era só uma brincadeira" passa dos limites 1

Quem assiste a esse tipo de comunicação e não faz parte diretamente da conversa, normalmente, não vê problemas, pois:

  • Não compreende a dinâmica do “engraçadinho de plantão” e sua agressão mascarada;
  • Não é o alvo e não pensa como seria se fosse;
  • Não se põe no lugar de quem sofre e nem imagina seu sofrimento.

Tanto quem é inadequado quanto quem se sente agredido pode buscar ajuda em sessões de psicoterapia. Ser capaz de conhecer melhor a si mesmo, suas emoções, ações e impacto das ações, entender suas atitudes e escolhas pode melhorar sua qualidade de vida e contato social.

Sucesso e até breve!

Adriana de Araújo
www.adrianadearaujo.com.br

Imagem: Pinterest

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