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Uma noite bem fria… O clima na estrada era de medo.. como uma história de terror. O gelo era visível nos galhos ressecados das árvores à beira da estrada.Eu sabia que seria impossível chegar ao meu destino com o pouco de combustível que ainda tinha e nenhum sinal de posto de reabastecimento. Se o clima tivesse melhor, demoraria umas três horas para anoitecer ainda. Porém, nesse início precipitado de inverno, já começava a parecer noite. Poucos carros cruzaram por mim desde que saí da última cidade e, a cada quilômetro, mais deserta a estrada ficava.

O medo começou a tomar conta de mim.

Se ao menos houvesse sinal de celular, mas nem isso… Que diabos eu fui inventar de pegar essa estrada ao invés da estrada normal, de todos os fins de semana. Lembrei que havia me prometido uma coisa diferente por semana na minha vida, desde que me mudei pra essa nova cidade. E essa semana, tinha decidido que seria o meu caminho pra casa.

Pronto! O aviso luminoso do combustível acendeu. Agora eram mais 50 km no máximo. Preciso parar em algum lugar! Cerca de uns 30 km depois, avistei o que parecia ser um bar, ou restaurante. Alguns carros tinham parado também, certamente por causa da chuva forte que agora caía. Resolvi que seria melhor fazer o mesmo.

Parei ao lado de umas motocicletas, dessas que geralmente são guiadas por esses velhinhos barrigudos e cabeludos, cheios de tatuagens. Credo. Desci do carro correndo, lembrando de levar um casaco que escondesse minhas formas. Afinal, eu já imaginava mais ou menos o tipo de gente que poderia encontrar lá dentro…

Um frio na espinha me tomou ao pensar nisso… Um frio estranho na espinha… Quase um arrepio. Deve ser o frio, pensei.

Ao empurrar a porta do bar, senti o calor de dentro, que me aconchegou um pouco. Poderia ficar ali um pouco, pelo menos até o tempo melhorar, para que pudesse procurar um hotel.

Fui em direção ao balcão e, enquanto caminhava, senti olhares em minha direção… O bar estava repleto de homens bebendo e conversando alto. Ví que a TV mostrava um jogo, provavelmente de algum time de outra região, pois os homens não pareciam muito interessados na tv. Sentei no balcão e pedi uma bebida quente qualquer.

O barman me trouxe o que parecia ser um conhaque com mel e limão. Gostei. Começava a esquentar o sangue. Me sentia com medo, como uma presa que acabara de invadir o espaço dos predadores. Nunca me considerei bonita, mas nunca passei despercebida. Loura, alta, com pernas bonitas… E hoje estou usando um vestido de mangas compridas mas curto. Muito curto.

Tinha consciência de que aquele vestido marrom curtíssimo, com o casaco de pele e a bota que eu estava, não era muito apropriado para um ambiente como aquele…

E aquilo estava me atiçando…

Saber que alguém poderia estar fantasiando comigo naquele momento começou a me deixar meio molhada… Sabia que isso não era apropriado. Só havia estranhos alí.

Pedi mais uma daquela bebida. Enquanto esperava, dispersa em meus pensamentos, senti um cheiro delicioso. Um cheiro de homem, mas não de um daqueles brutamontes dali… Escutei uma voz me perguntando o que eu estava fazendo ali. Olhei para o lado e vi um homem bonito, bem vestido, dono de um sorriso muito, muito encantador. Em seguida ele pediu desculpas… havia me confundido com uma de suas ‘meninas’.

Na hora entendi e me levantei para me afastar. Ele me segurou e pediu que ficasse. Ele sairia, mas só depois de me pagar uma bebida. Aceitei. Estava encantada com o seu cheiro e sorriso. Começamos a conversar. Ele tinha uma conversa boa, dessas que a gente não precisa se preocupar em puxar assunto. Quando percebi, estávamos rindo e ele já fazia piadas da minha condição de sem combustível. Depois de mais algumas doses, aceitei a sua proposta de ir comigo até o próximo posto buscarmos gasolina para a minha picape.

