Essas são as 3 práticas sexuais mais bizarras que você vai ler hoje

O que você procura?

Uma vez uma professora de Antropologia minha disse que “toda cultura faz sentido”. Depois, uma dose de compreensão sobre a burca e o feminismo interseccional, por exemplo, eu entendi que algumas culturas espalhadas pelo mundo REALMENTE vão muito além dos nossos padrões, e que por isso devemos respeitá-las e até mesmo conhecê-las. Foi aí que decidi me entregar ao submundo das práticas sexuais bizarras.

Acreditem: depois de um tempo lendo sobre elas, precisei vir aqui compartilhá-las com vocês. E sabe? Um aviso que eu dou:

uma vez que você entra, é difícil conseguir sair!

Tipo quando a gente abre os vídeos do Youtube e acaba caindo numa espiral de cravos e máquinas de fazer bolo, sabe? Ou então as gelatinas e prensas hidráulicas. ENFIM, tô divagando aqui já. Foco.

Minha proposta aqui hoje é conhecer práticas sexuais bizarras porque primeiro: hoje é domingo, e precisamos ler coisas interessantes para dar AQUELE boost para começar uma nova semana (e mês, né). Segundo: saber que não somos os únicos bizarros do planeta é bem legal. Terceiro? Conhecer e respeitar outras culturas é legal também!!!!

Então bora?

As práticas sexuais mais bizarras que você vai ler hoje

1. Amigo ladrão das mina

práticas sexuais

Imagem: Cécile Dormeau

Sabe aquele método de amigo oculto bem sacana que na verdade se chama amigo ladrão? Bem, as regras são simples: você leva um presente para a hora do amigo ladrão. A ordem das vezes de cada pessoa é sorteada e aí, um por um, todos se revezam para trocar o presente que está nas suas mãos com o de outra pessoa. E é claro que a última pessoa é a que leva a maior sorte.

Agora, imagina transformar isso em práticas sexuais?

Bem, EUZINHA aqui não tenho maturidade para isso, mas a tribo Wodaabe, da África Ocidental, parece ter até demais. Na verdade, eles levam esse “amigo ladrão” muito a sério. Só que ao invés de levar presentes, eles levam o quê? Suas esposas. Mas calma que eu vou explicar isso melhor.

Os membros dessa tribo (casados os não), todos os anos, durante o Festival de Gerewol, elaboram o que seria uma espécie de concurso de beleza onde as juradas são mulheres (casadas ou não). O objetivo é fazer uma pintura bem bacana no rosto e realizar uma dança para as juradas que se chama Togu.

práticas sexuais

Imagem: Getty Images

Para os homens Wodaabe, essa dança é tão poderosa que pode fazer com que as mulheres casadas se apaixonem por eles. E aí, cada jurada escolhe o SEU vencedor e toma ele como AMANTE. E aí eles podem se casar, ou só ter um lancezinho rápido mesmo.

Na verdade, esse festival parece bem bacana porque os casais Wodaabe são arranjados e formados enquanto ambos ainda são muito jovens. Sendo assim, esse tipo diferente de ‘amigo ladrão’ é uma chance que eles têm, por ano, de encontrar seus “pares perfeitos” ou ter um sexozim casual bem legal.

* Eu não consegui achar esse vídeo legendado, mas explico rapidinho o que rola nele: o narrador conta a história de um moço que deseja ser escolhido durante esse evento. Depois da dança “sensualizante”, as três juradas escolhem seus homi, mas nenhum deles é esse moço. E aí ele fica triste e o narrador explica que “agora ele dança pra tentar seduzir de novo sóóó ano que vem”. 

2. Punhetinha ao ar livre

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Imagem: visualhunt

No passado, as tribos nativas americanas faziam a dança da chuva, um ritual que dizia convocar nuvens de chuva e gerar uma colheita próspera para todo o ano.

Maaaaaaas, no antigo Egito, os faraós levaram essa ideia um pouco mais longe. Eles acreditavam que Atum, o Deus egípcio da criação, criou o universo a partir da sua ejaculação, e que o rio Nilo é a representação direta daquela torrente milagrosa.

Diliça, né?

Assim, na esperança de receber quantidades abundantes de água para o seu povo, os faraós se masturbavam diretamente no próprio Nilo, tentando representar o Deus Atum e, quem sabe né, conseguir reproduzir os seus grandes feitos. Haja fertilidade nesse rio cheio de práticas sexuais bizarríssimas.

3. O “vale night” do acaso

práticas sexuais

Imagem: Reprodução

Sabe o vale night? Aquela oportunidade que seu parceiro te dá de, por uma única noite, dormir com quem quiser sem ter que dar satisfações? Pois então…

Existe um ritual celebrado na Indonésia, próximo ao Mount Kemukus (conhecido como Montanha do Sexo), onde os participantes (casados ou não) caminham por essa montanha procurando por uma pessoa aleatória para fazer sexo em busca de sorte no futuro.

Só que o pulo do gato é o seguinte:

esse ritual acontece sete vezes ao ano e a pessoa, para ganhar a tal sorte, deve fechar esse ciclo transando TODAS ESSAS SETE VEZES COM A MESMA PESSOA QUE TRANSOU DA PRIMEIRA VEZ. Ou seja? Grande parte do dia do ritual dessas pessoas é ficar procurando a pessoa com a qual transou na primeira celebração e transar DE NOVO antes que o tempo acabe.

Apesar de qualificar essa prática sexual como bizarra, deixar de ser interessante ela não deixa, né não?

Bônus track: A Pintolândia (?) – Haesindang Park

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Imagem: Turner / Via Flickr: onceatraveler

Cês vão me desculpar mas essa bônus track não é, exatamente, uma prática sexual bizarra, mas eu não podia deixar essa pérola de fora. E se você tivesse o sonho de, LITERALMENTE, nadar em pirocas? Brincar com pirocas? Deitar em pirocas? Bem, o Haesindang Park pode realizar esse sonho. 

Ele foi criado a partir de uma lenda trágica que ficou conhecida como “A Lenda de Auebawi and Haesindang”. De acordo com essa lenda, uma mulher virgem foi deixada por seu marido, um jovem pescador, em uma rocha no mar enquanto ele trabalhava. Devido a uma tempestade, a moça se afogou e ele nunca mais a encontrou :(. Depois desse infortúnio, o pessoal  da aldeia não conseguia pegar peixes mais, e alguns até diziam que era por causa da mulher morta.

Coitada.

Aí, um belo dia, esse moço fez que nem o povo do Egito que contei alí em cima e resolveu dar uma aliviada na beira desse rio e acabou ejaculando na água. Logo depois disso, adivinha que que ele pegou? Peixe! Aí, ele juntou dois mais dois e descobriu que a moça, que era virgem, curtiu ver uma pindola e retribuiu o favor com os peixinhos.

E AÍ MEU AMOR, QUE QUE A ALDEIA FEZ? CONSTRUIU UM PUNHADO DE ESCULTURA DE PIROCA PRA TUDO QUANTO É LADO nesse lugar, e nunca mais faltou peixe por lá. Até hoje a galera de lá se reúne para realizar uma cerimônia religiosa em homenagem a essa moça.

 

práticas sexuais

Imagem: ed / Via Flickr: frivolous_accumulation

Mas é realmente muita piroca pra poucas práticas sexuais

práticas sexuais

Imagem: ed / Via Flickr: frivolous_accumulation

Depois dessa, largo o microfone e vou embora

Vlw, flws.

Imagem: ed/Via Flickr: frivolous_accumulation

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