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Os desapegados que me perdoem, mas amar é foda demais!

Thamires Benetorio

Colunista Superela

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Eu não vejo problema em me apaixonar. Sinceramente, eu não consigo entender essa gente que flui em um completo desamor. Essa história não me desce porque eu aprendi que os romances podem, sim, ser amáveis.

O problema dessa geração que prega o desamor, é não entender os segredos de se relacionar. Eu sei que é muito bom relações casuais. É bom não se preocupar, é bom não ter que ligar, é bom não ter que dar nenhuma satisfação e tal. Mas acontece que sobre vazio ninguém fala, né? Aquele vazio quando o outro não deixa nada além de um barulho ensurdecedor e quando tu acorda, só encontra a cama bagunçada ou o barulho do carro. Encontrar pela manhã os vestígios de uma noitada é encontrar o barulho em meio ao silêncio.

Os desapegados que me perdoem, mas não dá nem pra discutir que relações casuais jamais irão se comparar ao patético e sensível amor. Eu sei que o amor demanda toda uma bagagem, um cuidado, um jeito todo diferente de agir, mas, ainda assim, destrói menos. Não adianta, relações casuais trazem o alívio em meio a incerteza de um vazio. Porque ninguém comenta que é ótimo um ou dois parceiros, mas, no final das contas, acaba-se só um com latinha na mão.

Os desapegados que me perdoem, mas amar é foda demais! 1

Não é obrigação amar e nem se relacionar com ninguém, mas parem de pregar o desamor. Até mesmo as relações vulneráveis, os casos passageiros, merecem uma dosagem de afeto. Somos animais racionais, nossa mente sempre irá buscar o aconchego. Não adianta achar que uma transa qualquer pode ser libertador. É inútil achar que essa é a melhor maneira de se evitar o amor ou qualquer dor. Não me leve a mal, eu realmente respeito relações casuais, mas é que observo nisso apenas uma busca frenética e incansável de se fugir.

E eu vou te dizer, uma hora você vai se cansar. A rota de fuga pelo prazer é imensamente satisfatória, quanto a isso não há o que negar. Acontece que quando ela começa a chegar ao fim (sim, ela chega ao fim), sobra somente um vazio estranho. É feito um livro repleto de fotografias com milhares histórias para se contar, mas parece que nenhuma tem protagonista. Porque um dos perigos da rota do prazer é esse: muitas vezes lhe tirar o protagonismo da história. Já que tudo pode, já que isso ou aquilo outro.

Quando essa rota chegar ao final e as fotografias estiverem em seu livro, eu realmente espero que tenha, de coração, ao menos vida nessas histórias. A maior diferença das relações casuais para o amor, acredito que seja a dosagem de dor. O amor traz segredos imutáveis e desvendá-los faz parte de toda uma sistemática chamada vida. Já as relações casuais, trazem um complexo de hoje com o desejo de amanhã. Sabe, há uma leveza. A leveza de não ter que ligar no outro dia, de não ter que procurar, de não ter qualquer obrigação. Como já disse, uma rota de fuga a um lugar chamado prazer. Mas acontece que ainda é pouco.

Os desapegados que me perdoem, mas amar é foda demais! 2

Não se trata de querer uma ligação no outro dia. Não se trata querer ser lembrada ou desejada. Se trata de escrever uma história e não várias, mas uma, apenas uma. Uma história com protagonistas e até coadjuvantes, no cenário chamado vida. Uma história capaz de mudar milhares de outras histórias, porque assim é o amor, esplendidamente generoso e audacioso o suficiente para transformar qualquer lugar por onde passar.

E você se pergunta, não se pode ter mais de um amor então? Bom, isso já é uma outra história e só posso garantir uma coisa, não existe amor casual. A casualidade é pouco pra quem projeta histórias e não momentos. Mas a vida não é feita de momentos? A vida é feita de instantes, mas, me diz: você consegue distinguir sabores com mais de uma comida na boca? Certamente irá se complicar porque eles  se misturam. Moça, a grandeza em saborear cada instante está no detalhe de escolher o melhor sabor, só isso …

E ah, os desapegados que me perdoem, mas se apaixonar, assim como tudo nessa vida, sempre tem uma primeira vez. E se o amor e suas mazelas ainda não lhe pegou, preciso te dizer: você vai ser pego qualquer hora dessas. Mas não crie antídotos, crie caminhos para não se perder. Isso já basta, o resto vai vida ainda vai lhe dizer…

Imagem: Pexels

Thamires Benetorio

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