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É difícil escrever esse texto sem um certo tom de conselho. É difícil porque a superficialidade moderna me tira do sério e porque eu quero quase desesperadamente que as pessoas compreendam que o amor importa. Então, perdoem se eu flertar com a autoajuda – é só hoje, prometo, porque hoje é impossível evitar.
Não cai nessa de demonstrar desinteresse. Isso é coisa de gente chata e cheia de ego. O mundo já tem egos demais, inflados demais, gigantes demais, irritantes demais. O amor, por sua vez, está em falta. Há muitas maneiras de afagar o ego (desconfio que seja essa a grande finalidade das redes sociais). Então – em vez de perder um tempo precioso de vida com jogos amorosos – ame sempre que puder.

Mesmo que vá dar errado. Mesmo que você termine jogada na cama num domingo vazio. Mesmo que você precise de algumas garrafas de vinho depois (poucas coisas na vida não terminam em domingos vazios e garrafas de vinho). Mesmo que você ache que não é capaz de suportar a carga psíquica de estar apaixonada, tente.

Chega no crush e diz: me conta sua história!  1

O barato do amor – talvez o único, embora eu realmente não queira acreditar nisso – é desbravar o outro. É descobrir o que existe por detrás da muralha que a gente passa a vida inteira construindo pra conseguir lidar com as rejeições. É ir lá no fundo, no quartinho escuro do coração do outro, onde estão guardados os seus segredos, os seus medos, as suas frustrações, as suas paixões, as suas certezas. O barato do amor é chegar ao ponto em que você já não precisa respeitar os avisos de “mantenha distância segura.”

Se deixa desbravar também. É tão bonito quando alguém desvenda a gente dos detalhes. É tão bonito ficar nua na alma. Deixa que o outro te veja sem as máscaras que a gente precisa usar todos os dias pra não se machucar. A gente sabe que é difícil. Como tudo que é intenso, às vezes o amor dói. Quando ele dói na gente várias vezes seguidas, é fácil ficar meio cabreira. É fácil querer se abster. Mas não é estúpido querer se abster da única coisa que nos permite quase-mortes e loucuras com volta? Não é estúpido nunca estar vulnerável, já que as grandes coisas se dão justamente na vulnerabilidade?

Chega no crush e diz: me conta sua história!  2

Em vez de construir mais barreiras pra se proteger, destrua-as. Alguém há de perceber o quanto a sua alma é linda ou o quanto é assustadora ou o quanto é tudo isso junto (almas lindas e assustadoras são as almas mais bonitas).  Deixa que o outro te veja, não faz mal se ele não gostar.

Esqueça as trivialidades: ouça a história do outro. Pergunte sobre os medos, os traumas, as quedas, os apelidos de infância. Conta o episódio mais estranho da sua vida (se ele rir junto, é amor). Mostra de uma vez que você não é uma fortaleza. Ninguém é. Confessa que ontem você pensou nele antes de dormir. Que você se sente insegura de vez em quando. Que, às vezes, você não presta.
Acende as luzes da alma e deixa o outro entrar.

Imagem: Pexels


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