No caminho, senti medo do que eu sabia que poderia acontecer. Mas ao mesmo tempo esperava ansiosa pelo primeiro toque. Paramos no posto, que ficava a poucos quilômetros dali. Tudo resolvido. Voltamos. No caminho de volta, ouvi a proposta…

“Quer trabalhar pra mim?”

Como? Trabalhar para ele?

Minhas meninas tiram uma boa grana nessas bandas. Falta mulheres por aqui, e os homens pagam qualquer coisa por uma bundinha bem feita como a sua.’ Aquilo não era o que eu esperava ouvir. Mandei que parasse o carro, fiquei com medo. Queria fugir! Ele pediu para que eu me acalmasse, e disse que não iria forçar nada. Era só uma proposta.

Pegou na minha perna, eu deixei. Começou a subir a mão pela minha coxa. Lembrei que se ele subisse mais a mão perceberia que aquele vestido não permitia o uso de calcinha… Não tinha vontade de mandá-lo parar. Senti sua mão quente chegar onde eu esperava.

Eu já estava molhada e ele percebeu.

Encostou o carro e deu a volta, me puxando para fora. A noite estava escura e fria. Me jogou no capô do carro e abriu minhas pernas, começando uma sessão de lambidas e chupões que já estava me deixando louca.

Preciso te experimentar‘, ele sussurrou…

Eu estava vestida, de botas, sem calcinha, com as pernas abertas em cima do capô de um estranho e sendo chupada como nunca. Enquanto eu sentia sua língua, seus dedos entravam em mim… Era a preliminar perfeita.

Ouvi novamente, “preciso experimentar“…

E ele me puxou, me jogando de barriga pra baixo no capô e, sem pedir ou avisar, estocou seu pau duro e enorme na minha buceta… Lembro de sentir cada centímetro entrando e saindo… E parecia que ele aumentava a cada estocada. Me preenchendo por inteiro… Lembro bem do seu gemido, de quem está apreciando a sensação.

O vai e vem gostoso, suas mãos segurando minha bunda, apertando meus seios por cima do vestido… Era uma pressa… Uma fome… Ouvi mais uma vez: “Preciso experimentar“. E eu já sabia o que iria acontecer… Seu pau duro, grosso e grande começou a forçar a entrada da minha bunda. Suas mãos me seguravam pela cintura, mirando com o pau e direcionando com as mãos.

Eu nunca havia feito anal. Não sabia o que esperar. Estava com medo, porém curiosa, com muita, muita vontade de ser enrabada.

A imagem é fascinante pra mim: um homem, nu, segurando uma mulher de quatro pela cintura, controlando o vai e vem a sua maneira. A imagem da submissão nesse ato é extremamente sensual.

Queria experimentar e deixei que ele entrasse em mim. Senti uma das piores dores, conforme o pau dele entrava, ia me rasgando por dentro e eu achei que fosse chorar! Mas conforme ele cuspia nas mãos, lubrificava seu pênis e entrava de novo, aquilo foi ficando bom, ficando bom… E quando eu já não me preocupava mais em me concentrar contra a dor, comecei a me sentir latejando. Os gemidos dele eram de quem estava se deliciando com um prato saboroso… Hummm…

Como era boa aquela sensação de ser violada por aquele estranho. O céu já estava limpo, eu via as estrelas, sentia um suor escorrendo pelo meu corpo… Era sem dúvidas um dos melhores momentos de sexo da minha vida. Ele começou a gemer alto, e eu sabia que ia gozar dentro de mim… Senti seu gozo me preenchendo e ouvi os gemidos gostosos daquele homem numa das melhores horas da vida…

Não falamos mais nada… Entramos no carro, chegamos ao bar e ele me ajudou com o combustível.

Depois perguntou se tinha sido bom, e se já poderíamos voltar pra casa.

Imagem: visualhunt


 

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