Quais desses temas você mais curte? Vamos fazer uma seleção especial pra você!










O que você procura?

Às vezes me pego pensando porque é que a gente se perde do nosso potencial essencial e se formata tanto por essa necessidade de modelar, tentando ser coesa, numa sociedade nada adequada. Ou vai me dizer que o estilo padrão de vida está batendo um bolão? Ah, mas não está mesmo!

Nós, mulheres, temos uma potência avassaladora. Somos todas compatíveis na possibilidade de direcionar essa força para criarmos aquilo que quisermos. Essa capacidade tem várias facetas, já que não somos iguais na forma de expressar essa possibilidade criativa – ainda bem!

Somos diversificadas, coloridas, antagônicas, complementares, circulares, silenciosas, barulhentas, faladeiras, meditativas… E somos todas extremamente potentes. Abra sua mente e seu coração para umas perguntas: você vive sua capacidade de maneira útil para sua vida? Você está onde gostaria de estar? Você se conhece o suficiente para entender o porquê das escolhas que fez até hoje?

Onde você enfiou seu potencial? 2

É tão fácil viver a vida no piloto automático… Vivemos numa aceleração caótica, paramos pouco pra ouvir a intuição. E a intuição é muito perspicaz e certeira, mas ela vem sutil. Ela não fala alto no nosso ouvido, ela sussurra, delicadamente, suas intensas verdades. Ela tenta avisar que estamos longe da essência, que não respeitamos o primordial, mas se está esperando ela gritar, senta aí, porque ela não grita.

E se a gente não silencia, não ouve. Tem tanta sabedoria poderosa dentro de nós, pulsando toda a capacidade, incessantemente, num lugar íntimo e secreto. Vasto este lugarzinho. Esse cantinho é dentro da gente.

Sabe quando você se sente vazia sem motivação, meio se arrastando pela vida? Esse pode ser um sinal de que você não está respeitando as vontades de sua alma, lá onde mora teu poder inerente. Pode ser um alerta vermelho querendo avisar que você está só reproduzindo, copiando, repetindo, encenando. E quando a gente se comporta assim, garota, não tem energia de força vital que resista, ela cai dura ali dentro da gente numa super crise de hipoglicemia, sem alimento, sem energia, fraca e deprimida.

Então, pare pra se perguntar sobre essas ideias que eu estou trocando aqui contigo. Se este texto te deu um desconforto, uma sensação de identificação com essa coisa toda, fique bem atenta. Deixe crescer em ti o questionamento, deixe a sensação de incômodo percorrer tua espinha. Só assim você vai se ligar de que está dormindo aí, desavisada, desperdiçando um potencial rico, intransferível, insubstituível, que é só teu e ninguém tem igual.

Onde você enfiou seu potencial? 1

Mergulha dentro de si e tenta entender em que momento do caminho você se perdeu. Pode ser que descubra que não se perdeu porque ainda nem se achou. E sem chororô, galera. Se passou 20 anos sem se encontrar, sem saber do seu potencial, sem estabelecer sua marca, pensa que podiam ter sido 30 anos (se não foram, vibre) e assim por diante.

Dê uma chance pra si mesma, mas não uma chance de se vitimizar, de lamentar o que deixou de fazer. Sacode essa poeira e bota o pé e a cara na estrada. Segue, garota, ganha o mundo. Aí você pensa: “ai Ana, aham… ‘ganha o mundo’ e me acha, aqui no textão, meio utópica”. Eu estou falando do SEU mundo interior, ganha o seu espaço, a sua existência, o volante da tua vida, se apodera da sua luz. E se rolar ganhar um pouco do mundão de fora, corre lá!

Sentiu, aí? Remexeu na cadeira enquanto lia? Aproveita esse gancho e arregaça tuas mangas, escava dentro de ti e acha o mapa da sua mina. Curte o teu tesouro empoderado e desfila com ele brilhando por aí. Chega aqui depois pra me contar. Um beijo carinhoso pra você e até daqui a pouco.

Imagem: Pexels


Agora que terminou de ler este texto, que tal responder a pergunta abaixo?

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