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Como eu aprendi a me vestir para agradar a mim mesma

Carina Caldas

Colunista Superela

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Eu sempre fui uma criança glamourosa. Tratava minhas Barbies como filhas, meu sonho era ser atriz e fazia apresentações cover do RBD em eventos de família. Alerta de spoiler: aos 20 anos ainda não me desfiz das Barbies, tenho pavor de permanecer anônima e também não me desfiz da coleção de revistas e CDs do RBD. Na adolescência, eu fui levada a acreditar que tanto brilho e glamour não eram legal. Então, eu mudei a forma de me vestir e de me portar, procurando ser o menos extravagante possível. Chegou a um ponto em que meu estilo pessoal se definia em uma cor: preto.

Nada contra as góticas, tenho até amigas que são. Aquele estilo só não batia com a minha personalidade. Sabe quando a gente tenta forçar a barra de uma coisa que não é de verdade? É sempre desconfortável e confuso. Eu não sabia exatamente o que usar, como me comportar, com quem andar, mas tinha certeza que do jeito que estava não era real. Para piorar, passei boa parte do tempo tentando agradar os homens da minha vida. No dia que eu chutei o balde, aí sim consegui me descobrir.

 E agora, como vou me vestir?

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Foi tudo num ano só: descobri que tinha daddy issues, passei por desilusão amorosa, vivi a separação dos meus pais e ainda por cima fui internada na semana seguinte. Tem momentos nos quais eu desejei muito apagar esse ano da minha cabeça, mas foi importantíssimo para eu perceber quem eu era de verdade. Era hora de rever as minhas prioridades e ver o que me fazia bem. Felizmente, me diminuir para agradar os outros não estava na lista.

Fiz uma limpa no meu armário e voltei a me interessar por moda/beleza e afins. O mais divertido é que retomando essas paixões antigas, me sinto tão empolgada quanto uma criança. Numa tentativa de me encontrar, descobri que por dentro eu ainda sou uma menina de 10 anos cheia de sonhos, e não há nada de errado nisso.

Inspirações baphônicas

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Recentemente, tem três pessoas que se pudesse roubartilhar o armário, seria uma Carina muito feliz: Rihanna, Karol Conka Magá Moura. Devo abrir um parênteses para exaltar a internet e a evolução do feminismo atual, que dá espaço para que essas três mulheres negras brilhem muito e influenciem cada vez mais meninas como eu. Afinal de contas, uma das dificuldades para me encaixar era de encontrar exemplos na mídia que se aproximassem de quem eu era.

when one of yo fav fans is styling you for @papermagazine it's only right that the issue is called #BreakTheRules ! so proud of you @karlie.floss ⚓️🦄

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Look programa #SuperBonita 🌺 (Stylist: @annaboogie Beauty: @liegewisniewski Unhas: @elietenails)

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Mandany um S2 ali no canto 💜

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O estilo delas é o que eu chamaria de “men repeller”, ou seja, que repele homens. A expressão foi criada pela blogueira nova iorquina Leandra Medine. Segundo a autora do blog de mesmo nome, “moda boa é aquela que agrada às mulheres, não aos homens”. Foi a partir da observação de uma amiga que ela resolveu criar o site, que já deu origem a um livro, sobre o dilema da maioria das fashionistas: como seguir as novas tendências se os homens geralmente não se sentem atraídos? É praticamente um debate entre a moda de vanguarda e a moda que valoriza o corpo feminino.

Não tem nada de errado se você gosta de vestidos justos e curtos. Ou de calças largas e chinelo. Eu também gosto! Mas eu AMO me vestir com um casacão de silhueta desconstruída, ou minha jaqueta rosa de glitter, ou quem sabe meus saltos prateados. O meu ponto é: é ok você usar o que gosta! Seja do básico ao extravagante. Ninguém tem nada a ver com isso e se alguém te disser que você “não vai pegar ninguém com essa roupa”, responda: “tudo bem!”.

 

Carina Caldas

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